Informações que sejam de interesse para os países de língua portuguesa. Uma forma de integrar e conhecer a cultura, saúde e os costumes destes países.
sexta-feira, dezembro 09, 2011
quinta-feira, dezembro 08, 2011
Ferreirinha a Rainho do Douro
Falar da história do vinho do Porto e do Douro sem falar da Ferreirinha não é certamente possível...
Dona Antónia Adelaide Ferreira nasceu no Peso da Régua, em Portugal, a 4 de Julho de 1811. É mais conhecida por Ferreirinha, diminutivo que traduz o carinho e admiração que as "gentes" do Porto nutriam por esta mulher forte, determinada e bondosa.
Mas que história conta a vida desta mulher para ser alvo de tanta admiração e respeito?
A riqueza da família Ferreira começou com Bernardo Ferreira, um proprietário do Douro que aumentou os seus bens agrícolas sob ordens do Marquês de Pombal, transformando terras em Montes de Rodo em bonitas quintas vinícolas. (vinho do Porto).
Os seus filhos José e António tiveram respectivamente uma filha, Antónia Adelaide Ferreira (a Ferreirinha) e um filho António Bernardo Ferreira, que se casaram em 1834.
O casal de primos teve três filhos: Maria d'Assunção, António Bernardo e Maria Virgínia.
Por esta época Dona Antónia Ferreira era já conhecida pela sua preocupação com as famílias dos trabalhadores de suas terras.
D. Antónia ficou viúva ainda jovem, com apenas 32 anos mas casou-se de novo em 1856 com o seu administrador, José da Silva Torres e continuou a manter o negócio da familia.
Apesar de ter nascido no seio de uma família de posses, D.Antónia não se deixou acomodar ao estilo de vida típico que seria de esperar de mulheres pertencentes às famílias ricas da época.
Ao tomar o leme dos negócios logo após a morte do primeiro marido, a coragem e a veia de empresária desta mulher faziam-se notar: fez grandes plantações de vinha no Douro escolhendo os locais mais expostos à radiação solar, contratou colaboradores, construiu armazéns, comprou quintas importantes e fundou outras.
A Ferreirinha tornou-se a pessoa mais rica e respeitada do Alto Douro vinhateiro e numa das mais poderosas individualidades da época em Portugal.
Tornara-se numa figura tão importante que um dos homens mais poderoso de Portugal na época prentendia casar o seu filho com a sua filha Maria d'Assunção.
Não estando habituado a ser contrariado após a recusa firme de D.Antónia, o Duque mandou os seus homens raptarem a menina de apenas 12 anos.
Ao tomar conhecimento do plano, com a sua perspicácia e sentido de estratégia, Ferreirinha refugiou-se com a família na Espanha e depois em Inglaterra.
Em 1868, num gesto de generosidade a Ferreirinha comprou enormes quantidades de vinho para ajudar os viticultores na luta contra os baixos preços praticados pela abundância de vinho daquele ano.
Lutou ainda contra a falta de apoios dos sucessivos governos de Portugal que se interessavam mais pela construção de estradas e pela compra de vinho espanhol.
Debateu-se ainda contra a filoxera (doença das vinhas) e deslocou-se a Inglaterra para obter informação sobre os meios mais modernos e eficazes de combate a esta peste, sendo uma inovadora pela introdução de processos mais sofisticados de produção do vinho.
Em 1870 a praga do oídio (fungo que afeta as vinhas) destruiu grande parte dos vinhedos, mas D.Antónia, com uma capacidade empresarial enorme, negociou com os ingleses todo o vinho que permanecia nos armazéns, contribuindo para o enriquecimento da casa Ferreira.
A morte do seu segundo marido em 1880 não impediu que ela continuasse com suas obras beneficentes como os hospitais de Vila Real, Régua, Moncorvo e Lamego.
