domingo, setembro 07, 2014

Surto de Ebola na África Ocidental 2014: INFORMAÇÕES IMPORTANTES





















No dia 8 de agosto de 2014, a Diretora Geral da OMS, Dra. Margaret Chan, declarou o presente surto de Ebola uma emergência internacional de saúde pública pois este é o maior surto do vírus desde que este surgiu pela primeira vez em 1976.

Leia sobre a histórico do Ebola em http://bit.ly/1Bdqpfv.

O facebook da rede ePORTUGUESe (http://goo.gl/9AeL68) está publicando TODOS OS DIAS, informações adicionais sobre o virus Ebola.

Até o momento, contabiliza-se 3.052 casos confirmados, prováveis e suspeitos e 1.546 mortes entre a Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria. 

Entretanto, os países que fazem fronteira com os países atingidos (Benin, Burkina Faso, Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Mali e Senegal) correm o risco de receberem pessoas doentes e consequentemente a propagação do vírus para sua população. Estes países encontram-se em alerta máximo e estão se preparando para combater o vírus, caso algum caso seja notificado.

O Vírus Ebola é transmitido através do contato direto com sangue e fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, vivos ou mortos
Portanto, atenção e cuidados são necessários.





















Desta maneira, se os alimentos forem adequadamente preparados e cozidos, não há risco de infecção 


Algumas medidas básicas de higiene que previnem a infecção foram recomendadas pela OMS e seguem listadas abaixo:
  • Lave sempre as mãos ou utilize formulações a base de álcool para desinfetar as mãos;
  • Não coma carne crua ou qualquer derivado de carne que não seja cozido devidamente;
  • Se tiver contato com uma pessoa contaminada, troque as roupas e o calçado e deixe-os de molho em solução de hipoclorito de sódio com a diluição de 0,05 ou 500 ppm de cloro (água sanitária) por 30 minutos.
FIQUE ATENTO: animais doentes e contaminados não devem nunca ser consumidos!


Embora as viagens para os países afetados pelo Ebola sejam de baixo-risco para a infecção, atente para as informações do quadro abaixo.




Fontes:
http://www.who.int/csr/disease/ebola/en/
http://www.onu.org.br/organizacao-mundial-da-saude-identifica-paises-em-risco-de-epidemia-de-ebola/
https://storify.com/WHO/who-ebola-situation-report-29-august-2014

http://www.who.int/csr/disease/ebola/note-ebola-food-safety/en/






quinta-feira, setembro 04, 2014

domingo, agosto 31, 2014

Informação para todos - grupo de discussão HIFA-pt

Em 2009, a rede ePORTUGUÊSe da OMS lançou juntamente com a rede Global de Informação em Cuidados de Saúde, o grupo de discussão em português HIFA-pt.

HIFA (health information for all) é uma campanha global com mais de 7000 membros (sendo 2100 provenientes do HIFA-pt) presente em 171 países.

O que é o HIFA-pt
É um fórum de discussão em português que reúne mais de 2100 membros provenientes de vários países incluindo os oito países de língua portuguesa. O objetivo dste grupo é incluir profissionais de saúde, formuladores de políticas, gestores, bibliotecários e profissionais da informação dos países de língua portuguesa em uma rede de discussão ampla e conectada com o grupo HIFA2015.
HIFA2015 (Health information for all by 2015) foi criado em 2006 pela Rede Global de Informação em Cuidados de Saúde, uma organização sem fins lucrativos baseada no Reino Unido.

A falta de acesso à informação em saúde relevante, atualizada e baseada na evidência contribui para o elevado número de mortes evitáveis, principalmente nos países em desenvolvimento.

O objetivo do grupo HIFA-pt é contribuir para que profissionais de saúde possam discutir e trocar experiências sobre temas de comum interesse e que todas as pessoas  tenham acesso à informação em saúde que necessitam

É importante que profissionais dos oito países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) participem deste grupo de discussão e contribuam para que seus países atinjam os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio.

Desafios para 2014

1. Aumentar o número de participantes
2. Expandir a discussão para zonas remotas
3. Estimular a discussão nos países com pouca representatividade


O moderador deste grupo é a rede ePORTUGUÊSe da OMS.













sexta-feira, agosto 29, 2014

Cristovão Colombo era português

Existe uma grande corrente que afirma que Cristóvão Colombo foi de fato um fidalgo português chamado Pedro Ataíde que ocultou sua identidade para não ser morto pelo Rei D João II.


Esta teoria será colocada à prova se for concretizado o projeto para analisar o DNA dos restos de um parente deste personagem luso.

