domingo, maio 11, 2014

Dia do Enfermeiro - 12 de Maio

Dia 12 de maio comemora-se mundialmente o Dia do Enfermeiro, em referência a Florence Nightingale, um marco da enfermagem moderna no mundo e que nasceu em 12 de maio de 1820, em Florença na Itália tendo por isso recebido o nome da cidade onde nasceu.

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Moça de temperamento irrequieto, Florence desde cedo questionava a falta de oportunidades para as mulheres de seu circulo social e começou a frequentar os bairros mais pobres e logo se interessou em cuidar dos que estavam doentes. Aos 24 anos de idade começou a visitar hospitais em Londres a procura de trabalho, mas naquela época, os doentes eram cuidados por voluntárias ou irmãs de caridade. A profissão de enfermeira não existia e as mulheres que realizavam esta tarefa eram consideradas um pouco mais do que prostitutas e não possuíam nenhuma qualificação.

Durante onze anos, Florence visitou diversos hospitais e conversou com diversas ordens religiosas em várias partes da Europa sobre o cuidado dispensado aos doentes. Em 1850 esteve pela primeira vez no Instituto Luterano em Keiserswerth na Alemanha que havia sido fundado para cuidar dos "destituídos" e tinha se tornado uma escola para o treinamento de mulheres professoras e enfermeiras. Esta visita a convenceu da possibilidade de transformar a enfermagem numa profissão para mulheres.
Em 1953, aos 33 anos de idade, Florence aceitou seu primeiro posto administrativo como superintendente do Hospital para mulheres inválidas em Londres.
Em 1860, Florence Nightingale fundou uma Escola de Treinamento para enfermeiras no Hospital St. Thomas, mas sua saúde a impediu de aceitar o posto de superintendente embora ela acompanhasse de perto e com grande interesse, os progressos desta nova instituição.

Florence Nightingale
Ela fundou em 1868 a Sociedade de Enfermeiras de "East London", a Associação de Enfermeiras e a Sociedade Nacional de Enfermeiras em 1874 e o Instituto de Enfermeiras do Jubileu da Rainha em 1890.
Seu trabalho inspirou outros paises a melhorarem as condições dos hospitais de campanha e sua ajuda foi importante para os soldados na guerra civil americana e na guerra fronco-prussiana . Ela recebeu diversos premios e reconhecimentos por seu trabalho tanto no Reino Unido como em outros paises.
Seu livro "Notas de Enfermagem" foi publicado inúmeras vezes durante sua vida.

Desde os tempos do Velho Testamento, a profissão de enfermeiro já era reconhecida por aqueles que cuidavam e protegiam pessoas doentes, em especial idosos e deficientes. Nessa época e durante muitos séculos, a enfermagem estava associada ao trabalho feminino, caracterizado pela prática de cuidar de grupos nômades primitivos.
Em meados do século XVI, com a evolução do trabalho associada ao reconhecimento da prática, a Enfermagem começou a ser vista como uma atividade profissional institucionalizada e, no século XIX, vista como Enfermagem moderna na Inglaterra. A partir daí, foram catalogadas definições e padrões para a profissão e a ANA (American Nurses Association) define a Enfermagem como “uma ciência e uma arte, com objetivo de cuidar dos problemas reais de saúde, através de ações interdependentes com suporte técnico-científico, bem como educar para a saúde, prevendo doenças e com cuidados individuais e únicos a cada paciente”.

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Para saber mais sobre Florence Nightingale, consulte o nosso post aqui.

Bibliografia:
http://www.uniaosaude.com.br/site/noticias-single/66-dia-12-de-maio-dia-do-enfermeiro.html

quinta-feira, maio 08, 2014

Impacto das alterações climáticas na saúde

O relatório mais recente sobre as alterações climáticas do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC, em inglês), documenta provas sobre a natureza e escala dos riscos para a saúde derivados das alterações climáticas, bem como os potenciais benefícios provenientes da redução da emissão de gases de estufa.

