domingo, março 23, 2014

Dia Mundial da Tuberculose - 24 de Março

"Chegue aos 3 milhões"
É este o slogan para o Dia Mundial da Tuberculose em 2014.



A tuberculose tem cura! Mas...
Todos os anos cerca de 9 milhões de pessoas adoecem com tuberculose. Desses 9 milhões, 3 milhões não têm acesso aos cuidados de saúde necessários. Muitos deles vivem em comunidades pobres, mais vulneráveis ou estão entre as populações marginalizadas como os trabalhadores migrantes, refugiados e pessoas deslocadas, os presos, os povos indígenas, as minorias étnicas e os toxicodependentes.


A parceria OMS e Stop TB, promovem o Dia Mundial da Tuberculose de modo a dar oportunidade às pessoas afetadas e as comunidades em que vivem, as organizações da sociedade civil, governos prestadores de cuidados de saúde, e os parceiros internacionais para pedir medidas suplementares para atingir os 3 milhões. Todos os parceiros podem ajudar a criar abordagens inovadoras para garantir que todos os que sofrem de tuberculose tenham acesso ao diagnóstico, tratamento e cura da tuberculose..

O Dia Mundial da Tuberculose é uma oportunidade de aumentar a conscientização sobre a carga de tuberculose em todo o mundo e o estado atual dos esforços no sentido da prevenção e controlo da tuberculose. 
Progressos no sentido de metas globais para a redução dos casos de tuberculose e de mortes nos últimos anos tem sido impressionante: mortalidade por tuberculose caiu mais de 45% em todo o mundo desde 1990, e a incidência está a diminuir. Novas ferramentas de diagnósticos rápidos estão a transformar a resposta à doença e novos medicamentos que salvam vidas estão a ser introduzidas.
Mas o desafio continua.

informação sobre tuberculose
Alguns factos a ter em mente:

  • 8.6 milhões de pessoas adoeceram de tuberculose em 2012, apesar de ser evitável e curável.
  • 1.3 milhões morreram de tuberculose em 2012 (incluindo 320 000 pessoas com VIH). Cerca de 95% das mortes por tuberculose ocorre em países de rendimento baixo e médio e está entre as três principais causas de morte entre mulheres de 15 a 44 anos.
  • Até 74 mil crianças morreram de tuberculose em 2012. A tuberculose infantile é muitas vezes ignorada devido ao difícil diagnóstico e tratamento. Também como resultado das mortes provocadas por tuberculose em adultos, 10 milhões de crianças ficaram órfãs.
  • Tuberculose é a maior causa de morte em pessoas VIH positivas. 1.3 milhões de vidas foram poupadas de 2005 a 2011 através de serviços coordenados de tuberculose e VIH na deteção, prevenção e tratamento de infeções duplas.
  • O número de pessoas a adoecer com tuberculose está a diminuir e a mortalidade por tuberculose diminuiu mais de 45% desde 1990. 
  • 80% dos casos reportados ocorreram em 22 países, em 2012. Cerca de 60% dos novos casos ocorreu na Ásia, o maior número de casos ocorreu na África Subsaariana. Nenhum país conseguiu erradicar esta doença.
  • Tuberculose multiresistente (MDR-TB) não responde a tratamentos padrões e é difícil e caro de tratar. Ela está presente em todos os países rastreados pela OMS. A principal causa para o seu aparecimento é o uso incorreto dos medicamentos antitubeculose.
  • 450 mil pessoas desenvolveram tuberculose multiresistente em 2012. Formas severas de MDR-TB com tratamento inadequado podem ainda progredir para tuberculose de resistência extensa (XDR-TB) que tem ainda menos medicamentos disponíveis para o seu tratamento.
  • 56 milhões de pessoas foram tratadas com eficácia desde 1995. 22 milhões de vidas foram salvas desde 1995 graças à Estratégia Stop TB e DOTS.
  • As metas globais para tuberculose em 2015:
    • Parar e diminuir incidência global
    • Reduzir para metade as mortes provocadas por tuberculose em relação a 1990.