O engenheiro Fernando Branco, autor do livro "Cristóvão Colombo, nobre português", afirmou em entrevista à agência EFE que, se obtiver "o apoio de um grande número de cidadãos", iniciará os trâmites para exumar o cadáver do parente de Ataíde.

A localização desses restos está mantida em segredo, mas Branco assegura saber onde está enterrado o corpo desse familiar do nobre português que, segundo seu livro, entrou para a história como Colombo.
“Precisamos de autorização para analisar os restos, por isso não divulgo no livro onde o corpo está enterrado", explica Branco, cuja obra, publicada no mês passado, contradiz a versão oficial de que o descobridor da América nasceu em Génova (Itália).

As amostras obtidas desses restos, acrescenta, teriam que ser comparadas com o DNA de Diego Colombo, irmão do grande navegante, que na década passada foram analisadas por peritos espanhóis em Sevilha, onde repousam seus restos. Fernando Branco não é o primeiro escritor a defender que o homem que chegou em 1492 ao continente americano tem origem portuguesa, mas é o único que indicou qual poderia ser sua identidade exata.

Após comparar os dados históricos sobre o navegante e o fidalgo, seu livro aponta 63 coincidências que levam a pensar que Ataíde decidiu, em 1476, depois da batalha de San Vicente, trocar de nome por motivos de segurança. "Nós engenheiros não costumamos dizer que estamos totalmente convencidos, mas posso assegurar que nunca vi uma hipótese melhor (sobre a origem de Cristóvão Colombo) que esta", ressalta o escritor.

Na sua opinião, a corrente "genovista" quase não tem argumentos para defender que o navegante era italiano, e atribui sua origem a um mero erro tipográfico em um documento. "As teses de Génova são muito fracas", defende, “e consideram que Cristóvão Colombo era da família Colombo porque os reis católicos escreveram uma carta que em catalão traduzindo o sobrenome do marinheiro para 'Colom', que quer dizer 'pombo', e que em italiano se diz 'Colombo'”.
Branco lembra, além disso, que os diários de navegação de Colombo estão escritos em castelhano, com o uso frequente de expressões portuguesas e de algumas em catalão. A coincidência que convenceu o escritor de que Pedro Ataíde, apelidado como "O Corsário", foi na realidade Cristóvão Colombo, foi encontrada no diário de bordo do almirante, citado por seu filho Fernando Colombo no livro que escreveu sobre seu pai.

“Após o descobrimento da América, Colombo para na ilha de Santa Maria, no arquipélago português dos Açores, onde viviam menos de 100 pessoas. Lá se encontra com o braço direito João da Castanheira, a quem diz conhecer bem, apesar de não ser um nobre nem nada parecido", assinala.

Branco acredita que o braço direito devia ser natural da população de Castanheira do Ribatejo, uma terra sob o controle da família Ataíde, o que explicaria o fato de já terem se encontrado anteriormente. A investigação do engenheiro português foi reconhecida pela Academia de História lusa, e ele se mostra convencido de que, se Pedro Ataíde decidiu mudar de identidade e se chamar Cristóvão Colombo, foi por medo de perder a vida e seus privilégios de nobre.

Ataíde esteve envolvido em uma conjuração contra o rei português João II a pedido da rainha Isabel, "A Católica", no final do século XV, e um de seus primos foi assassinado pelos seguidores do monarca, afirma.

Depois, "os reis católicos quiseram retirar os poderes de alguns nobres, e a origem portuguesa poderia dificultar a manutenção de seus títulos de Almirante das Índias e as riquezas acumuladas". O autor da última de uma longa lista de obras sobre as origens do navegante afirma que seu objetivo agora passa a ser "corrigir" a História, embora assegure que começou a investigar apenas como um hobby e para tentar resolver os mistérios que ainda cercam a história de Cristóvão Colombo



terça-feira, agosto 26, 2014

SIG Crianças e Adolescentes fará reunião especial sobre o vírus “Ebola” no dia 28 de agosto


O SIG (Special Interest Group) Crianças e Adolescentes da Faculdade de Medicina da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro está promovendo uma discussão sobre vírus Ebola no dia 28 de agosto de 2014 as 11h (horário de Brasilia), com transmissão por videoconferência e pela Internet por videostreaming, através do link: http://url.rnp.br?sigsaudedecrianca
O palestrante convidado será o Dr. Marcos Junqueira Lago, Professor Associado de Pediatria e Vice-Diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (FCM - UERJ) e membro do Comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria. Também estarão presentes infectologistas, a Drª Denise Stajnbok e a Drª Luana da área de pediatria da FCM-UERJ.
A moderadora será a Drª Evelyn Eisenstein (FCM-UERJ).