A Ferreirinha do Douro, "mulher lenda" de tenacidade e bondade, construiu vinhas onde jamais alguém se atrevera a construir, lutou contra os interesses instalados da época, foi uma visionária que nunca se esqueceu de ser generosa com a comunidade a que pertencia...
Faleceu a 26 de Março de 1896, deixando uma enorme fortuna e perto de trinta quintas. Com a sua morte, o Douro e os seus habitantes perderam a sua Rainha.
Apesar de já não pertencer à família Ferreira , a Casa Ferreira é considerada hoje uma das mais importantes casas de vinho do Porto!
Dona Antónia Adelaide Ferreira nasceu no Peso da Régua, em Portugal, a 4 de Julho de 1811. É mais conhecida por Ferreirinha, diminutivo que traduz o carinho e admiração que as "gentes" do Porto nutriam por esta mulher forte, determinada e bondosa.
D.Antónia teve a coragem de desafiar os mais poderosos e ajudar os mais pobres servindo de exemplo e orgulho para os habitantes do Douro.
Mas que história conta a vida desta mulher para ser alvo de tanta admiração e respeito?
A riqueza da família Ferreira começou com Bernardo Ferreira, um proprietário do Douro que aumentou os seus bens agrícolas sob ordens do Marquês de Pombal, transformando terras em Montes de Rodo em bonitas quintas vinícolas. (vinho do Porto).
Os seus filhos José e António tiveram respectivamente uma filha, Antónia Adelaide Ferreira (a Ferreirinha) e um filho António Bernardo Ferreira, que se casaram em 1834.
O casal de primos teve três filhos: Maria d'Assunção, António Bernardo e Maria Virgínia.
Por esta época Dona Antónia Ferreira era já conhecida pela sua preocupação com as famílias dos trabalhadores de suas terras.
D. Antónia ficou viúva ainda jovem, com apenas 32 anos mas casou-se de novo em 1856 com o seu administrador, José da Silva Torres e continuou a manter o negócio da familia.
Apesar de ter nascido no seio de uma família de posses, D.Antónia não se deixou acomodar ao estilo de vida típico que seria de esperar de mulheres pertencentes às famílias ricas da época.
Ao tomar o leme dos negócios logo após a morte do primeiro marido, a coragem e a veia de empresária desta mulher faziam-se notar: fez grandes plantações de vinha no Douro escolhendo os locais mais expostos à radiação solar, contratou colaboradores, construiu armazéns, comprou quintas importantes e fundou outras.
A Ferreirinha tornou-se a pessoa mais rica e respeitada do Alto Douro vinhateiro e numa das mais poderosas individualidades da época em Portugal.
Tornara-se numa figura tão importante que um dos homens mais poderoso de Portugal na época prentendia casar o seu filho com a sua filha Maria d'Assunção.
Não estando habituado a ser contrariado após a recusa firme de D.Antónia, o Duque mandou os seus homens raptarem a menina de apenas 12 anos.
Ao tomar conhecimento do plano, com a sua perspicácia e sentido de estratégia, Ferreirinha refugiou-se com a família na Espanha e depois em Inglaterra.
Em 1868, num gesto de generosidade a Ferreirinha comprou enormes quantidades de vinho para ajudar os viticultores na luta contra os baixos preços praticados pela abundância de vinho daquele ano.
Lutou ainda contra a falta de apoios dos sucessivos governos de Portugal que se interessavam mais pela construção de estradas e pela compra de vinho espanhol.
Debateu-se ainda contra a filoxera (doença das vinhas) e deslocou-se a Inglaterra para obter informação sobre os meios mais modernos e eficazes de combate a esta peste, sendo uma inovadora pela introdução de processos mais sofisticados de produção do vinho.
Em 1870 a praga do oídio (fungo que afeta as vinhas) destruiu grande parte dos vinhedos, mas D.Antónia, com uma capacidade empresarial enorme, negociou com os ingleses todo o vinho que permanecia nos armazéns, contribuindo para o enriquecimento da casa Ferreira.