Bibliografia:

http://www.who.int/features/factfiles/tuberculosis/en/#
http://www.who.int/campaigns/tb-day/2014/event/en/
http://www.stoptb.org/events/world_tb_day/2014/

terça-feira, março 18, 2014

Instrumentos musicais- Brasil

A música é um dos fatores que representam a essência de uma cultura. Ela expressa as raízes de um povo, suas alegrias, tristezas, suas falas, seu folclore.

Fonte da foto
A música brasileira é uma rica mistura de influências indígenas, portuguesas, e africanas. A maioria dos instrumentos musicais brasileiros vieram de antepassados ​​portugueses, indígenos e africanos e ainda mantêm suas características originais. Enquanto outros foram modificados e têm evoluído ao longo do tempo, assumindo as suas próprias gamas de sons e ritmos.

Hoje vamos dar uma olhada em apenas alguns dos instrumentos, pois não seria possível apresentar cada um deles.


Agogô
O agogô é um instrumento de origem africana utilizado com mais frequência em ritmos como a capoeira, samba e no candomblé. Seu nome é um derivado da palavra “akokô” que na língua nagô significa “relógio” ou “tempo”, pois o seu som agudo e seu ritmo contínuo lembram os de um relógio. O som é produzido pela vibração das campânulas de ferro percutidas por uma vareta do mesmo metal o de madeira.

   

Atabaque
Como a grande maioria dos instrumentos de percussão o atabaque é de origem africanaO nome se originou do termo árabe aT-Tabaq, que significa "prato". Sua utilização é mais frequente na capoeira e no candomblé. O seu couro vem da pele da vaca e é esticado por um sistema de anéis de metais ou aros, cordas e cunhas de madeira de jacaranda. É tocado com as mãos, com duas baquetas, ou por vezes com uma mão e uma baqueta, dependendo do ritmo e do tambor que está sendo tocado.




Um dos sons caracterizantes do Brasil é o do berimbau. 
Da África, o berimbau foi levado ao Brasil pelos escravos angolanos, acabando se tornar um elemento fundamental na tradição da capoeira.
Berimbau

O instrumento de percussão é formado de um arco de madeira retesado por um arame, de uma caixa de ressonância, um dobrão ou uma pedra para retesar mais o arame, e um caxixi, que é um recipiente de vime com sementes secas no seu interior.



Cuíca

Um outro instrumento típico do Brasil é a cuíca, de origem africanaA cuíca parece um tambor mas o som é produzido pela fricção entre um pedaço de tecido molhado e um gambito. Pressionando a parte externa da cuíca com o dedo, é possivel produzir a sonoridade de ronco característico. Ouça o som da cuíca!



Cavaquinho brasileiro

cavaquinho tem origem portuguesaTodavia, o cavaquinho brasileiro é diferente do português em que o pescoço é elevado em relação ao corpo, e o furo de som é tradicionalmente redondo, portanto tornando-se semelhante a uma guitarra tradicional. O cavaquinho é muito usado nas rodas de samba e no pagode.
Pandeiro

Normalmente o cavaquinho acompanha o som do pandeiro, um instrumento de origem árabe, que passando por Itália e Portugal, chegou até o Brasil e tornou-se referência cultural. Hoje têm diversos tamanhos e modelos de pandeiros, e este instrumento que antes tinha espaço apenas em reuniões de sambistas, hoje “desfila” por vários ritmosO som do pandeiro depende de uma combinação de factores: os materiais usados, a grossura do aro, o tipo de pele, o material e combinação de caricas. 


Ganzá ou Mineiro
O Ganzá é um instrumento musical de percussão, executado por agitação e é usado no samba e otrous ritmos brasileiros.
O instrumento é uma evolução das maracá, instrumentos indígenos.
O ganzá é geralmente feito de um tubo de metal ou plástico em formato cilíndrico, preenchido com areia, grãos de cereais ou pequenas contas.

