quarta-feira, maio 21, 2014

Dia Mundial para a Diversidade Cultural e para o Diálogo e o Desenvolvimento - 21 de maio

Assinala-se hoje, 21 de Maio, o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, proclamado pela Assembleia-geral da ONU, para assinalar a data da aprovação, em 2001, da Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural. A data enfatiza a importância da diversidade como alicerce do desenvolvimento sustentável e elemento estruturante de identidades coletivas abertas ao diálogo e respeito mútuos.
Para ler a Declaração, clique no link abaixo:
http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001271/127160por.pdf


A atividade económica global e os avanços nas comunicações ilustram o aumento da interconetividade da humanidade, ainda que barreiras, desconfiança e hostilidade persistam entre pessoas e culturas. O aumento do contato também gera medos – imaginários e reais – de perder costumes, idiomas e identidades, que nos são caros.
Um mundo de paz e solidariedade só poderá ser alcançado através do reconhecimento e da celebração de nossa diversidade.
Fonte de imagem
A diversidade cultural, só pode ser protegida e promovida ao reconhecer, como princípio fundador, o diálogo e o respeito entre as civilizações e as culturas. Diálogo e respeito que vão além de sexo, idade, nacionalidade, pertencimento cultural, religião e etnia. Diálogo e respeito que são essenciais para a construção de um futuro de paz no mundo, baseadonuma sociedade na qual a pluralidade cultural desempenha um papel essencial, de enriquecimento mútuo, reconhecimento e respeito às identidades e às diferenças.
A diversidade cultural é uma fonte de representações, conhecimentos, práticas e, igualmente, de afirmação, inovação e criatividade, que contribuem para a construção de um sistema relacional viável, sustentável e harmônico entre a humanidade e os recursos terrestres. Neste sentido, a diversidade cultural constitui uma força motriz do desenvolvimento, um elemento indispensável para atenuar a pobreza, e deve ser melhor reconhecida como tal.

O Dia é uma oportunidade para se aprofundar a compreensão sobre os valores da Diversidade Cultural e para se aprender melhor sobre como “viver juntos”.


Bibliografia:
http://www.apoioescolaronline.net/noticias/dia-mundial-da-diversidade-cultural-para-o-dialogo-e-o-desenvolvimento
http://www.acnur.org/t3/portugues/o-acnur/envolva-se/eventos/dia-mundial-para-a-diversidade-cultural-e-para-o-dialogo-e-o-desenvolvimento/
http://www2.cultura.gov.br/culturaviva/mensagem-da-ministra-para-o-dia-mundial-da-diversidade-cultural/

domingo, maio 18, 2014

Começa hoje a 67ª Assembleia Mundial da Saúde

Entre 19 e 24 de Maio, será realizada a 67ª Assembleia Mundial da Saúde.


De entre os assuntos a discutir, encontra-se a reforma da Organização Mundial da Saúde, progressos relacionados tanto com as doenças transmissíveis como não transmissíveis, a promoção da saúde ao longo da vida e sistemas de saúde.

No dia 20 de Maio, a rede ePORTUGUÊSe promove um reunião para a discussão dos próximos passos na Cooperação Sul-Sul entre os países de língua oficial portuguesa.

quinta-feira, maio 15, 2014

Património Mundial Natural - Brasil

Parque Nacional do Iguaçu (1986)
O parque partilha com o Parque Nacional do Iguazú em Argentina uma das maiores e mais impressionantes cascatas do mundo, extendendo-se por mais de 2700 metros. Alberga muitas espécies de flora e fauna rara e em vias de extinção, entre os quais se destacam a lontra gigante e a tamanduá gigante. As nuvens de gotículas produzidas pelas cascatas são favoráveis ao crescimento da vegetação exuberante.