Problemas de saúde exacerbados
Alterações climáticas irão atuar, até pelo menos metade deste século, no sentido de exacerbar os problemas de saúde já existentes e o maior risco sera para as poulações que são atualmente mais afetadas por doenças relacionadas com o clima. Existe forte evidência que o impacto negativo irá prevalecer sobre os efeitos positivos.
Um dos maiores riscos deve-se à malnutrição resultante da redução na produção de alimentos, ferimento e doença como consequência ondas de calor e fogos que causam mudança na distribuição espacial de doenças infeciosas.



Riscos para a saúde adicionais: exposição ao calor
O relatório documenta evidência sobre riscos adicionais. O relatório refere que segundo estudos recentes na possibilidade de cenários de clima extrema, em que alguns projetam aumento de cerca de 4-7 graus em todo o mundo. Nestas condições, em algumas regiões a capacidade humana de suportar o calor será ultrapassado nos períodos mais quentes do ano, não será possível realizar qualquer tipo de trabalho ou atividade recreacional sem proteção no exterior.



Investimento em saúde preventiva
O relatório apresenta também evidência que pode ajudar na resposta a este desafio. Estudos modelaram, pela primeira vez, as potenciais consequências das alterações climáticas juntamente com as mudanças económicas e sociais projetadas.
O estudo mostra como as alterações climáticas faz frente aos ganhos em saúde conseguidos através do desenvolvimento social, e pode atrasar o progresso nos países mais pobres. Por outro lado, também mostra como investir em programas de saúde preventiva, no contexto de forte desenvolvimento socioeconómico pode diminuir muito a vulnerabilidade e permitir ultrapassar em parte alguns riscos para a saúde a curto a médio prazo.

Melhorar a saúde e reduzir as emissões de dióxido de carbono
Um dos grandes avanços está na crescente evidência de que ações bem planeadas na redução de emissão de gases de estufa podem trazer grande ganhos em saúde.
A forma mais óbvia é a de redução da poluição atmosférica, recentemente identificada como a causa de aproximadamente 7 milhões de mortes por ano, ou um em cada 8 morte no mundo.
O relatório documenta ainda evidência de que ao reduzir a emissão de poluentes atmosféricos de curta duração como metano e carbono negro não só retarda o aquecimento global como pode evitar entre 2 a 2,5 milhões de mortes por ano, globalmente. Convertendo para termos económicos, os ganhos em saúde podem compensar muito do custo da mitigação de gases de estufa.


Consulte detalhes aqui: http://www.ipcc-wg2.gov/AR5/

Bibliografia:
http://www.who.int/globalchange/environment/climatechange-2014-report/en/

terça-feira, maio 06, 2014

Resistência a antibióticos

Publicado em 2014 o primeiro relatório global da OMS sobre a resistência a antibióticos que está deixando de ser simplesmente uma previsão para o futuro e tornando-se uma realidade em muitas partes do mundo e que pode afetar qualquer pessoa de qualquer idade em qualquer lugar.

penicilina G
A descoberta de antibióticos eficazes têm sido um dos grandes benefícios da medicina moderna. 

A penicilina foi descoberta em 1928 por Alexander Fleming por acaso. Mas com esta descoberta, permitiu o combate às infecções que mudou a história da medicina no século XX.

Depois da Penicilina muitos antibióticos foram sendo  desenvolvidos. Os antibióticos são usados para combater infeções causadas por bactérias, sendo ineficaz para outro tipo de infeções. O seu uso indiscriminado ou de forma errada tem contribuido para o aparecimento de germes super resistentes.  Neste ritmo e num futuro próximo, corre-se o risco de que uma pequena ferida ou infecções que têm sido tratadas durante décadas possam voltar a ser um problema.

Resistência a antibióticos leva a que as pessoas permaneçam doentes por mais tempo e aumenta o risco de complicações e de morte. Resistência também aumenta o custo dos cuidados de saúde, com o aumento do período de tempo de permanência no hospital e cuidados mais intensivos.