A morte do seu segundo marido em 1880 não impediu que ela continuasse com suas obras beneficentes como os hospitais de Vila Real, Régua, Moncorvo e Lamego.
A Ferreirinha do Douro, "mulher lenda" de tenacidade e bondade, construiu vinhas onde jamais alguém se atrevera a construir, lutou contra os interesses instalados da época, foi uma visionária que nunca se esqueceu de ser generosa com a comunidade a que pertencia...
Faleceu a 26 de Março de 1896, deixando uma enorme fortuna e perto de trinta quintas. Com a sua morte, o Douro e os seus habitantes perderam a sua Rainha.
Apesar de já não pertencer à família Ferreira , a Casa Ferreira é considerada hoje uma das mais importantes casas de vinho do Porto!
quarta-feira, dezembro 07, 2011
Fotos do cotidiano - Venda de capacetes nas ruas de Dili
Usar capacete numa cidade em que as motos dominam as ruas, não parece fora de lugar. Esta obrigatoriedade em Dili, capital do Timor Leste criou um enorme comércio de capacetes usados em que todos os adultos estão prontos para cumprir a lei, mas carregam crianças de qualquer idade, mesmo bebês sem qualquer proteção.
segunda-feira, dezembro 05, 2011
História dos Hinos Nacionais - Brasil
Dando continuidade à história dos hinos nacionais, hoje vamos conhecer um pouco mais sobre o Hino Nacional Brasileiro.
BRASIL
| Osório Duque Estrada |
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| Francisco Manuel da Silva |
A música do Hino Nacional Brasileiro foi criada em 1822 por Francisco Manuel da Silva para comemorar a independência do país. Naquela época era conhecida como Marcha Triunfal.
A música tornou-se bastante popular durante os anos seguintes, e recebeu duas letras.
A primeira produzida quando Dom Pedro I abdicou do trono, sendo cantada pela primeira vez, juntamente com a execução do hino, no cais do Largo do Paço Imperial no Rio de Janeiro no dia 13 de abril de 1831 quando ex-imperador embarcava para Portugal.
A primeira produzida quando Dom Pedro I abdicou do trono, sendo cantada pela primeira vez, juntamente com a execução do hino, no cais do Largo do Paço Imperial no Rio de Janeiro no dia 13 de abril de 1831 quando ex-imperador embarcava para Portugal.
Já a segunda letra, foi concebida para a coroação de Dom Pedro II.
Após a Proclamação da República em 1889 foi realizado um concurso para escolher um novo Hino Nacional. A música vencedora, entretanto, foi hostilizada pelo público e pelo próprio Marechal Deodoro da Fonseca. Esta composição ("Liberdade, liberdade! Abre as asas sobre nós!...") foi oficializada como Hino da Proclamação da República do Brasil.
Em 1906 foi realizado um novo concurso para a escolha da melhor letra que se adaptasse ao hino, e em 1909, o poema vencedor foi o de Joaquim Osório Duque Estrada.
O Hino Nacional Brasileiro foi oficializado por Decreto do Presidente Epitácio Pessoa em 1922 e permanece até hoje.
Hino Nacional do Brasil
quinta-feira, dezembro 01, 2011
Expressões que você deve saber quando viajar até Timor Leste!
Saber algumas palavras em tétum facilita a comunicação e pode tornar uma visita a Timor Leste muito mais interessante e divertida...
O tétum (em tétum: tetun), também conhecido por teto, é a língua oficial de Timor Leste juntamente com o português desde 2002, quando o pais retomou sua independencia.
É uma língua austronésia com palavras derivadas do português e do malaio. É também falado em Timor Ocidental.
Começando pelo próprio nome do país, Timor Lorosa'e é o nome em tétum de Timor Leste. Lorosa'e significa nascer do sol ou 'leste'.
Depois de chegar no país, uma forma simpática de começar uma conversa seria dizendo Bon dia! Di'ak lae?, que seria o mesmo que dizer Bom dia! Como vai?