Cascatas do Iguazu
Reservas do Sudeste da Floresta Atlântica (1999)
As reservas do Sudeste da Floresta Atlântica contêm um dos melhores e mais extensos exemplos da floresta Atlântica no Brasil. As 25 áreas protegidas que constituem o local somam 470 mil hectares no total e apresentam a riqueza biológica e história evolucionária da remanescente floresta Atlântica. Das montanhas cobertas por floresta densa, até aos pantanais, ilhas costais com montes e dunas isoladas, a região abrange um ambiente natural rico e de grande beleza.

Floresta Atlântica
Reservas da Floresta do Atlântico da Costa do Descobrimento (1999)
Reservas da Floresta do Atlântico da Costa do Descobrimento, em Bahia e Espírito Santo, consiste em 8 áreas protegidas separadas contendo 112 mil hectares de floresta Atlântica e restingas. As florestas tropicais da costa Atlântica no Brasil são uma das mais ricas em termos de biodiversidade. A região contém uma variedade distinta de espécies em elevado grau de endemismo e revela padrões de evolução de grande interesse científico e importância para a conservação.

Costa do Descobrimento
Complexo de Conservação Central da Amazónia (2000)
Complexo de Conservação Central da Amazónia é a maior área protegida na Bacia Amazónica (mais de 6 milhões de hectares) e é uma das regiões mais ricas do planeta em termos de biodiversidade. Também abrange um exemplo de ecossistema Várzea, florestas Igapó, lagos e canais que forma um mosaico aquático em constante evolução que alberga o maior cardume de peixes elétricos no mundo. O local protege espécies ameaçadas, incluindo peixe gigante piracucu, o peixe-boi amazónico, o caimão negro e duas espécies de golfinhos de água doce.

Amazónia
Área de Conservação do Pantanal (2000)
O complexo de Conservação do Pantanal consiste num aglomerado de quatro áreas protegidas somando um total de 187 818 hectares. Localizado na parte sudoeste de Mato Grosso, representando 1,3% da região de Pantanal, um dos maiores ecossistemas de pântanos de água doce do mundo. Estão aqui localizadas as nascentes dos maiores rios desta região, os rios de Cuiabá e Paraguai, e apresentam uma abundância e diversidade de vegetação e vida animal espetacular.


Área de Conservação do Pantanal
Ilhas Atlânticas: Reservas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas (2001)
Os picos da crista submarina do Sul do Atlântico formam o arquipélago Noronha e Atol das Rocas a largo da costa do Brasil. As águas arredor são muito ricas e extremamente importante na criação e alimentação de atum, tubarão, tartaruga e mamíferos marinhos. As ilhas albergam a maior concentração de aves marinhas tropicais no Oeste Atlântico. A Baía de Golfinhos tem uma população excecional de golfinhos residentes e em época de maré baixa, Atol das Rocas tem uma paisagem espetacular de lagos e charcos repletos de peixes.

Ilhas Atlânticas
Área protegidas do Cerrado: Parques Nacionais de Chapada dos Veadeiros e Emas (2001)
Os dois locais contém fauna e flora e habitats chave que caracterizam o Cerrado – um dos ecosistemas tropicais mais antigos e mais diversificados do mundo. Por milénios, estes locais serviram de refúgio para várias espécies durante períodos de alteração climática e serão vitais para a manutenção da biodiversidade da região do Cerrado durante futuras flutuações climáticas.
Área Protegida do Cerrado
Bibliografia:
http://whc.unesco.org/en/list/

terça-feira, maio 13, 2014

Património Mundial Cultural - BRASIL

Centro histórico de Ouro Preto (1980)

Ouro Preto
Fundado no final do século XVII, Ouro Preto foi o ponto focal da corrida ao ouro e da idade do ouro do Brasil no século XVIII. Com o esgotamento das minas de ouro no século XIX, a influência da cidade decaiu mas muitas igrejas, pontes e fontes permanecem como testemunhos da prosperidade passada e do talento excecional do escultor barroco Aleijadinho.