Principais pontos

A Klebsiella pneumoniae é um dos grandes agentes causadores de pneumonias e infeção por todo o corpo em ambiente hospitalar. Na infeção por K. pneumoniae foi identificado resistência a carbapenemos, o tratamento  de último recurso. Esta resistência já se encontra disseminado por todas as regiões do mundo, sendo que em alguns países, os carbapenemos não são eficazes em mais de metade das pessoas tratadas.


Fonte de imagem
A Escherichia coli é a bactéria mais comum causadora de infeções urinárias. Em 1980, as fluoroquinolonas foram introduzidas para o tratamento desde tipo de infeções. Desde então, a resistência progrediu de práticamente zero para o estado atual, em que em muitos países, os tratamentos não são eficazes em mais de metade dos pacientes tratados.

Antibiograma de Staphylococcus aureus
 multi-resistente
Combate à resistência
O relatório apresenta ferramentas para combater resistência a antibióticos, como sistemas para rastear e monitorizar a resistência. Outra forma, seria a de prevenir as infeções através da higiene, saneamento, vacinação e controlo de infeções em locais de cuidados de saúde, diminuindo assim a necessidade do uso de antibióticos. A OMS apela também à necessidade de desenvolver novas formas de diagnóstico, novos antibióticos e outras ferramentas que permitem que os profissionais de saúde andem sempre à frente do surgimento da resistência.

Como fazer frente à resistência:
Comunidade - Pode contribuir através do uso de antibióticos só quando prescritos por um médico.
Os pacientes devem tomar o antibiótico por todo o período de prescrição, mesmo que já se sintam melhor.
Nunca partilhar antibióticos ou usar restos de outras prescrições.

Profissionais de saúde – Melhorar medidas de prevenção e controlo.
Apenas prescrever e dispensar antibióticos quando estritamente necessários.
Prescrever e dispensar o antibiótico adequado para o tratamento da doença.

Decisores políticos – Reforçar capacidade laboratorial de seguir resistências.
Regular e promover o uso apropriado de medicamentos.

Indústria e também decisores políticos – Criar novas ferramentas para pesquisa e desenvolvimento, e incentivar à inovação.
Promover a cooperação e partilha de informação entre todos os envolvidos.


Para ler o relatório em inglês:
http://www.who.int/drugresistance/documents/surveillancereport/en/

Bibliografia:
http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2014/amr-report/en/

6 de maio - Dia Mundial da Asma

domingo, maio 04, 2014

Dia da Higiene das Mãos - 5 de Maio

Boas práticas de higiene das mãos no cuidado dos pacientes protege-os das infecções nos serviços de saúde. 
Há evidência científica demonstrando que uma boa higiene das mãos  reduz o número de infecções causadas por agentes patogénicos resistentes aos antibióticos, em particular o Staphylococcus aureus.

Profissionais de saúde têm um papel importante na proteção dos pacientes das infecções difíceis de tratar. 
A higiene das mãos deve ser realizada preferencialmente com recurso a gel/antisético com base em álcool ou, no caso das mãos estiverem visivelmente sujas, através da lavagem das mãos com sabão e água.

5 momentos chave:
- Antes de tocar no paciente;
- Antes de procedimentos limpos e asséticos (por exemplo, inserção de catéteres);
- Após contato com fluidos corporais;
- Após tocar no paciente;
- Após tocar nos arredores do paciente.


O uso de antisético baseado em álcool é um fator importante para assegurar a segurança do paciente, tendo em conta que o antisético tem melhor efeito antimicrobiano que água e sabão.
Apesar de ser importante o desenvolvimento de novos antibióticos para fornecer novas alternativas terapêuticas, reenforçar a higiene das mãos também tem o potencial de fazer frente à resistência a antibióticos.

Este ano, a OMS lança a campanha “Salve Vidas: Higienize as Mãos”.

Poster da campanha
Sem ação de hoje, não há cura amanhã.” – Assegure-se de que os 5 momentos fazem parte da proteção dos seus pacientes.
Tem havido um aumento na participação de instituições e de estados membros, o que mostra que estes esforços continuam a ter prioridade e a ser apoiado em todo o mundo, especialmente quando combinados com outros objetivos importantes como combate à resistência a antibióticos e prevenção, controlo e vigilância de infeções e do uso de antibióticos.


