domingo, junho 29, 2014

Catapora - Saiba mais

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O que é?

A varicela é uma doença infeciosa causada pelo Vírus da Varicela-Zóster (VVZ). 

É considerada como um das doenças infantis e é de caráter benigno. 

Até a pouco tempo atrás não existia vacina contra a varicela, mas em 1995 a vacina contra a varicela começou a ser disponibilizada em vários países do mundo.


Em geral só se tem varicela uma vez na vida, pois a doença confere imunidade permanente, no entanto o vírus VVZ permanece alojado no tecido nervoso da pessoa e em situações raras pode reaparecer em idosos ou imunodeprimidos como Herpes Zoster.

Qual é a idade mais habitual de aparecimento da varicela? 

A maior incidência é entre crianças de 2 a 8 anos, mas hoje em dia com a vacinação é mais raro o aparecimento da doença. Crianças acima de 12 anos de idade que não tiveram a doença, devem ser vacinadas.

Quais os sintomas da varicela? A varicela já foi considerada como uma de cinco doenças da infância com exantemas. No entanto, hoje em dia com a vacinação, estas doenças diminuíram muito em incidência.

Na sua forma mais frequente a varicela começa com o aparecimento da erupção ou exantema em simultâneo com sintomas gerais e inespecíficos como febre, dores de cabeça, mal estar e falta de apetite. A varicela tem uma rápida evolução.

As primeiras lesões são manchas de cor rosada (máculas), que se tornam salientes (pápulas), formam pequenas bolhas com líquido transparente no centro (vesículas) que ao secarem vão formar uma crosta. Outra característica é causar habitualmente prurido (comichão ou coceira), que pode ser intenso.

Deve-se evitar que a criança se coce para prevenir o aparecimento de cicatrizes.

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Como ocorre a transmissão da varicela de uma pessoa para outra?

O vírus é transmitido pelo ar, quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala, ou pelo contato direto com as lesões do doente que pode chegar até a 90% dos casos.


Qual é o período de contágio da varicela? 

Desde 1 até 10 dias de incubação. Somente na fase final de crostas é que o doente não transmite mais o vírus


Como se trata a varicela? 

O tratamento efetuado visa o alívio do sintomas e do comichão. Cremes e loções, desinfetantes também são importantes para diminuir o risco de infecção.

Pode prevenir-se a varicela? 

A vacina contra a varicela já existe há algum tempo, mas não é utilizada de forma generalizada. Em geral é aplicada em duas doses, sendo a primeira entre os 12 e 15 meses de idade e a segunda dose entre os 4 e 6 anos.


CUIDE-SE

quarta-feira, junho 25, 2014

Festa de São João: saiba mais

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  O dia real da festa de São João é na passagem do dia 23 para o dia 24 de junho

Mas no Brasil, basta entrar no mês de junho que já é época das festas juninas

O nome das festas "Joaninas" ou "Juninas"  celebradas no mês de junho são uma homenagem aos  Santos Populares Santo Antônio, São João e São Pedro.

No entanto, quando se fala em festas Juninas pensa-se logo em São João e o seu dia quase que coincide com o Solstício de Verão (dia 21 de junho), o dia mais longo do ano no hemisfério norte e o Solstício do Inverno, o dia mais curto no hemisfério sul.



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 Celebração de São João no Brasil

As festas Juninas são as segundas maiores festas do Brasil, perdendo espaçosomente para o Carnaval.

As festas são repletas de folclore com muita alegria, muitas cores, vários pratos típicos, muita música, bebidas tradicionais, onde não pode faltar as famosas fogueiras, quadrilhas e o tão esperado fogos de artifício. 
   
Nos estados do Nordeste há grande afluência de turistas, onde ninguém resiste aos sabores da terra e ao Forró. 

Durante a noite existem as famosas barraquinhas, restaurantes e bares onde não há hora marcada para o encerramento das festividades. Mas o que as pessoas mais aguardam é pelo espectacular fogo de artifício. 

Ainda perdura a antiga tradição em algumas pequenas cidades do Nordeste brasileiro de visitar os amigos, perguntando sempre antes: "O São João passou por aí?" Um "sim" é logo um convite para comer, beber e dançar um Forró.

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As festas juninas foram se regionalizando e introduzindo comidas típicas como o aipim (mandioca), milho, jenipapo e leite de coco. 

As danças e músicas também foram se adaptando a cada região como o Forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioul e a dança-de-fitas (comum no Sul do Brasil) que foi trazida de Portugal.

Porquê a Fogueira?

A conhecida fogueira tem um grande simbolismo, pois conta a história em que as primas Isabel (mãe de São João Baptista) e Maria (mãe de Jesus) acordaram que quando estivesse próximo o nascimento de São João Baptista, Isabel acenderia uma fogueira no monte para avisar à Maria de seu nascimento e para lhe pedir auxílio após o parto.