Centro histórico de Olinda (1982)

Fundado por portugueses no século XVI, a história da cidade está ligada à indústria da cana de açúcar. Saqueado por holandeses, foi posteriormente reconstruída, sendo a estrutura urbana do século XVIII. O equilíbrio harmonioso entre construções, jardins, 20 igrejas barrocas, conventos e pequenos passos contribuem para o charme particular de Olinda.

Olinda

Missões Jesuítas de Guaranis: San Ignacio Mini, Santa Ana, Nuestra Señora de Loreto e Santa Maria Mayor (Argentina), Ruínas de São Miguel das Missões (Brasil) (1983)

Missões Jesuítas de Guaranis
As ruínas São Miguel das Missões no Estado do Rio Grande do Sul no Brasil ficam no coração da floresta tropical.  São o remanescente de cinco missões jesuítas, construídas em Guaranis durante os séculos XVII e XVIII, cada um caracterizado por uma forma específica e um diferente estado de conservação.


Centro histórico de Salvador de Bahia (1985)
Como a primeira capital do Brasil, de 1549 a 1763, Salvador de Bahia foi palco de mistura entre as culturas europeia, africana e Indiana. Foi também o primeiro mercado de escravos que chegavam para trabalhar nas plantações de açúcar. Muitos edifícios renascentistas prominentes foram preservados. Uma das características da cidade antiga são as casa de cores vivas, muitas decoradas com estuque trabalhado.

Salvador de Bahia

Santuário de Bom Jesus do Congonhas (1985)

Congonhas
Este Santuário situado em Minais Gerais, a sul de Belo Horizonte, foi construído na segunda metade do século XVIII. Consiste numa igreja com interior magnífico estilo Rococo, de inspiração italiana; um lanço de escadas exteriores com estátuas de profetas; sete capelas ilustrando a Via Crúcis, onde esculturas policromáticas, obras de Aleijadinho, constituem obras-primas de arte barroca na sua forma mais original, comovente e expressiva.


Brasília (1987)
Brasília, a capital do Brasil criada em 1956 no centro do país, é um marco na história do planeamento urbano. Lúcio Costa e Oscar Niemeyer pretendiam que todos os elementos, desde traço das zonas residenciais e administrativas (muitas vezes comparado à forma de uma ave em pleno voo) até à simetria dos próprios edifícios, estivessem em harmonia com o design geral. Os edifícios officias são, em particular, inovadores e imaginativos.

Brasília

Parque Nacional da Serra da Capivara (1991)
Muitas das cavernas rochosas do Parque Nacional da Serra da Capivara estão decorados com pinturas, algumas com mais de 25 mil anos. São uma testemunha marcante de uma das comunidades humanas mais antigas da América do Sul.

Pinturas milenares, Serra da Capivara

Centro histórico de São Luís (1997)
A parte histórica cidade foi fundado pelos franceses últimos anos do século XVII. Posteriormente, foi ocupado por holandeses antes do domínio dos portugueses. O coração da cidade conservou inteiramente o plano retangular das ruas. Um número excecional de construções históricas permanecem fazendo deste um exemplo de cidade colonial ibérica.

São Luís
Centro histórico de Diamantina (1999)
Diamantina, uma vila colonial, uma jóia num colar de montanhas rochosas inospitáveis, como a exploração de diamantes no século XVIII. Esta vila mostra o triunfo do fervor pela cultura e arte sobre o ambiente arredor.

Diamantina

Centro histórico de Goiás (2001)
Goiás mostra a ocupação e colonização do Brasil central nos séculos XVIII e XIX. O traço urbano é um exemplo do desenvolvimento de uma vila mineira, adaptado às condições do local. Apesar de modesto, a arquitetura privada e pública forma um todo harmonioso, graças ao bom uso do material local e técnica vernacular.
Goiás

Praça de São Francisco em São Cristóvão (2010)

Praça de São Francisco
Praça de São Francisco em São Cristóvão é um espaço aberto quadrilateral, rodeado por construções antigas como a Igreja de São Francisco Church e o convento, a igreja e a Santa Casa da Misericórdia, Museu Histórico de Sergipe - antigo Palácio Provincial, e as casas associadas de períodos históricos diferentes. Este conjunto monumental, juntamente com as casa centenárias dos séculos XVIII e XIX, criam uma paisagem urbana que reflete a história da cidade desde a sua origem. O complexo Franciscano é um exemplo típico de arquitetura da ordem religiosa desenvolvida no nordeste do Brasil.