Xequerê
O último instrumento musical que vamos apresentar hoje é o xequerê, de origem africana.
Ele é feito de uma cabaça cortada ao meio em uma das extremidades e envolta por uma rede de contas. 
Toca-se segurando na cabaça e balançando-a de um lado a outro fazendo com que a malha de contas repercuta na parte externa da cabaça.É um instrumento que dá um molho especial no ritmo executado, utilizado no Maracatú e, hoje em dia, incorporado até nas baterias de escola de samba. Para desfrutar do som do xequrê, clique aqui.


Para saber mais e descobrir outros instrumentos consulte a bibliografia.




domingo, março 16, 2014

Instrumentos Musicais - Angola

A música sempre fez parte da história do homem.

Os instrumentos musicais e os sons característicos de cada lugar, região ou país são muitos e se misturam formando diferentes musicalidades.
Os instrumentos musicais são também característicos e muitas vezes únicos formados com os mais diversos materiais.

Museu do Instrumento Musical
Assim, nesta nossa tarefa de divulgar o que existe de diferente nos países de língua portuguesa, vamos apresentar alguns instrumentos musicais que são a identidade de um país, de um povo!

Angola

KISANJI

Kisanji
O povo angolano nutre uma grande estima e gosto por este instrumento que tem um som relativamente fraco mas fluído. É usado em caminhadas longas, para afastar a solidão ou a saudade. 
Serve também como fundo musical quando se contam histórias à volta da fogueira.

Para o camponês angolano o kisanji é um companheiro que escuta seus desabafos, seus desejos e aflições cantadas baixinho ao mesmo tempo que dedilha o instrumento.

O kisanji, quissange ou tyitanzi é uma tábua rectangular, tendo montada na metade superior um cavalete de ferro constituído por um aro rectangular onde se apoiam as lamelas. Também pode ser chamado de lamelofone.

No sentido transversal, um travessão apoia-se sobre as teclas, e é apertado por ganchos à tábua. É frequente as lamelas serem de ferro, direitas ou espatuladas e ligeiramente levantadas do lado onde as dedilham.

Dependendo das localidades são feitos com mais ou menos lamelas e com caixas de ressonancia podendo ser utilizadas cabaças para as substituir. Quando assim é, adoptam os seguintes nomes: kalimba ou karimba (Uganda), mangambeu (Camarões), kond (Serra Leoa), likembe, budongo, mbila, mbira (Zimbabwe), entre outros.



MPUNGI

Mpungi
Mpungi, trombeta da realeza Kikongo que serve para anunciar as cerimónias fúnebres ou a investidura do rei. É um instrumento musical elaborado a partir de ponta de elefante, aerofone e considerado como símbolo da realeza. É utilizada para anunciar mensagens a longas distâncias, ou para entoar acordes quando o chefe máximo está presente em ocasiões ou cerimónias especiais.

A instância máxima do poder político tradicional (o rei ou seu descendente direto), deve possuir entre os seus objectos de valor três Mpungi. A cifra três é indispensável para continuidade da realeza: rei, rainha e sucessor. Makukua Matatu Malambile Kongo, as três pedras onde assenta a panela, o local de convívio e troca de ideias. Tirando uma delas é impossível cozinhar, porque não há equilíbrio.

Nas cerimónias que obrigam a presença do rei, os cânticos são acompanhados com os três Mpungi, sendo dever do seu detentor cuidá-los com a maior atenção e deferência, conservando-os em lugares especiais.

Bibligrafia:

  • Redinha, José. Kisanji Instrumentos Musicais de Angola: Sua construção e descrição.  Instituto de antropologia ed. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1984. 
  • http://petrinus.com.sapo.pt/quissanje.htm
  • http://www.mincultura.gv.ao/criacao_plastica.htm

quinta-feira, março 13, 2014

Fundação FIOCRUZ - uma breve história

FIOCRUZ 


A Fundação Oswaldo Cruz, também conhecida como FIOCRUZ, teve início em 25 de maio de 1900, com a criação do Instituto Soroterápico Federal, na bucólica Fazenda de Manguinhos, Zona Norte do Rio de Janeiro, Brasil. Originalmente era destinada ao fabric de soros e vacinas contra a peste bubônica, mas desde então, a instituição experimentou uma intensa trajetória, que se confunde com o próprio desenvolvimento da saúde pública no país.