Não podemos esquecer que São João Baptista nasceu no dia 23 de Junho.


 Celebração em Cabo Verde


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A festa de São João ou festas do "Kolá San Djon", é uma das festas mais populares nas Ilhas de Santo Antão, Ilha de S. Vicente, Ilha de S. Nicolau e na Ilha Brava.

Na Ilha Brava, a festa tem características próprias. Ressalta-se a tradição do "Kolan" que caracteriza-se pelo cantar ao desafio, lembrando o louvor e a "curcutisan" da Ilha do Fogo.

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Os tambores são idênticos aos das outras ilhas, embora não possuam a mesma pureza do repicar. É peculiar que na Ilha Brava o cavalo dança ao som do tambor, enquanto o seu dono traz a bandeira com a imagem de São João Baptista. 


Na Ilha de São Vicente, as festividades são realizadas na Ribeira de Julião, uma localidade que dista poucos quilómetros da cidade do Mindelo, sua capital. 

Na véspera do dia de S. João há o tadicional saltar da fogueira se designa por "lumenaras".

Celebração em Portugal

Em Portugal as Festas de São João são especiais na cidade do Porto, onde há um conjunto de tradições, sendo as mais famosas o lançamento à noite dos balões de ar quente, os martelos de plástico usados para bater na cabeça das pessoas, os alhos porros, que são ramos de cidreira e de limonte usados para passar pelo rosto dos transeuntes.

Existem também as tradicionais fogueiras, manjericos com os seus versos a São João e o tradicional fogo de artíficio no Rio Douro.

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Meu balão não é um espanto!
Não tem vinda, só  tem ida,
Leva risos, leva pranto…
Tudo faz parte da vida.

Com tua mão presa à minha,
Fui à fonte e não bebi,
Estranha sede que tinha,
Era só sede de ti!

Não mandes beijos, amor,
Beijar é face com face, 
A água tem mais sabor,
Junto da fonte onde nasce.

Ninguém se sente sozinho,
Na noite de S. João:
O de mais longe é vizinho
O de mais perto é irmão.

Curiosidade

Na verdade, os dias consagrados aos Santos são referentes aos dias do seus falecimentos, mas no caso de São João comemora-se o dia do seu nascimento - 24 de junho.


São João foi profeta e precursor de Jesus Cristo, sendo bastante conhecido pelos baptismos que praticava no rio Jordão.


Mais sobre as festas juninas

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domingo, junho 22, 2014

Danças Típicas - Marrabenta

Moçambique - Marrabenta

Marrabenta é um género musical tipicamente moçambicano.
Surgiu no início da segunda metade do século XX, na região sul do país como um ritmo essencialmente urbano.

"Marrabenta Jazz Som Do Povo" 
Ilídio Candja



Produto de várias influências rítmicas culturais, pode ser considerado como uma evolução de estilos como a Magika, Xingombela e Zukuta.

É uma mistura de som, voz e dança, retratando por vezes, a vida quotidinana do povo Moçambicano, assim como, eventos históricos.

O seu ritmo é animado e as suas melodias inconfundíveis, atravessa gerações e continua a ser uma referência em Moçambique.

quarta-feira, junho 18, 2014

A mandioca pode ser a solução em segurança dos alimentos


A  mandioca é uma raiz tuberosa comestível originária do oeste do Brasil e que se espalhou até o México.

Antes da chegada dos Europeus, este alimento era conhecido somente no continente americano.

O nome é de origem tupi que significa "casa de mani". Mani era uma deusa dos índios Guaranis.

No Brasil esta raiz é muito difundida e é conhecida por diversos nomes dependendo da região do país: 


Aipim, castelinha, macaxeira, mandioca-doce, mandioca mansa (para diferenciar da mandioca-brava que é venenosa), maniva, maniveira, pão de pobre.

Pé de mandioca

Recentemente foi formada uma aliança de cientistas para ajudar a promover a mandioca, que surgiu como uma raiz sobrevivente e capazes de desenvolver-se em temperaturas elevadas  geradas pela mudança climática.

domingo, junho 15, 2014

Património Mundial Cultural - Portugal

Zona Central da Angra do Heroísmo nos Açores (1983)
Situado numa das ilhas do arquipélago dos Açores, este era um dos pontos de comunicação obrigatórios desde o século XV até ao aparecimentos das embarcações a vapor, no século XIX. Os fortes de São Sebastião e São João Baptista são exmplos únicos de arquitetura militar. Danificado por um sismo em 1980, Angra está agora a ser restaurado.

Angra do Heroísmo
Convento de Cristo em Tomar (1983)
Originalmente desenhado como um monumento simbólico da reconquista, o convento de Cavaleiros dos Templários de Tomar (transferido para os Cavaleiros da Ordem de Cristo em 1344), o que simboliza precisamente o oposto do período Manuelino – a abertura de Portugal a outra civilizações.