A referência a palavras e frases em tétum numa conversa ocasional ou até formal poderá levar quem visita Timor a descobrir melhor o país e estabelecer laços culturais e até de amizade preciosos!!!
Seguem algumas frases e palavras que podem ser úteis para quem visita a terra do sol nascente.
Português/Tétum:
Boa tarde - Botarde/Lorokraik diak
Boa noite - Bonoite/Kalan diak
Como estás? - Di'ak ka lae?
Estou bem - Ha'u di'ak
Obrigado - Obrigadu
Sabes falar tétum? - Ita bele ko'alia tetun?
Sim - Loos
Não - Lae
Compreendo - Ha'u comprende
Tenha um bom dia - Sorte diak ba loron ohin
Bom apetite - Han ho gostu
Como se diz...em tétum? - ... iha tetum dehan saida?
Adeus- Hau ba lai
Por favor - Favór ida
Com licença - kolisensa
Quanto custa isto? - Ida ne'e folin hira
Onde é a casa de banho?- Sintina iha ne'ebe?
Quer dançar comigo? - Ita hakarak dansa ho hau
Bom Natal - ksolok loron natal nian
Basta ser curioso e ter uma pitada de persistência para aprender alguns exemplos porque...
Lian ida deit la to'o!
Uma língua só nunca é suficiente!
De visita oficial a Timor Leste de 29 de Novembro a 13 de Dezembro está a coordenadora da Rede ePORTUGUÊSe, a Dra. Regina Ungerer!
Acesse a mais informação sobre os objetivos da visita em: http://cspace.eportuguese.org/tikiread_article.ph?particleId=1332
quarta-feira, novembro 30, 2011
1 de dezembro - Dia Mundial da Luta Contra a Sida - Relatório aponta progressos importantes em 2010
1 de Dezembro
Dia Mundial da Luta Contra a Sida
Dia Mundial da Luta Contra a Sida
2010 foi um ano importante!
Segundoo Relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas para VIH/SIDA (UNAIDS), divulgado no dia 21 de novembro de 2011, em 2010, a resposta à SIDA teve grandes progressos tanto na liderança política dos países e governaça da epidemia quanto aos resultados alcançados de resposta à SIDA.
Para começar, o número de novas infecções e mortes relacionadas com a SIDA diminuíram em 21% se comparado com o período entre 1997 e 2005.
O aumento do acesso a tratamento eficaz evitou 2.5 milhões de mortes desde 1995, nos países de baixo e médio rendimento.
Segundo Michel Sidibé, Diretor Executivo da UNAIDS, mesmo diante de uma crise financeira muito difícil, os países continuram a produzir resultados animadores na resposta à SIDA. “Temos assistido a uma escalada massiva no acesso ao tratamento do VIH, o que tem tido um efeito dramático sobre a vida das pessoas em toda a parte.”De acordo com as estimativas da UNAIDS e da Organização Mundial da Saúde (OMS), 47% dos quase 14,2 milhões de pessoas elegíveis para o tratamento antiretroviral contra a SIDA, em países de baixo e médio rendimento, tinham acesso em 2010, à terapia anti-retroviral. Um aumento de 1,35 milhões de pessoas sde 2009.
Além do impacto na redução do número de mortes e no aumento da esperança de vida entre as pessoas infectadas, o relatório chama a atenção para a existência de sinais precoces que parecem indicar um impacto significativo do tratamento na redução do número de novas infecções por VIH.
Pela primeira vez, há sinais de que o tratamento está reduzindo a carga viral de uma pessoa infectada para níveis praticamente imperceptíveis, e oo risco de transmissão a um parceiro não infectado é, igualmente, reduzido.
Estudos recentes mostram que o tratamento pode reduzir em até 96% o risco de transmissão entre casais.
O mesmo se dá para a transmissão vertical (de mãe para filho) que também é reduzido.