Rio de Janeiro: Carioca Paisagens entre a Montanha e o Mar (2012)


O local consiste num cenário urbano, englobando elementos naturais chave que conduziram e inspiraram o desenvolvimento da cidade: do ponto mais elevado das montanhas do Parque Nacional Tijuca até o mar. Inclui também o Jardim Botânico, estabelecido em 1808, o Monte Corcovado com a célebre estátua de Cristo, e as colinas à volta da Baía Guanabara, onde as paisagens contribuem para a cultura ao ar livre desta cidade espetacular. Rio de Janeiro também é reconhecida pela inspiração artística que fornece a músicos, paisagistas e urbanistas.

Estátua de Cristo


Bibliografia:
http://whc.unesco.org/en/list/



domingo, maio 11, 2014

Dia do Enfermeiro - 12 de Maio

Dia 12 de maio comemora-se mundialmente o Dia do Enfermeiro, em referência a Florence Nightingale, um marco da enfermagem moderna no mundo e que nasceu em 12 de maio de 1820, em Florença na Itália tendo por isso recebido o nome da cidade onde nasceu.

Fonte de imagem
Moça de temperamento irrequieto, Florence desde cedo questionava a falta de oportunidades para as mulheres de seu circulo social e começou a frequentar os bairros mais pobres e logo se interessou em cuidar dos que estavam doentes. Aos 24 anos de idade começou a visitar hospitais em Londres a procura de trabalho, mas naquela época, os doentes eram cuidados por voluntárias ou irmãs de caridade. A profissão de enfermeira não existia e as mulheres que realizavam esta tarefa eram consideradas um pouco mais do que prostitutas e não possuíam nenhuma qualificação.

Durante onze anos, Florence visitou diversos hospitais e conversou com diversas ordens religiosas em várias partes da Europa sobre o cuidado dispensado aos doentes. Em 1850 esteve pela primeira vez no Instituto Luterano em Keiserswerth na Alemanha que havia sido fundado para cuidar dos "destituídos" e tinha se tornado uma escola para o treinamento de mulheres professoras e enfermeiras. Esta visita a convenceu da possibilidade de transformar a enfermagem numa profissão para mulheres.
Em 1953, aos 33 anos de idade, Florence aceitou seu primeiro posto administrativo como superintendente do Hospital para mulheres inválidas em Londres.
Em 1860, Florence Nightingale fundou uma Escola de Treinamento para enfermeiras no Hospital St. Thomas, mas sua saúde a impediu de aceitar o posto de superintendente embora ela acompanhasse de perto e com grande interesse, os progressos desta nova instituição.

Florence Nightingale
Ela fundou em 1868 a Sociedade de Enfermeiras de "East London", a Associação de Enfermeiras e a Sociedade Nacional de Enfermeiras em 1874 e o Instituto de Enfermeiras do Jubileu da Rainha em 1890.
Seu trabalho inspirou outros paises a melhorarem as condições dos hospitais de campanha e sua ajuda foi importante para os soldados na guerra civil americana e na guerra fronco-prussiana . Ela recebeu diversos premios e reconhecimentos por seu trabalho tanto no Reino Unido como em outros paises.
Seu livro "Notas de Enfermagem" foi publicado inúmeras vezes durante sua vida.

