terça-feira, junho 14, 2011

Dia 14 de junho: Dia Mundial do Doador de Sangue

Dia 14 de junho é o dia escolhido pela OMS para comemorar o Dia Mundial do Doador de Sangue.

Uma forma de reconhecer as milhões de pessoas no mundo inteiro que doam sangue voluntariamente todos os dias salvando vidas e melhorando a qualidade de saúde de muitas pessoas.
Este ano, com o tema "Mais sangue. Mais vida" a comemoração oficial será em Buenos Aires, Argentina.

O objetivo é sensibilizar as pessoas sobre a importância de doar sangue regularmente. Deve-se ter em mente que a necessidade é constante e a prevenção da escassez de sangue em hospitais e clínicas, principalmente em países em desenvolvimento,  aonde as quantias são muito limitadas, é fundamental e tem o grande potencial de salvar muitas vidas.

Segundo a classificação oficial, dos 80 países com uma taxa baixa de doadores de sangue (menos de 10 doações por cada 1 000 habitantes), 79 são países em desenvolvimento.

Há 93 milhões de doaçõesde sangue  anualmente.
50% vêm de países desenvolvidos onde só está 16% da população do mundo.

Todos os anos, por todo o mundo, organizam-se atividades e eventos para celebrar este dia, como partidas de futebol, concertos gratuitos, clinicas móveis de doação de sangue, e outros.

A OMS, junto com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, a Sociedade Internacional de Transfusão Sanguínea e a Federação Internacional das Organizações de Doadores de Sangue, estão incentivando comunidades a aderir a campanha do Dia Mundial do Doador e "Pinte o mundo vermelho", cobrindo, pintando ou iluminando de vermelho monumentos, prédios e lugares populares; organizando eventos culturais, artísticos ou musicais com o tema vermelho; ou formando uma "gota de sangue humana" em lugares públicos.

Em Genebra,  a  OMS e seus parceiros estarão juntos na Praça das Nações, em frente às Nações Unidas para formar a gota de sangue as 12h30.

E no seu país?
O que está sendo preparado?
Doe Sangue!

segunda-feira, junho 13, 2011

A lenda do Boto cor de rosa - Brasil


Continuando a nossa série de lendas e contos, hoje é o dia de conhecer uma lenda que já faz parte do folclore da Amazonia no Brasil


Lenda do Boto cor de rosa

O boto é um mamífero muito semelhante ao golfinho, com a principal diferença que o boto vive em água doce e o golfinho no mar.
O boto vive na bacia do rio Amazonas e também pode ser encontrado em países como a Bolívia, Equador, Peru Colombia e Venezuela.

Durante a estação das chuvas (dezembro a abril), o rio inunda grandes áreas da floresta formando pântanos ao longo de suas margins. É quando pode-se encontrar o boto mais próximo das pessoas. Ao começar a estação da seca, o boto se desloca para os rios principais ou lagos da floresta.

Durante as festas juninas, quando é comemorado o dia de São João, Santo Antonio e São Pedro, a população ribeirinha da região amazónica celebra estas festas dançando, soltando fogo de artifício, fazendo fogueiras e degustando alimentos típicos da região.

Diz a lenda, que nestas festas, em noites de lua cheia, o boto transforma-se em um jovem elegante e bonito, bom dançarino, bem vestido usando chapéu e sapato branco e sai a procura de companhia.   

O chapéu é uma forma de esconder um grande orifício no topo da cabeça, feito para o boto respirar, já que a sua transformação em homem não é completa.

Este desconhecido e atraente rapaz, arrasa e conquista com facilidade, o coração da jovem mais bela e desacompanhada que cruzar o seu caminho. 

Ele a convida para dançar, seduzindo-a e guiando-a até ao fundo do rio, onde, por vezes, a engravida.

Antes de amanhecer, como tem que voltar para o rio, o rapaz a abandona  para que ela não o veja na forma de boto.

Conta-se também que o boto pode trazer uma espada presa ao seu cinto, e que, no fim da madrugada, quando chega a hora de voltar para o rio, todos os seus acessórios se transformam noutros habitantes do rio.
As mulheres mais velhas e com mais experiência avisam as mais jovens para terem cuidado com os homens bonitos durante as festas, para evitar que estas sejam seduzidas pelo boto.

Por isso, durante as festas, é preciso ter cuidado ao ver um rapaz desconhecido de chapéu. Pede-se sempre para ele retire o chapéu para que todos tenham a certeza de que não é o boto que está ali.
Há quem diga que o boto também pode ser uma espécie de protetor das mulheres, cujas embarcações naufragam.
Em tais situações, ele aparece para empurrar as mulheres para as margens do rio, para evitar que elas se afoguem.

Na cultura popular do norte do Brasil, quando uma moça engravida fora do casamento, diz-se que é o filho do boto.
Veja o vídeo!.

sexta-feira, junho 10, 2011

quinta-feira, junho 09, 2011

quarta-feira, junho 08, 2011

O estigma alimenta o HIV

Hoje, 8 de junho, as Nações Unidas lançam a campanha
"O estigma alimenta o HIV"

Esta campanha é o resultado da união de dois programas "UN Cares" ,um programa do sistema das Nações Unidas de sensibilização do HIV no local de trabalho e a "UN Plus", o sistema de proteção de funcionários vivendo com HIV.

AIDS - 30 anos depois - 3

terça-feira, junho 07, 2011