Para saber o horário em seu país use o site: http://www.timeanddate.com/worldclock/converter.html



domingo, agosto 24, 2014

Portugal: Do seculo VIII à era dos descobrimentos


No século VIII, a península ibérica ainda sob o domínio romano, foi conquistada por povos islâmicos, que se referiam a esta região como Al-Andalus.


De início, integrado na província norte-africana do império Omíada, Al-Andalus tornou-se um emirado (756 a 929) e posteriormente um califado (929 a 1031). Com a dissolução do califado em 1031, o território pulverizou-se em vários reinos. Foi um momento oportuno para o processo de reconquista destes territórios pelos cristãos.
O processo gradual da reconquista cristã originou o nascimento de pequenos reinos na região. Assim nasceram, os reinos de Astúrias em 718, o primeiro a se libertar do domínio dos mouros (árabes), Leão em 910, Navarra em 778, Aragão e
Castela em 850.

O território sob ocupação árabe-
muçulmano foi sendo progressivamente empurrado para o sul até a tomada de Granada pelos reis Católicos.

LISBOA
Uma lenda popular e romântica conta que a cidade de Lisboa teria sido fundada pelo heroi Grego Ulisses e por isso os gregos a chamavam de Olissipo, proveniente do nome do heroi. Posteriormente, o nome grego teria sido corrompido em latim para Olissipona.


No tempo dos romanos, Lisboa era famosa pelo garum, um molho de luxo feito à base de peixe, exportado para Roma, assim como vinho, sal e cavalos da região. No fim do domínio romano Olissipo foium dos primeiros núcleos a acolher o cristianismo.

No entanto, o nome Portugal começou a aparecer entre os anos 930 a 950 da era Cristã. Fernando Magno denominou oficialmente o território quando em 1067 o deu ao seu filho D. Garcia.

Alguns anos mais tarde, em 1096, o Rei Afonso VI de Leão e Castela entregou o Condado Portucalense ao conde D. Henrique de Borgonha, casado com sua filha, a Infanta D. Teresa, passando Henrique a ser conde de Portucale.

Deste condado, nasceria o reino de Portugal. D. Henrique governou no sentido de conseguir uma completa autonomia para o seu condado e deixou a terra portucalense muito mais livre do que quando a recebera. Depois de sua morte em 1112, sua viúva, D. Teresa ainda tentou fortalecer o reino até que seu filho Afonso Henriques de Borgonha chegasse a maior idade. No entanto, devido aos diversos conflitos diplomáticos, D. Teresa foi obrigada a abdicar e o jovem Afonso Henriques, aos catorze anos de idade, em 1125, com o apoio da nobreza portuguesa da época, arma-se a si próprio cavaleiro - segundo o costume dos reis - tornando-se assim guerreiro independente.
D. Afonso Henriques declara o reino independente, dado que ele era neto de Afonso VI, Imperador de toda a Hispânia, passando a assinar todos os documentos oficiais não mais como conde, mas como rei.

Em 1139, depois de uma estrondosa vitória em batalha contra os mouros, D. Afonso Henriques afirmou-se como rei de Portugal e com o apoio dos nobres portugueses, foi aclamado como rei soberano.

Nascia, assim em 1139, o reino de Portugal e sua primeira dinastia e Casa Real, Borgonha. D. Afonso Henriques passou a ser Rei Afonso I de Portugal.
Em 5 de outubro de 1143, a independência de Portugal foi reconhecida pelo Rei Afonso VII de Leão e Castela, no Tratado de Zamora.

D. Afonso I procurou consolidar a independência, fez importantes doações à Igreja e fundou diversos conventos. Dirigiu-se ao Papa Inocêncio II e declarou Portugal tributário da Santa Sé, tendo reclamado para a nova monarquia a proteção pontifícia. Em 1179, o Papa Alexandre III, reconhece Portugal como país independente e soberano protegido pela Igreja Católica.



Para saber mais sobre a era dos descobrimentos, veja o post do nosso BLOG http://eportuguese.blogspot.com/2010/03/infante-d-henrique-impulsionador-dos.html


quinta-feira, agosto 21, 2014

Danças típicas - Ússua

São Tomé e Príncipe - Ússua


Em São Tomé e Príncipe destacam-se as danças tradicionais ÚssuaSocopé e Bulawê.
Ússua é uma dança de origem Europeia, que posteriormente, foi adaptada pelo povo sãotomense.

Considerada uma dança de salão, realiza-se através de movimentos compassados e ritmos agradáveis, mediante uma inter-relação entre homens e mulheres ao som de um instrumento de sopro, como a corneta, feita de madeira ou chifres de animais. Os interveninetes na dança encontram-se sempre vestidos com trajes tradicionalmente sãotomenses.



São Tomé e Príncipe