Desde os tempos do Velho Testamento, a profissão de enfermeiro já era reconhecida por aqueles que cuidavam e protegiam pessoas doentes, em especial idosos e deficientes. Nessa época e durante muitos séculos, a enfermagem estava associada ao trabalho feminino, caracterizado pela prática de cuidar de grupos nômades primitivos.
Em meados do século XVI, com a evolução do trabalho associada ao reconhecimento da prática, a Enfermagem começou a ser vista como uma atividade profissional institucionalizada e, no século XIX, vista como Enfermagem moderna na Inglaterra. A partir daí, foram catalogadas definições e padrões para a profissão e a ANA (American Nurses Association) define a Enfermagem como “uma ciência e uma arte, com objetivo de cuidar dos problemas reais de saúde, através de ações interdependentes com suporte técnico-científico, bem como educar para a saúde, prevendo doenças e com cuidados individuais e únicos a cada paciente”.

Fonte de imagem
Para saber mais sobre Florence Nightingale, consulte o nosso post aqui.

Bibliografia:
http://www.uniaosaude.com.br/site/noticias-single/66-dia-12-de-maio-dia-do-enfermeiro.html

quinta-feira, maio 08, 2014

Impacto das alterações climáticas na saúde

O relatório mais recente sobre as alterações climáticas do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC, em inglês), documenta provas sobre a natureza e escala dos riscos para a saúde derivados das alterações climáticas, bem como os potenciais benefícios provenientes da redução da emissão de gases de estufa.

Problemas de saúde exacerbados
Alterações climáticas irão atuar, até pelo menos metade deste século, no sentido de exacerbar os problemas de saúde já existentes e o maior risco sera para as poulações que são atualmente mais afetadas por doenças relacionadas com o clima. Existe forte evidência que o impacto negativo irá prevalecer sobre os efeitos positivos.
Um dos maiores riscos deve-se à malnutrição resultante da redução na produção de alimentos, ferimento e doença como consequência ondas de calor e fogos que causam mudança na distribuição espacial de doenças infeciosas.



Riscos para a saúde adicionais: exposição ao calor
O relatório documenta evidência sobre riscos adicionais. O relatório refere que segundo estudos recentes na possibilidade de cenários de clima extrema, em que alguns projetam aumento de cerca de 4-7 graus em todo o mundo. Nestas condições, em algumas regiões a capacidade humana de suportar o calor será ultrapassado nos períodos mais quentes do ano, não será possível realizar qualquer tipo de trabalho ou atividade recreacional sem proteção no exterior.



Investimento em saúde preventiva
O relatório apresenta também evidência que pode ajudar na resposta a este desafio. Estudos modelaram, pela primeira vez, as potenciais consequências das alterações climáticas juntamente com as mudanças económicas e sociais projetadas.
O estudo mostra como as alterações climáticas faz frente aos ganhos em saúde conseguidos através do desenvolvimento social, e pode atrasar o progresso nos países mais pobres. Por outro lado, também mostra como investir em programas de saúde preventiva, no contexto de forte desenvolvimento socioeconómico pode diminuir muito a vulnerabilidade e permitir ultrapassar em parte alguns riscos para a saúde a curto a médio prazo.

Melhorar a saúde e reduzir as emissões de dióxido de carbono
Um dos grandes avanços está na crescente evidência de que ações bem planeadas na redução de emissão de gases de estufa podem trazer grande ganhos em saúde.
A forma mais óbvia é a de redução da poluição atmosférica, recentemente identificada como a causa de aproximadamente 7 milhões de mortes por ano, ou um em cada 8 morte no mundo.
O relatório documenta ainda evidência de que ao reduzir a emissão de poluentes atmosféricos de curta duração como metano e carbono negro não só retarda o aquecimento global como pode evitar entre 2 a 2,5 milhões de mortes por ano, globalmente. Convertendo para termos económicos, os ganhos em saúde podem compensar muito do custo da mitigação de gases de estufa.


Consulte detalhes aqui: http://www.ipcc-wg2.gov/AR5/

Bibliografia:
http://www.who.int/globalchange/environment/climatechange-2014-report/en/