Friday, January 31, 2014

A Saúde no Brasil

O Brasil é o maior pais da América do Sul e o quinto maior país do Mundo!





 O Sistema único de saúde (SUS) foi criado pela Constituição Federal de 1988 com a finalidade de alterar a situação de desigualdade na assistência à saúde da população e tornar obrigatório o atendimento público a qualquer cidadão, sendo proibidas cobranças de dinheiro sob qualquer pretexto.




Segundo a Lei nº 8080/90 é “um conjunto de ações e serviços de saúde que deverão ser prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, ainda podendo participar a iniciativa privada, em caráter complementar (BRASIL,1990)”.



Os indicadores de saúde global são:


  •     Esperança de vida
  •     Mortalidade


As principais causas de mortalidade em crianças menores do que 5 anos são:

  •     Pneumonia
  •     Prematuridade
  •     Diarreia


No recém-nascido os maiores problemas continuam a ser:

  •      Asfixia no parto
  •      Sepsis neonatal
  •      Anomalias congénitas


O Brasil tem vindo a melhorar todos os seus indicadores de saúde.


Foi elaborado um relatório sobre o comportamento do país em relação aos 8 Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) que dá conta dos grandes progressos que têm sido feitos.

A percentagem da população que vive com 1.25 dólares por dia (considerados extremamente pobres) diminuiu consideravelmente. Em 1990 haviam 36.2 milhões de pessoas extremamente pobres num total de 141.6 milhões de pessoas brasileiras, esse número passou a ser, em 2008, 8.9  num total de 186.9 milhões.

No que diz respeito à educação e alfabetização da população, em 1992 a percentagem de jovens com 18 anos tinham concluido a 8a serie era apenas de 34% sendo que aumento para 75.2% até 2008.

A proporção das mulheres que trabalham tem aumentado e a discrepância salarial entre homens e mulheres tem diminuido, o que constitui um excelente indicador quando ao ODM 3 que visa:"Promover a igualde de géneros e autonomia das mulheres".

A mortalidade infantil foi reduzida para metade. Por cada mil ndados vivos ocorriam 50 mortes ao passo que agora o número baixou para 25.

A mortalidade materna acompanha a mesma evolução da mortalidade infantil pelo que tudo indica que os ODM 4 e 5 sejam atingidos em 2015 como previsto.











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