Um bom exemplo é o que vem ocorrendo em Botswana, onde o acesso ao tratamento contra a SIDA era de menos de 5% em 2000 mas que foi aumentando para valores acima de 80% em 2009 (valor que se tem mantido desde então). Os padrões sexuais se mantém os mesmos e os resultados sugerem que o número de novas infecções caiu entre 30 a 50% do que seria esperado na ausência de terapia anti-retroviral.
Este declínio ou, pelo menos, a estabilização do número de novas infecções que se regista na maior parte do mundo, também é resultado de mudanças no comportamento sexual, particularmente nos jovens onde se constatou uma diminuição no número de parceiros, aumento do uso do preservativo e um início da atividade sexual mais tardio.
A prevalência do VIH entre os jovens diminuiu em, pelo menos, 21 dos 24 países com uma prevalência nacional de 1% ou superior. Cinco países, Burkina Faso, Congo, Gana, Nigéria e Togo registaram uma queda da prevalência em mais de 25% entre 2001 e 2010, nesta faixa etária.
Vários estudos estimam que teria havido, no Zimbabué, um número adicional de 35 000 novas infecções por ano, se estas mudanças no comportamento não se tivessem verificado.
A circuncisão masculina também começa a contribuir para o declínio de novas infecções. Estudos demonstram que 2 000 novas infecções por VIH foram evitadas entre os homens na província de Nyanza, no Quénia, após o aumento da circuncisão masculina voluntária.
Investimentos mais inteligentes para oferecer melhores soluções.
A UNAIDS definiu um novo quadro estratégico de investimentos para a SIDA, focado nas comunidades e não no vírus.
Este quadro é baseado em seis atividades essenciais:
1) - intervenções dirigidas às populações em maior risco, particularmente os trabalhadores do sexo e seus clientes, homens que têm sexo com outros homens e utilizadores de drogas injetáveis;2) - prevenção de novas infecções em crianças;
3) - programas de mudança de comportamento;
5) - tratamento, cuidados e apoio para pessoas que vivem com o VIH;
6) - circuncisão médica masculina voluntária em países com alta prevalência do vírus;
O relatório em inglês pode ser lido na íntegra aqui:
segunda-feira, novembro 28, 2011
História dos Hinos Nacionais - Angola
"A música está em tudo. Do mundo sai um hino."
Victor Hugo
Um hino é um cântico de louvor.
Na Antiguidade cantavam-se hinos em honra dos deuses e heróis.
Na Idade Média aperfeiçoaram-se sobretudo os hinos religiosos.
Durante séculos era comum escolher hinos para as cerimónias oficiais em honra dos reis.
No entanto, a ideia de adoptar um cântico como símbolo de um país começou a ser mais comum no século XIX.
Os hinos nacionais exaltam quase sempre fatos passados, lutas travadas ou vitórias alcançadas e são tocados em cerimónias oficiais de quer seja em eventos políticos, militares ou despotivos.
Vamos nas próximas semanas conhecer a história dos hinos Nacionais de todos os países de língua portuguesa.
E claro, começamos por ordem alfabética....
E claro, começamos por ordem alfabética....
Angola...
O hino nacional de Angola é conhecido por Angola Avante!
Este é o hino oficial de Angola desde a Independência em 1975. A letra do hino é de Manuel Rui Monteiro e a música é de Rui Vieira Dias Mingas.
Angola Avante
(versão instrumental)
Ó Pátria, nunca mais esqueceremos
Os heróis do quatro de Fevereiro.
Ó Pátria, nós saudamos os teus filhos
Tombados pela nossa Independência.
Honramos o passado e a nossa História,
Construindo no Trabalho o Homem novo,
Angola, avante!
Revolução, pelo Poder Popular!
Pátria Unida, Liberdade,
Um só povo, uma só Nação!
Levantemos nossas vozes libertadas
Para glória dos povos africanos.
Marchemos, combatentes angolanos,
Solidários com os povos oprimidos.
Orgulhosos lutaremos Pela Paz
Com as forças progressistas do mundo.
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