terça-feira, janeiro 06, 2015

Dia de Reis - Você lembra a origem?


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Dia 6 de janeiro, ou Dia de Reis, segundo a tradição cristã, é o dia em que o Menino Jesus recebeu a visita dos três Reis Magos.


Belchior (ou Melchior) representava a Europa e os descendentes de Jafé.

Gaspar representava a Ásia e os descendentes de Sem.

Baltasar representava a África e os descendentes de Cam.

Jafé, Sem e Cam são os 3 filhos de Noé, que segundo o Antigo testamento representavam as 3 partes de mundo e as 3 raças conhecidas naquele tempo.

Para além desta simbologia, os Reis Magos representam os poderosos e abastados que devem curvar-se perante os humildes, despojando-se dos seus bens e colocando-os aos pés dos demais seres humanos, ou seja, devem partilhar a sua fortuna com os mais pobres.

Tradições associadas ao dia 6 de janeiro


Na noite de 5 para 6 de janeiro, é costume entre as crianças deixarem seus sapatos na janela com ervas, feno ou capim para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar sua viagem. Em troca, os Reis Magos deixam doces que as crianças encontram ao acordar.

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A tradição também consiste em preparar o Bolo do dia de Reis. Na França, o bolo é conhecido como “Galette de rois”. É costume colocar um brinde no seu interior e quem encontrar o brinde será coroado como o Rei.

Em Portugal e também em outros paises, principalmente nos pequenos vilarejos, é comum que as pessoas cantem de porta em porta em troca de doces e brindes….

No Brasil esta tradição é comemorada com festas onde é servido doces e comidas típicas de cada regiões.

Em alguns países, a troca de presentes ocorre no dia 6 de janeiro ao invés do dia do Natal.

O dia 6 de janeiro marca o encerramento das celebrações de Natal. As pessoas retiram todos os enfeites e desmontam suas árvores de Natal.

Os Reis Magos presentearam o Menino Jesus com:


Ouro (oferecido por Belchior): representando sua nobreza


Incenso (oferecido por Gaspar): representando a divindade de Jesus

Mirra (oferecido por Baltasar): como uma erva amarga, a mirra simbolizava o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, e também simbolizava Jesus enquanto homem.



terça-feira, dezembro 30, 2014

domingo, dezembro 14, 2014

quarta-feira, dezembro 10, 2014

10 de dezembro: Dia internacional dos Direitos Humanos





Todos com os mesmos diretos

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."

Artigo 1° Declaração Universal dos Direitos do Homem




Neste ano, a Declaração Universal dos Direitos Humanos comemora 66 anos e, para assinalar esta data, as Nações Unidas escolheram como lema a proteção durante os 365 dias do ano. 

“Human Rights 365″ (Direitos Humanos 365) é o lema da campanha com que a organização internacional assinala este ano o dia 10 de dezembro, data em que, em 1948, foi assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos e que, dois anos depois, foi declarada Dia Mundial dos Direitos Humanos. 

Declaração Universal dos Direitos Humanos


Direitos Humanos:prosperidade,igualdade,libertade,justiça
Esta declaração foi assinada por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas.

A ideia é resaltar que “todos os dias são dias de direitos humanos”, explicam as Nações Unidas. “Cada um de nós, esteja onde estiver, em qualquer altura, tem direito aos direitos humanos”.

Imagens ONU 




Reconhecendo que 2014 será recordado como um ano de “assustadores desafios para os direitos humanos”, as Nações Unidas ressaltam que, “apesar de tudo, houve avanços significativos, contínuos e globais”. Porém, também é verdade que, “em certas regiões, onde recentemente tinha havido progressos na realização de direitos humanos, houve agora retrocesso”, reconhece a organização.




 Fonte: 

segunda-feira, dezembro 08, 2014

O futuro da língua em Angola promete

Angola tem uma 
imensurável responsabilidade na preservação, divulgação e valorização da língua portuguesa no mundo, em geral, e, em particular, no continente Africano.




Isso se deve ao fato, não só da sua influência político-econômica-cultural na região, à sua posição geo-estratégica, mas também pela força e projeção de desenvolvimento que a tem tornado num país de destino de emigrantes de várias latitudes do planeta.Tudo isso propicia um dinamismo invisível na necessidade de aprendizagem.

Não está em causa o poder de Moçambique nesse processo, porque também existe tal responsabilidade, embora em proporções desiguais; nem o do Brasil pelo mundo, pois atualmente é o maior "embaixador" dessa língua pelas organizações internacionais.

Angola faz parte da CPLP
Portanto, vemos populações inteiras de expatriados cuja finalidade é a socialização com a língua portuguesa, que hoje é tão nossa quanto dos cidadãos portugueses. Aprender português torna-se um indicador de permanência e integração dos que se querem fixar no país.

Se esses elementos representam, em si, uma verdadeira motivação para que se possa pôr a andar um processo melhorado de ensino na mesma carruagem do da aprendizagem por comunidades que a assumem como língua segunda, infelizmente um certo conservadorismo tem vindo a funcionar como travão.