Tomar
Mosteiro da Batalha (1983)
O mosteiro de dominicanos da Batalha, foi construído para comemorar a vitória dos portugueses contra os castelhanos na batalha da Aljubarrota em 1385. Tornou-se no principal projeto de construção da monarquia portuguesa nos dois séculos seguintes. Um estilo gótico nacional, extremamente original evoluiu, profundamente influenciado pela arte Manuelina, como demonstrado pela obra-prima, o Claustro Real.

Mosteiro da Batalha
Mosteiro de Jerónimos e Torre de Belém em Lisboa (1983)
Padrão dos Descobrimentos
Torre de Belém
Na entrada do porto de Lisboa, o Mosteiro de Jerónimos – construção que iniciou em 1502 – exemplifica a arte portuguesa no seu melhor. A Torre de Belém, na proximidade, construída para comemorar a expedição de Vasco da Gama, é uma lembrança das grandes descobertas marítimas que lançaram as bases para o mundo moderno.
Mosteiro de Jerónimos
Centro histórico de Évora (1986)
Esta cidade museu, cujas raízes remontam os tempos romanos, atingindo a sua idade do ouro no século XV, quando tornou-se a residência de um dos reis portugueses. A sua qualidade única provém das casas de branco, decorados com azulejos e varandas forjados de ferros datados do século XVI e XVIII. Os monumentos tiveram uma influência profunda na arquitetura portuguesa no Brasil.

Mosteiro de Alcobaça (1989)
O Mosteiro de Santa Maria d'Alcobaça, a norte de Lisboa, foi fundado no século XII pelo Rei D. Afonso I. O seu tamanho, a pureza do estilo de arquitetura, a beleza dos materiais e o cuidado com que foi construído faz com que seja uma obra-prima de art gótica cisterciense.

Mosteiro da Alcobaça
Paisagem Cultural de Sintra (1995)
Palácio da Pena, Sintra
No século XIX, Sintra tornou-se no primeiro centro de arquitetura europeia romântica. Fernando II tornou um mosteiro em ruinas num castelo com o uso de elemento góticos, egípcios, mouros, renascentistas e criou um parque misturando árvores locais e exóticas. Outras habitações refinadas construídas no mesmo sentido em redor da serra criam uma combinação única de parques e jardins que influenciaram o desenvolvimento da arquitetura paisagística por toda a Europa.


Centro histórico do Porto (1996)
A cidade do Porto, construída nas colinas que olham para a boca do Rio Douro, é uma paisagem urbana extraordinária com cerca de 1500 anos de história. O seu crescimento contínuo, associado ao mar, pode ser visto numa variedade de monumentos, desde catedrais com o coro romanesco até à Bolsa de Valores neoclássico e a igreja de Santa Clara de estilo Manuelino tipicamente português.

Porto
Locais de arte préhistórica em rochas no Vale Côa e Siega Verde (1998)
Dois locais de arte préhistórica em rochas no Vale Côa (Portugal) e Siega Verde (Espanha) estão localizados nas margens dos rios Águeda e Côa, afluentes do rio Douro, documentando ocupação humana contínua desde os finais da Era Paleolítica. Centenas de paineis com milhares de imagens de animais (5,000 em Foz Côa e cerca de 440 em Siega Verde) esculpidos ao longo de vários milénios, representando o conjunto de arte paleolítica ao ar livre mais notável da península ibérica.
Vale Côa e Siega Verde proporcionam a melhor ilustração de temas iconográficos e organização de arte paleolítica rochosa, usando os mesmos modos de expressão em caves e ao ar livre, contribuindo por isso para uma melhor compreensão deste fenómeno artístico. Juntos, formam um local único da era préhistórica, rico de evidência material do Paleolítico Superior.

Região vinícola do Alto Douro (2001)
Região vinícola
Vinho tem sido produzido tradicionalmente pelos proprietários na região do Alto Douro por cerca de 1500 anos. Desde o século XVIII, o seu principal produto, vinho do porto, tem sido famoso no mundo pela sua qualidade. Esta longa tradição de vinicultura produziu uma paisagem cultural de beleza extraordinária que reflete a sua evolução tecnológica, social e económica.

Rio Douro
Centro histórico de Guimarães (2001)
A cidade histórica de Guimarães está associada ao aparecimento da identidade nacional de Portugal no século XII. Um exeplo autêntico e particularmente bem preservado da transformação de um acordo medieval numa cidade moderna, com a tipologia rica de construções que exemplifica desenvolvimento específico de arquitetura portuguesa entre os séculos XV e XIX através do uso consistente de materiais e técnicas de construção.