Tendo como diretor geral o Barão de Pedro Afonso e diretor técnico o jovem bacteriologista Oswaldo Cruz, o Instituto foi responsável pela reforma sanitária que erradicou a epidemia da peste bubônica e a febre amarela da cidade. E logo ultrapassou os limites do Rio de Janeiro, com expedições científicas que desbravaram as lonjuras do país. O Instituto também foi peça chave para a criação do Departamento Nacional de Saúde Pública, em 1920.

Barão de Pedro Afonso
A instituição perdeu autonomia com a Revolução de 1930 e foi foco de muitos debates nas décadas de 1950 e 1960. Com o golpe de 1964, foi atingida pelo chamado Massacre de Manguinhos: a cassação dos direitos políticos de alguns de seus cientistas. Mas, em 1980, conheceu de novo a democracia, e de forma ampliada. Na gestão do sanitarista Sergio Arouca, teve programas e estruturas recriados, e realizou seu 1º Congresso Interno, marco da moderna Fiocruz. Nos anos seguintes, foi palco de grandes avanços, como o isolamento do vírus HIV pela primeira vez na América Latina.


A Fiocruz desenha uma história robusta nos primeiros anos do século XXI. Ampliou suas instalações e, em 2003, teve finalmente o seu estatuto publicado. Foi uma década também de grandes avanços científicos, com feitos como o deciframento do genoma do BCG, bactéria usada na vacina contra a tuberculose. Uma trajetória de expansão, que ganhou novos passos nesta segunda década, com a criação de escritórios como o de Mato Grosso do Sul e o de Moçambique, na África. Um caminho que se alimenta de conquistas e de desafios sempre renovados.

Edifício da Fundação Oswaldo Cruz
Atualmente, a fundação tem como objetivo produzir, disseminar e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltados para o fortalecimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), contribuir para a promoção da saúde e da qualidade de vida da população brasileira, para a redução das desigualdades sociais e para a dinâmica nacional de inovação, tendo a defesa do direito à saúde e da cidadania ampla como os valores centrais.

Para saber mais sobre Oswaldo Cruz:

Bibliografia:

terça-feira, março 11, 2014

Cuidados Primários de Saúde - Conceito e História

Em 1978, 134 países e 67 organismos internacionais, reuniram-se em Alma –Ata, no Kasaquistão (hoje Almaty) numa Conferência Internacional onde definiram, para todos os países participantes entre os quais se encontrava Portugal, o conceito sobre cuidados primários de saúde.

Declaração de Alma-Ata


“Os cuidados primários de saúde são cuidados essenciais de saúde baseados em métodos e tecnologias práticas, cientificamente bem fundamentadas e socialmente aceitáveis, colocadas ao alcance universal de indivíduos e famílias da comunidade, mediante sua plena participação e a um custo que a comunidade e o país podem manter em cada fase de seu desenvolvimento, no espírito de autoconfiança e autodeterminação. Fazem parte integrante tanto do sistema de saúde do país, do qual constituem a função central e o foco principal, quanto ao desenvolvimento social e económico global da comunidade". 






Representam o primeiro nível de contacto dos indivíduos, da família e da comunidade com o sistema nacional de saúde pelo qual os cuidados de saúde são levados o mais proximamente possível aos lugares onde pessoas vivem e trabalham, e constituem o primeiro elemento de um continuado processo de assistência à saúde.

