sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Festival Internacional de Balões

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Começou no dia 26 de janeiro e vai até o dia 3 de fevereiro de 2013, o 35º Festival Internacional de Balões em Château-d'Oex na Suiça.

Isso não é uma atividade que vemos todos os dias, mas o festival atrai baloneiros de todas as partes do mundo que durante 1 semana participam de shows, apresentações e diversas atividades para crianças e familias.
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Nesta semana, pode-se ver balões de diversas formas em um show de cores que contrastam com a neve da cidade em janeiro.

O festival começou em 1978 quando Charles-André Ramseier, diretor do Escritório de Turismo da cidade em conversa com o piloto alemão Hans Bücker decidiu organizar voos por sobre o vale nevado com o intuito de revitalizar o turismo na região.
No ano seguinte, o primeiro festival de balões de Château-d'Oex foi inaugurado com a presença de diversas personalidades suiças e nunca mais parou.

segunda-feira, janeiro 28, 2013

Vamos lembrar os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM)

Em Setembro de 2000, na maior reunião de chefes de estado da história, foi discutida a adoção da Declaração do Milênio das Nações Unidas e marcou o começo do novo milênio.

A Declaração, assinada por 189 países, estabeleceu as metas a serem alcançadas em 2015.

Vamos recordar e começar a pensar no que fazer depois de 2015.....


ODM nº 1 : Erradicar a pobreza extrema e a fome

Um crescimento econômico sustentável ajuda a reduzir a pobreza
• Os países devem assegurar que os pequenos avanços econômicos serão protegidos em tempos difíceis, ajudando na redução da pobreza;
A atual crise financeira já reduziu as taxas de crescimento anuais previstas em 2009 para África subsaariana - de 7%, em dezembro de 2007 para 4%, em dezembro de 2008;
• Desde o início de 2008 os países têm sofrido com o aumento do preço dos alimentos e combustíveis. Isso tem um impacto negativo sobre a redução da pobreza.

ODM nº 2 :Atingir uma educação primária universal
• A educação é um direito fundamental e deve estar disponível para todos;
• A qualidade do ensino báscio e a aprendizagem continuam a ser questões importantes em todo o mundo tendo um impacto crucial na frequência e na duração da vida escolar;
• Educar meninas e mulheres tem repercussões específicas na saúde e na prosperidade dos países em vias de desenvolvimento. Por exemplo: em África, crianças cujas mães receberam cinco anos de educação primária têm 40% a mais de probabilidade de viver além dos cinco anos de idade.

ODM n°3:
Promover a igualdade de gêneros e dar mais poder às mulheres
• Não se pode eliminar a pobreza e atingir os ODM até que a discriminação contra mulheres e meninas tenha acabado. Mulheres têm uma contribuição vital para a economia, governança, para o processo de paz, para suas comunidades e famílias;
• A igualdade de gênero é também uma questão de direitos humanos. Os tratados internacionais de direitos humanos proíbem a discriminação contra as mulheres;
• A meta do ODM3 reconhece que a educação das meninas é uma das medidas mais eficazes de redução da pobreza. Mas somente a educação não é suficiente.
Atingir o ODM3 também requer o progresso noutras áreas-chave incluindo:
- Participação política;
- Acesso a ativos produtivos e a oportunidades de emprego;
- Acesso a serviços de saúde;
- Proteção contra a violência.

O progresso de todos os ODM baseia-se na igualdade de gênero. O desenvolvimento faz pouco sentido se metade da população é impedida de beneficiar e contribuir para esse mesmo desenvolvimento.