Paisagem da Cultura Vinícola da Ilha do Pico (2004)
Ilha do Pico
O espaço de 987 hectares na ilha vulcânica do Pico, a segunda maior ilha do arquipélago dos Açores, consiste no padrão notável de longos muros lineares que foram construídos com o intuito de proteger os milhares de currais do vento e da água marinha. Prova desta vinicultura, cujas origens datam o século XV, manifesta-se numa número de campos reunidos, casas, mansões do início do século XIX, caves, igrejas e portos. A paisagem artificial extraoridnária do local é o que resta de uma área anteriormente de prática mais generalizada.

Guarnição da Fronteira da Cidade de Elvas e as Fortificações (2012)
O local, extensamente fortificado desde dos séculos XVII e XIX, representa a maior amurada com sistema de vala seca do mundo. Dentro das muralhas, a cidade contém quarteis e outros edifícios militares, bem como igrejas e mosteiros. Enquanto Elvas contém ruínas datados do século X, as fortificações iniciaram-se quando Portugal recuperou a independência em 1640. As fortificações desenhadas pelo padre jesuíta holandês Cosmander representa o melhor exemplo remanescente da escola holandesa de fortificações em qualquer lado. O local também contém o aqueduto da Amoreira, construído para permitir o forte aguentar longos cercos.

Cidade de Elvas
Universidade de Coimbra – Alta e Sofia (2013)

Localizado no topo da colina, com vista para a cidade, a Universidade de Coimbra cresceu e evoluiu ao longo de mais de sete séculos dentro da antiga cidade. Edifícios universitários notáveis incluem a Catedral da Santa Cruz, do século XII e várias faculdades do século XVI, o Palácio Real de Alcáçova, onde a universidade se encontra desde 1537, a Biblioteca Joanina com a sua rica decoração barroca, o Jardim Botânico do século XVIII e a Editora Universitária, bem como a “Cidade Universitária” criada nos anos 40s. Os edifícios da universidade tornaram-se numa referência no desenvolvimento de outras instituições de ensino superior no mundo da língua portuguesa. Coimbra oferece um exemplo de uma cidade universitária integrada com uma tipologia urbana específica bem como a sua própria tradição cultural e cerimonial que se mantém vivos ao longo dos tempos.





Bibliografia:
http://whc.unesco.org/en/statesparties/PT/

terça-feira, junho 10, 2014

Topografia das lágrimas

Chorar de riso e chorar de tristeza. São lágrimas, serão as mesmas lágrimas?

lágrimas basais
Topografia das Lágrimas é um trabalho de Rose-Lynn Fisher, fotógrafa, que estudou 100 lágrimas diferentes ao microscópio ótico. Ela descobriu que as lágrimas basais (aqueles que o nosso corpo produz para lubrificar os olhos) são radicalmente diferentes das lágrimas que surgem quando estamos cortando cebolas. As lágrimas que surgem a partir de uma alegria intensa não estão nem perto de lágrimas de tristeza.

Cada lágrima é um momento congelado no tempo, capturando estado físico e mental.
As pessoas geram lágrimas todos os dias por uma variedade de razões, para evitar que os olhos sequem, desencadeadas por substâncias irritantes, alergias ou emoção intensa. Cada tipo de lágrima contém substâncias orgânicas diferentes, e a composição molecular depende do agente causador.

lágrimas provocadas por cebola
Existem três tipos principais de lágrimas: basais, reflexivas, e psíquicas (desencadeadas por emoções).

lágrimas de tristeza
Todas as lágrimas contêm substâncias orgânicas, incluindo óleos, anticorpos e enzimas e são suspensas em água salgada. Lágrimas emocionais têm hormonas à base de proteínas, incluindo o neurotransmissor leucina encefalina, que é um analgésico natural que é libertado quando estamos stressados. Além disso, as lágrimas vistas sob o microscópio podem ter diferentes formas. Assim, mesmo as lágrimas psíquicas com a mesma composição química podem ser muito diferentes. Há a viscosidade, o cenário, a taxa de evaporação e as configurações do microscópio.

lágrimas de alegria
Para ver mais:

Bibliografia:

domingo, junho 08, 2014

Património Mundial - Moçambique

Ilha de Moçambique (1991)


A Ilha de Moçambique é uma testemunha importante no estabelecimento e desenvolvimento das rotas marítimas portuguesas entre a Europa ocidental e o subcontinente Indiano e toda a Ásia. A cidade e as fortificações na ilha, e na ilha menor de São Lourenço são um exemplo marcante de arquitetura onde tradições locais, influências portuguesas e alguma influência indiana e árabe estão todas entrelaçadas.



A incrível unidade de arquitetura deriva do uso ininterrupto das mesmas técnicas de construção, com o mesmo tipo de material e mesmos princípios decorativos. O património da ilha inclui também o fortim de São Sebastião, outras construções de defesa e religiosas.


Bibliografia:
http://whc.unesco.org/en/list/