Bibliografia:
http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2014/hand-hygiene/en/

terça-feira, abril 29, 2014

Desmistificar Vacinas

Mitos sobre Vacinação

1. Melhor higiene e saneamento fazem as doenças desaparecer – vacinas não são necessárias. FALSO
A higiene, água limpa e lavagem das mãos  pode ajudar a proteger contra muitas doenças infeciosas, mas muitas infeções podem ser transmitidas independentemente do quão limpos estamos. Se as pessoas não forem vacinadas, algumas doenças pouco comuns atualmente, como polio e sarampo pode reaparecer rapidamente.

2. Vacinas têm alguns efeitos prejudiciais e efeitos secundários a longo prazo desconhecidos. Vacinação pode ser fatal. FALSO
As vacinas são seguras. A maioria das reações às vacinas são temporárias e leves, como braço dorido ou febre moderada. Eventos graves são extremamente raros e são cuidadosamente monitorizados e investigados. É muito mais provável sofrer danos severos por uma doença evitável por vacinas do que pela vacina. Por exemplo, no caso da poliomielite, a doença pode causar paralisia, sarampo pode causar encefalite e cegueira, e algumas destas doenças pode até causar morte.
Os benefícios da vacinação ultrapassam largamente o seu risco.

3. A vacina combinada contra difteria, tétano e pertussis (tosse convulsa) e a vacina contra poliomielite causam síndrome de morte súbita infantil. FALSO
Não há relação causal direta entre a administração de vacinas e morte súbita infantil. No entanto, estas vacinas são administradas num período onde os bebés podem sofrer síndrome de morte súbita (SIDS). Ou seja, morte por SIDS pode ocorrer mesmo sem a vacinação. É importante relembrar que estas 4 doenças podem ser letais e bebés não vacinados estão em risco de incapacidade ou mesmo morte.

4. Doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas no meu país, por isso não há razão para me vacinar. FALSO
Apesar de serem pouco comuns em muitos países, os agentes infeciosos que os causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Num mundo altamente globalizado e interligado, estes agentes podem ultrapassar fronteiras e infetar população não protegida. Na Europa Ocidental, por exemplo, surtos de sarampo têm ocorrido em populações não vacinadas, na Áustria, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, França, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido desde 2005. Ao tomar vacinas, para além de nos protegermos, também protegemos aqueles que nos rodeiam, limitando a transmissão da doença.

5. Doenças infantis evitáveis pela vacina são simplesmente um facto infeliz da vida. FALSO
Doenças evitáveis por vacinação não têm de ser um facto da vida. Doenças como sarampo, papeira, rubéola são graves e podem levar a complicações severas tanto em crianças como em adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, diarreia, otites, síndrome de rubéola congénita (quando ocorre primoinfeção numa mulher grávida no início da gravidez) e morte. Falha na vacinação contra estas doenças deixam as crianças desnecessariamente vulneráveis.

6. Dando mais do que uma vacina ao mesmo tempo a uma criança pode aumentar o risco de efeitos secundários prejudiciais, que pode saturar o sistema imunitário da criança. FALSO
Evidência científica mostra que dar várias vacinas ao mesmo tempo a um a criança não tem efeitos adversos no seu sistema imunitário. As crianças estão expostas todos os dias a centenas de substâncias estranhas que podem desencadear uma resposta imunológica. O simples ato de comer introduz novos antigénios no corpo e numerosas bactérias vivem na boca e no nariz. Uma criança está exposta a mais antigénios devido a uma constipação ou dor de garganta do que devido a vacinas. Uma das principais vantagens de tomar várias vacinas ao mesmo tempo, é a de ser necessário menos visitas clínicas, o que poupa dinheiro e tempo, e é mais provável que as crianças cumpram o esquema de vacinas. Também, havendo a possibilidade de vacinas combinadas, como para sarampo, papeira e rubéola, tem a vantagem de ser necessário menos injeções.