ODM nº 4 : Reduzir a mortalidade infantil
• A saúde e o bem estar das mulheres e seus filhos estão totalmente interligados;
• Existe um forte consenso de que os programas para a saúde materna, neonatal e infantil só serão efetivos se existir uma continuidade de cuidados, desde a gravidez e o parto e durante a infância. Esta continuidade exige a reorganização e reforço dos sistemas de saúde;
• Dos quatro milhões de bebés que morrem em cada ano nas 4 primeiras semanas de vida (período neonatal), quase três quartos das mortes poderiam ser evitadas se suas mães fossem adequadamente nutridas e recebessem cuidados adequado durante a gravidez, parto e período pós-natal;
• A maioria das mortes de crianças com menos de cinco anos de idade são atribuídas a infecções respiratórias agudas (principalmente pneumonia), diarréia, malária, sarampo, HIV/AIDS e condições neonatais - todas evitáveis através de intervenções adequadas;
• HIV/SIDA é um enorme e crescente problema para as crianças. Em 2006 o número estimado de crianças com menos de 15 anos vivendo com o HIV era de 2,3 milhões - 87% provenientes da África subsaariana. Além disso, estima-se que 15,2 milhões de crianças perderam um ou ambos os pais devido a esta infecção - 80% deles na África subsaariana. Em 2010 esse número deverá subir para mais de 20 milhões;
• A desnutrição aumenta o risco de morte por estas doenças - mais de metade das mortes infantis ocorre em crianças de baixo peso;
• A malária é uma das principais causas de anemia em mulheres grávidas e crianças, bem como de baixo peso ao nascer e parto prematuro. De um milhão de mortes causadas por malária a cada ano, mais de 90% são entre crianças africanas;
• Atenção à saúde sexual e reprodutiva da mulher (SSR) e aumento do acesso a preservativos é também importante para a saúde da criança. Por exemplo, a sífilis não tratada durante a gravidez resulta numa elevada taxa de nados mortos (25%) e provoca 14% dos óbitos neonatais;
• Em África, a prevalência de sífilis em mulheres grávidas varia entre 4-15%;
• Medidas de saúde pública têm um papel vital a desempenhar na redução do número de mortes infantis. Mas, reduzir a mortalidade infantil também exigirá ações destinadas a melhorar a nutrição, a igualdade de gênero, a educação e a renda familiar. Qualquer ação para melhorar os serviços deve assegurar o acesso equitativo para as mulheres e crianças;
• Discriminação contra meninas e distribuição desigual de alimentos e recursos dentro das famílias tem um impacto significativo na mortalidade infantil - principalmente na das meninas;
• Globalmente, a proporção de crianças com menos de cinco anos que apresentam baixo peso, diminuiu para um quinto durante o período de 1990 -2005. Todavia, apenas poucos progressos têm sido vistos no sul da Ásia e na África subsaariana, onde a desnutrição continua a ser um fator importante no aumento das mortes infantis.

ODM nº 5 : Melhorar a saúde materna

• Quase todas as mortes maternas poderiam ser evitadas com o acesso a cuidados de saúde durante a gravidez, parto e algumas semanas após parto, assim como o acesso a cuidados de emergências obstétricas em caso de complicações;
• A experiência da Tailândia, Bangladesh e Sri Lanka mostram que a mortalidade materna pode ser reduzida em países em vias de desenvolvimento;
• Existem diferenças significativas no acesso a serviços de saúde materna, por exemplo, na Etiópia, uma pessoa com recursos tem 28 vezes mais probabilidades de receber atendimento especializado durante o parto do que uma pessoa sem recursos;
• As mortes maternas são apenas a ponta do iceberg. Para cada morte materna, existem pelo menos 20 mulheres que sofrem sérias complicações relacionadas com a gravidez que podem repercutir-se ao longo de toda sua vida;
• A saúde e as chances de sobrevivência de um recém-nascido são largamente determinadas pela saúde da mãe, da sua nutrição e dos cuidados pré-natais que ela recebe;
• Para reduzir a mortalidade materna e a invalidez é necessário vontade política. Melhorar o estatuto e os direitos das mulheres e aumentar o acesso das mesmas a todos os serviços essenciais de saúde materna deve ser uma preocupação prioritária.