Por exemplo, não faz muito tempo, que um jovem cidadão português, além do imponente emprego que lhe ofereceram, estando pela primeira vez em Angola, mostrou-se maravilhado com a forma viva que acha estar a língua portuguesa a ser utilizada em Angola, com as palavras a ganharem novas nuances semânticas, construções inovadoras, o enriquecimento lexical, a mobilidade dos conectores nas frases, etc.Segundo este cidadão português, essa vivacidade da língua portuguesa só a sentia no Brasil, pois, para ele, em Portugal, a língua andava mofa, sisuda e quase sem crescimento.

A língua portuguesa em Angola tem o futuro garantido. A coabitação com outras línguas num mesmo espaço territorial é uma valia que só o tempo permitirá avaliar. Nada indica que ela venha a perder terreno. Pelo contrário. A criatividade dos falantes angolanos, associada às vivências e experiências das desafiantes décadas de instabilidade, coloca(ra)m na boca do angolano um produto linguístico bastante fértil; uma língua em potencial crescimento nos seus mais diversos aspectos.

Gráfico Língua Portuguesa

Entretanto, é necessário que essa inovação seja acompanhada para que se respeite um instrumento regulador de qualidade (não à fala, mas à língua), para se criar referências e referentes, com base nas normas que felizmente existem. E, nesse aspecto, a escola não tem ajudado muito.

Escolas em Angola
Na minha experiência de docente angolano, o modelo  desde o ensino de base à universidade, e mesmo como utente da língua, defendo que se deve revigorar o modelo de ensino/ aprendizagem da língua portuguesa em Angola.

O papel do ensino da língua portuguesa nas nossas escolas em Angola deve valorizar cada vez mais a leitura, interpretação e a produção de textos na língua portuguesa, devendo permitir que o aluno aprenda no mínimo, a ler e a escrever com proficiência e evitar-se os chamados analfabetos funcionais.

Distribuição étnica em angola
As línguas originalmente faladas em Angola, como em qualquer país africano, são as dos povos africanos residentes na região. A implantação geográfica destes povos, hoje designados como etnias, no fim da era colonial fez surgir diversas linguas; apesar das vicissitudes das décadas pós-coloniais, esta distribuição espacial continua no essencial inalterada. Em termos globais, a esmagadora maioria dos angolanos – perto de 90% – é de origem bantu.

Fonte: 

quarta-feira, dezembro 03, 2014

AIDS e Homossexualidade


Na sequência do Dia Mundial da AIDS cabe
relembrar que o combate a discriminação contra pacientes HIV positivos não deve ser esquecido. 

Em particular pacientes de minorias sexuais. Não é novidade para ninguem que a comunidade homossexual foi das primeiras a ser afetada pela pandemia da AIDS, na época do seu aparecimento. 

combata o preconceito
Apesar de nao ser uma doença que atinja toda a população independentemente de gênero, idade, estatuto social ou orientação sexual, a comunidade LGBT (Lesbicas Gays Transgender e Bondage) continua associada à uma imagem de risco associado a HIV. 

As Nações Unidas, através da agência UNAIDS unem-se neste esforço pelo combate a discriminação e sensibilização para alguns problemas que a comunidade LGBT enfrenta.






Fontes:

www.unaids.org
www.who.int
wikipedia.org


domingo, novembro 30, 2014

1 de dezembro - Dia Mundial de Combate à AIDS

Vamos acabar com a epidemia de AIDS em 2030

35.3 milhões de pessoas vivem com o HIV
9.7 milhões tem acesso aos ARV




O mundo está iniciando uma nova estratégia para acabar com a epidemia de AIDS em 2030. 
Para alcançar este objetivo, um novo conjunto de metas foi criado para a realização dos 90-90-90: 


  • 90% das pessoas que vivem com HIV devem conhecer o seu estado sorológico;
  • 90% das pessoas que conhecem o seu estado HIV-positivo devem ter acesso a um tratamento adequado; 
  • 90% das pessoas em tratamento devem ter a carga viral suprimida.

A UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) estimava que até junho de 2014, cerca de 13,6 milhões de pessoas teriam acesso à terapia antirretroviral, o que representaria um enorme passo no sentido de garantir que 15 milhões de pessoas tenham acesso em 2015. 

Porém, ainda estamos muito longe de atingir as metas 90-90-90. São necessários muitos esforços para fechar a lacuna para o tratamento das crianças.


Outras metas incluem a redução de 75% ou mais do número anual de novas infecções pelo HIV. A meta tem como objetivo reduzir para 500 000 casos em 2020, e alcançar a discriminação zero

Estas metas são baseadas em uma abordagem global, para todos tenham acesso à informação sobre a doença e que os estigmas sejam abolidos para garantir que pessoas com HIV tenham os mesmos direitos e possam ter uma melhor qualidade de vida.


Fonte: UNAIDS