Barbara Starfield
Para Barbara Starfield (foi pediatra e Mestre em Saúde Pública),impulsionadora dos Cuidados de Saúde Primários a nível internacional,estabeleceu quatro elementos fundamentais nos Cuidados Primários de Saúde: 

1 - Cuidados de primeiro contacto (gatekeepers): espera-se dos CPS que sejam mais acessíveis à população, em todos os sentidos, e que com isso seja o primeiro recurso a ser procurado. Dessa forma, os CPS são o primeiro contacto da medicina com o paciente.

2 – Cuidados longitudinais (ao longo da vida) :a pessoa atendida mantém o seu vínculo com o serviço ao longo do tempo, de forma que quando haja uma nova necessidade esta seja atendida de forma mais eficiente; essa característica também é chamada de longitudinalidade;

3 – Compreensivos (Globais, holísticos);

4 – Coordenação/ Integração (com os restantes níveis de cuidados):o nível primário é responsável por todos os problemas de saúde; ainda que parte deles seja encaminhado a equipes de nível secundário ou terciário, o serviço de Atenção Primária continua co-responsável. Além do vínculo com outros serviços de saúde, os serviços do nível primário podem operar visitas ao domicílio, reuniões com a comunidade e ações intersetoriais. Nessa característica, a Integralidade também significa a abrangência ou ampliação do conceito de saúde, não se limitando ao corpo puramente biológico,mesmo quando parte substancial do cuidado à saúde de uma pessoa seja realizado em outros níveis de atendimento, o nível primário tem a incumbência de organizar, coordenar e/ou integrar esses cuidados, já que frequentemente são realizados por profissionais de áreas diferentes ou terceiros, e que portanto têm pouco diálogo entre si.

O caso de alguns países de língua oficial Portuguesa:

Em Portugal não existe uma definição única e aceite entre todos, mas antes um mesmo conceito com base na declaração de Alma- Ata. Assim pode dizer-se, entre outras descrições, que Cuidados Primários de Saúde são o primeiro contacto dos indivíduos com serviços de saúde assegurando cuidados essenciais e o aconselhamento na resolução dos seus problemas, com disponibilidade e de forma personalizada – abrangem a prevenção primária, secundária e terciária. Ou seja, a educação para a saúde e a prevenção da doença, o diagnóstico e tratamento e ainda a reabilitação.
Fonte da Imagem
No Brasil, a portaria que aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabeleceu a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS), definindo Atenção Básica como:

Fonte da Imagem
"um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde. É desenvolvida por meio do exercício de práticas gerenciais e sanitárias democráticas e participativas, sob forma de trabalho em equipe, dirigidas a populações de territórios bem delimitados, pelas quais assume a responsabilidade sanitária, considerando a dinamicidade existente no território em que vivem essas populações. Utiliza tecnologias de elevada complexidade e baixa densidade, que devem resolver os problemas de saúde de maior freqüência e relevância em seu território. É o contato preferencial dos usuários com os sistemas de saúde. Orienta-se pelos princípios da universalidade, da acessibilidade e da coordenação do cuidado, do vínculo e continuidade, da integralidade, da responsabilização, da humanização, da equidade e da participação social" (Brasil, 2006)

Vários estudos observaram que a orientação dos sistemas de saúde do Brasil pelos princípios da atenção primária está associada a melhores resultados. Em 2005 a Organização Pan-Americana de Saúde (com a participação de ministros de todos os países membros), reafirmou que basear os sistemas de saúde na APS é a melhor abordagem para produzir melhoras sustentáveis e eqüitativas na saúde das populações das Américas.

Bibliografia:



  • Starfield, B. Atenção primária — Equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: Unesco, Ministério da Saúde, 2002. 
  • BRASIL, MS - Pacto pela Saúde – Política Nacional de Atenção Básica. Volume 4
  • http://www.ensp.unl.pt/dispositivos-de-apoio/cdi/cdi/sector-de-publicacoes/revista/2000-2008/pdfs/E-01-2001.pdf
  • http://www.who.int/whr/2008/whr08_pr.pdf
  • Ir para cimaBRASIL, MS - Pacto pela Saúde – Política Nacional de Atenção Básica. Volume 4. Disponível em:http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=1021