ODM nº 6: Combate ao HIV/Sida, malária e outras doenças
• Nos países em vias de desenvolvimento a prevalência de HIV estabilizou-se, mas a imagem global mascara a grande variação nos diferentes países.Embora a epidemia tenha começado a declinar no Quénia, Zimbabué e nas áreas urbanas de Burkina Faso e estabilizado em Uganda, Tanzânia e Gana, a epidemia continua crescendo na África do Sul;
• A maior conquista foi o aumento de acesso ao tratamento. Até ao final de 2006, mais de 2 milhões de pessoas recebiam terapia anti-retroviral em países de baixo e médio desenvolvimento, o que representa um aumento de 54% comparado com o ano anterior;
• Todavia, as medidas de prevenção não estão a acompanhar a propagação do HIV. Para cada nova pessoa que recebe tratamento, mais seis pessoas são infectadas;
• Em cada epidemia, existem indivíduos e grupos específicos que são desproporcionalmente vulneráveis ao HIV/SIDA. No entanto, eles permanecem amplamente negligenciados. Mulheres, jovens, homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, utilizadores de drogas injetáveis e presos estão entre os mais vulneráveis ao HIV e mais afetados pela epidemia.
Mas, globalmente, menos de um em cada vinte homens que fazem sexo com homens têm acesso à prevenção do HIV e serviços de cuidados que necessitam. Medidas de prevenção do HIV para os utilizadores de drogas injetáveis são, na melhor das hipóteses, 5% em todo o mundo.

ODM nº 7: Assegurar a sustentabilidade ambiental

• Para atingir os outros ODM é essencial o acesso à água potável e ao saneamento básico. É um requisito fundamental para melhorar os cuidados de saúde primários, para aumentar a escolaridade de meninos e meninas e é uma precondição para o sucesso na luta contra a pobreza, fome, mortalidade infantil e na obtenção de uma maior igualdade entre gêneros;
• Atingir as diferentes metas também irá salvar muitas vidas. A diarréia causa cerca de 1,5 milhões de mortes em cada ano (principalmente entre crianças) e é a terceira maior causa de morte por doença infecciosa. De fato, aproximadamente a cada 20 segundos, uma criança morre devido a diarréia. De acordo com a OMS, cerca de 90% dessas mortes poderiam ser evitadas através do acesso a água potável, saneamento básico e práticas de higiene efetivas.

ODM nº 8: Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento

• O alívio da dívida externa por parte dos países desenvolvidos, colabora para que os países menos desenvolvidos tenham recursos adicionais para investirem na saúde, educação e infra-estruturas, tal como estabelecido nas estratégias nacionais de redução da pobreza.

http://www.who.int/mdg/en/index.html
http://www.dfid.gov.uk/global-issues/millennium-development-goals/



 

sexta-feira, janeiro 25, 2013

Copa Africana das Nações 2013: Angola ou Cabo Verde?

Taça das Nações Africanas
Copa Africana das Nações
Campeonato Africano das Nações

Não importa como se chama, mas em 2013 está sendo disputada na África do Sul.


Este ano, ANGOLACABO VERDE, dentre os países de língua portuguesa de África, estão disputando este campeonato e ainda por cima estão no mesmo grupo!

Para quem você está torcendo?

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Não importa se você vai torcer pelos Palancas Negras  (Angola) ou pelos Tubarões Azuis (Cabo Verde). O que importa é que vamos apoiar um de nossos irmãos.
A final será no dia 10 de fevereiro e o campeã garante sua colocação na Copa das Confederações em junho de 2013 no Brasil.



De a sua opinião no BLOG

Para saber mais sobre os Palancas Negras ou Tubarões Azuis, clique nos links.



Quem será que vai ganhar?

E qual será a classificação final dessas duas seleções?




 


quarta-feira, janeiro 23, 2013

ePORTUGUÊSe na Rede Social

Você sabia que a Rede ePORTUGUÊSe está super conectada a rede social?
...no Facebook...


...no Twitter...


...no You Tube!




Acesse!

Mas não se esqueça de olhar a nossa página no site da OMS:




segunda-feira, janeiro 21, 2013

O que é google scholar ou google acadêmico?

Google scholar: para que serve, como acessar, quando usar, para que usar

Quando temos que fazer um trabalho da escola ou uma pesquisa para uma matéria da universidade, ou queremos aprender mais sobre um determinado assunto, seja ele científico ou não, com certeza e na maioria das vezes, recorremos à internet e utilizamos o Google.

