sexta-feira, janeiro 25, 2013

Copa Africana das Nações 2013: Angola ou Cabo Verde?

Taça das Nações Africanas
Copa Africana das Nações
Campeonato Africano das Nações

Não importa como se chama, mas em 2013 está sendo disputada na África do Sul.


Este ano, ANGOLACABO VERDE, dentre os países de língua portuguesa de África, estão disputando este campeonato e ainda por cima estão no mesmo grupo!

Para quem você está torcendo?

Fonte da imagem












Não importa se você vai torcer pelos Palancas Negras  (Angola) ou pelos Tubarões Azuis (Cabo Verde). O que importa é que vamos apoiar um de nossos irmãos.
A final será no dia 10 de fevereiro e o campeã garante sua colocação na Copa das Confederações em junho de 2013 no Brasil.



De a sua opinião no BLOG

Para saber mais sobre os Palancas Negras ou Tubarões Azuis, clique nos links.



Quem será que vai ganhar?

E qual será a classificação final dessas duas seleções?




 


quarta-feira, janeiro 23, 2013

ePORTUGUÊSe na Rede Social

Você sabia que a Rede ePORTUGUÊSe está super conectada a rede social?
...no Facebook...


...no Twitter...


...no You Tube!




Acesse!

Mas não se esqueça de olhar a nossa página no site da OMS:




segunda-feira, janeiro 21, 2013

O que é google scholar ou google acadêmico?

Google scholar: para que serve, como acessar, quando usar, para que usar

Quando temos que fazer um trabalho da escola ou uma pesquisa para uma matéria da universidade, ou queremos aprender mais sobre um determinado assunto, seja ele científico ou não, com certeza e na maioria das vezes, recorremos à internet e utilizamos o Google.

No entanto, já se discute à muito tempo a fidedignidade da informação disponível na internet. No caso das informações científicas, isso é cada vez mais importante. Como forma de melhorar a qualidade da informação tecnico e científica, criou-se há alguns anos o "Google Scholar"ou em português, "Google Acadêmico".

O Google Acadêmico é um sistema de busca eletrônica de artigos científicos que oferece a estudantes e profissionais de diversas áreas (inclusive a área de saúde) a possibilidade de encontrar informações atuais, fidedignas e revisadas por pares, elevando em muito a qualidade da informação disponível.

Estes artigos podem ser vistos por todos que tem acesso à internet e significa que ao utilizar o Google Acadêmico, o resultado de sua busca sobre qualquer assunto científico será baseada em um conhecimento formal e acadêmico. 

Desta forma, recomenda-se que ao pesquisar um assunto científico, utilize-se este motor de busca.

Veja como chegar, passo a passo, no Google Acadêmico.

1. Entre na página inicial da Google:
2. Na parte superior da pagina, no extremo direito tem o ícone ‘Mais’ (veja onde a seta está indicando) – clique neste ícone.

3.       Clique depois em ainda mais, como a seta azul está indicando.

4.   Você terá acesso a uma nova página com diversos aplicativos interessantes do Google.
Nesta página, você encontrar-a o "Google Acadêmico".

Outro aplicativo bastante útil é o "Google Tradutor"  – um aplicativo muito fácil de usar e tem prático para traduzir pequenos textos e palavras. Você pode escolher o idioma do texto que precisa ser traduzido e o idioma para qual o texto deve ser traduzido (veja a seta verde).


Lembramos no entanto, que é sempre importante ter um análise crítica sobre o conteúdo de qualquer informação ou artigo. Devemos sempre nos perguntar se a informação adquirida pode ser aplicada e deve-se sempre verificar a fonte do artigo, a validade do artigo e a metodologia científica usada.

BOA PESQUISA!




quarta-feira, janeiro 16, 2013

Mais lenha na fogueira. E precisava?


Saiba mais sobre Lauro Moreira
Esta notícia foi extraída (com permissão) do Blog do meu amigo o Embaixador Lauro Moreira, o Quincasblog.

Vale à pena!

Eu já havia jurado para mim (a bem da verdade, mais de uma vez…) que nunca mais voltaria a perturbar a paciência de ninguém com essa novela interminável do famigerado Acordo Ortográfico da Língua Portugesa.

Desde que fui para Lisboa e assumi o cargo de Embaixador junto à CPLP em meados de 2006, gastei muita saliva e não pouca tinta, tentando convencer aqueles que por diferentes razões se opunham em Portugal à ratificação final do texto acordado pelos países lusófonos em 1990.

Acontece que agora, ao apagar das luzes de 2102, o Governo Dilma Roussef resolveu reabrir uma questão que já estava mais que encerrada e enterrada, com a tranquila adesão de todo o país às novas normas ortográficas.

E essa decisão de mudar o decreto de 2008, que estabelecia a incorporação definitiva dessas normas a partir de janeiro de 2013, transferindo-a para 2016, vai causar muito mais estragos do que se imagina.

Em Angola e Moçambique, que ainda não ratificaram o acordo ortográfico e até em Portugal, que já ratificou e estabeleceu um prazo mais longo que o nosso para sua entrada em vigor, mas onde as resistências são ainda ponderáveis, a decisão brasileira já está causando o maior reboliço e um evidente retrocesso.

Sei que o assunto para nós brasileiros não chega a dar muito IBOPE, mas aconselho vivamente aos poucos e fieis leitores do nosso Quincasblog que não deixem de ler um excelente texto que acabo de postar sobre o assunto, escrito por um especialista no tema, o Professor Carlos Alberto Faraco, da Universidade Federal do Paraná. Afinal, não podemos ficar apenas pela rama de um assunto que nos interessa a todos.

Boa leitura e um grande abraço,

Lauro Moreira

Mais sobre o Acordo Ortográfico por Lauro Moreira



segunda-feira, janeiro 14, 2013

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Cólera continua sendo um sério problema de saúde pública

Sempre que ocorre epidemias de cólera, a comunidade internacional de saúde se mobiliza para revisar as medidas de controle e as intervenções necessárias para conter a epidemia.

Nas últimas 2 décadas, isso aconteceu na América Latina em 1991, na República Democrática do Congo em 2004, no Zimbabwe em 2008 e no Haiti em 2008.

No entanto, mesmo com todas as precauções, a colera ainda ocorre com regularidade no mundo em desenvolvimento e os casos relatados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) continuam crescendo.

Nos últimos anos, mais de 1 milhão e meio de casos foram confirmados com mais de 7.000 mortes.
Veja o mapa.
 
fonte da imagem
 Estes números, apesar de alarmantes, não refletem a totalidade do problema e a OMS estima que ocorram entre 3 a 5 milhões de casos e entre 100.000 a 200.000 mortes anualmente.