7. Influenza (Gripe) é só um incómodo, e a vacina não é muito eficaz. FALSO
Gripe é mais do que um simples incómodo, é uma doença séria que mata 300 000-500 000 pessoas todos os anos. Grávidas, crianças de tenra idade, pessoas idosas e qualquer pessoa com uma condição crónica, como asma, ou doença cardíaca, têm maior risco de desenvolver uma infeção grave ou de morte. Vacinar grávidas tem ainda a vantagem de proteger os recémnascidos, pois atualmente não existe vacina para bebés com menos de 6 meses. A vacina proporciona imunidade a três das estirpes criculantes mais prevalentes em qualquer estação. É a melhor forma de diminuir a probabilidade de gripe severa e de o transmitir a outras pessoas. Prevenir a gripe evita custos com cuidados médicos e perda de rendimento por falta no trabalho ou na escola.

8. É melhor obter imunidade através da doença que da vacina. FALSO
Vacinas interagem com o sistema imunitário de modo a produzir uma resposta semelhante à produzida pela infeção, mas não causam doença ou pondo o indivíduo em risco de complicações. O preço a pagar por uma imunização através da infeção pode ser atraso mental, no caso de Haemophilus influenzae tipo b (Hib), defeitos congénitos no caso da rubéola, cancro hepático, no caso do vírus da hepatite B, ou morte no caso do sarampo.

9. Vacinas contém mercúrio, o que é perigoso. FALSO
Timerosal é um conservante orgânico que contém mercúrio, adicionado a algumas vacinas. É a forma mais usada de conservante para vacinas fornecidas em vials multidose. Apesar de alguns países terem retirado as vacinas que contém timerosal como medida de precaução, não há atulamente evidência que sugere que timerosal seja um risco para a saúde.

10. Vacinas causam autismo. FALSO
O estudo de 1998 que levantou a questão de uma possível ligação entre a vacina da sarampo-papeira-rubéola (MMR) e autismo foi posteriormente revelado como gravemente imperfeito. O artigo foi retirado pelo jornal onde foi publicado. No entanto, a publicação causou o pânico que levou a uma descida na taxa de imunização, o que levou a surtos das doenças. Não existe evidência de qualquer relação entre esta vacina e o autismo.


domingo, abril 27, 2014

Semana Mundial da Imunização - 24 a 30 de abril


"Imunizar para um futuro saudável: Saiba, Verifique, Proteja".

Com esta mensagem, espera-se incentivar as pessoas ao redor do mundo a verificarem seu estado imunológico para que possam tomar as medidas necessárias para que todas as vacinas necessárias estejam em dia.

Este ano, explora-se o uso de tecnologias móveis e a Internet para a disseminação da informação em saúde diretamente nos telefones celulares e redes social.



Pela primeira vez, através da colaboração com a União Internacional de Telecomunicações UIT), a OMS incentiva seus escritórios de representação nos países a buscarem ajuda das agencias reguladoras de telecomunicações e empresas de telefonia celular para que enviem mensagens através do SMS sobre a imunização durante a Semana Mundial de Imunização.


Doenças evitáveis através da vacinação
Cada vez mais as vacinas protegem contra um número cada vez maior de enfermidades desde a infância até a velhice.

A imunização previne em torno de 2 a 3 milhões de mortes por ano. 

Sem as vacinas, a erradicação da varíola e a eliminação da poliomielite e do sarampo teriam sido impossíveis.

COMO FUNCIONAM AS VACINAS?

As vacinas induzem o sistema imunológico das pessoas a criarem uma barreira de proteção. 



No Brasil, a rede pública de saúde oferece gratuitamente aos adultos, vacinas para uma ampla variedade de doenças evitáveis e o Ministério da Saúde recomenda que os adultos também mantenham suas cadernetas de vacinação em dia.
Poster da campanha

Saiba:
Porque necessita de ser vacinado
Que vacinas necessita
Como, quando e onde deve ser vacinado

Verifique:
Se você e a sua família tomaram todas as vacinas de que necessitam
Quando necessita de dose de reforço

Proteja-se.
Vacine-se.


Bibliografia:
http://www.who.int/campaigns/immunization-week/2014/en/