No entanto, já se discute à muito tempo a fidedignidade da informação disponível na internet. No caso das informações científicas, isso é cada vez mais importante. Como forma de melhorar a qualidade da informação tecnico e científica, criou-se há alguns anos o "Google Scholar"ou em português, "Google Acadêmico".

O Google Acadêmico é um sistema de busca eletrônica de artigos científicos que oferece a estudantes e profissionais de diversas áreas (inclusive a área de saúde) a possibilidade de encontrar informações atuais, fidedignas e revisadas por pares, elevando em muito a qualidade da informação disponível.

Estes artigos podem ser vistos por todos que tem acesso à internet e significa que ao utilizar o Google Acadêmico, o resultado de sua busca sobre qualquer assunto científico será baseada em um conhecimento formal e acadêmico. 

Desta forma, recomenda-se que ao pesquisar um assunto científico, utilize-se este motor de busca.

Veja como chegar, passo a passo, no Google Acadêmico.

1. Entre na página inicial da Google:
2. Na parte superior da pagina, no extremo direito tem o ícone ‘Mais’ (veja onde a seta está indicando) – clique neste ícone.

3.       Clique depois em ainda mais, como a seta azul está indicando.

4.   Você terá acesso a uma nova página com diversos aplicativos interessantes do Google.
Nesta página, você encontrar-a o "Google Acadêmico".

Outro aplicativo bastante útil é o "Google Tradutor"  – um aplicativo muito fácil de usar e tem prático para traduzir pequenos textos e palavras. Você pode escolher o idioma do texto que precisa ser traduzido e o idioma para qual o texto deve ser traduzido (veja a seta verde).


Lembramos no entanto, que é sempre importante ter um análise crítica sobre o conteúdo de qualquer informação ou artigo. Devemos sempre nos perguntar se a informação adquirida pode ser aplicada e deve-se sempre verificar a fonte do artigo, a validade do artigo e a metodologia científica usada.

BOA PESQUISA!




quarta-feira, janeiro 16, 2013

Mais lenha na fogueira. E precisava?


Saiba mais sobre Lauro Moreira
Esta notícia foi extraída (com permissão) do Blog do meu amigo o Embaixador Lauro Moreira, o Quincasblog.

Vale à pena!

Eu já havia jurado para mim (a bem da verdade, mais de uma vez…) que nunca mais voltaria a perturbar a paciência de ninguém com essa novela interminável do famigerado Acordo Ortográfico da Língua Portugesa.

Desde que fui para Lisboa e assumi o cargo de Embaixador junto à CPLP em meados de 2006, gastei muita saliva e não pouca tinta, tentando convencer aqueles que por diferentes razões se opunham em Portugal à ratificação final do texto acordado pelos países lusófonos em 1990.

Acontece que agora, ao apagar das luzes de 2102, o Governo Dilma Roussef resolveu reabrir uma questão que já estava mais que encerrada e enterrada, com a tranquila adesão de todo o país às novas normas ortográficas.

E essa decisão de mudar o decreto de 2008, que estabelecia a incorporação definitiva dessas normas a partir de janeiro de 2013, transferindo-a para 2016, vai causar muito mais estragos do que se imagina.

Em Angola e Moçambique, que ainda não ratificaram o acordo ortográfico e até em Portugal, que já ratificou e estabeleceu um prazo mais longo que o nosso para sua entrada em vigor, mas onde as resistências são ainda ponderáveis, a decisão brasileira já está causando o maior reboliço e um evidente retrocesso.

Sei que o assunto para nós brasileiros não chega a dar muito IBOPE, mas aconselho vivamente aos poucos e fieis leitores do nosso Quincasblog que não deixem de ler um excelente texto que acabo de postar sobre o assunto, escrito por um especialista no tema, o Professor Carlos Alberto Faraco, da Universidade Federal do Paraná. Afinal, não podemos ficar apenas pela rama de um assunto que nos interessa a todos.

Boa leitura e um grande abraço,

Lauro Moreira

Mais sobre o Acordo Ortográfico por Lauro Moreira