Informações que sejam de interesse para os países de língua portuguesa. Uma forma de integrar e conhecer a cultura, saúde e os costumes destes países.
segunda-feira, janeiro 12, 2015
quinta-feira, janeiro 08, 2015
Será que eles morreram de Ebola?
Saiba como as equipes de enterro digno e seguro trabalham para agilizar a identificação da causa das mortes durante o surto do Ebola que ocorre na África Ocidental
Os corpos das pessoas que morreram de Ebola podem ser muito
contagiosos, mas isso não significa que cada pessoa
falecida tenha morrido em decorrência da doença.
A fim de acelerar o processo para descobrir qual foi a causa da morte de cada doente, a OMS tem trabalhando em estreita colaboração com o Instituto de Pesquisa de Biomédica da Libéria para treinar as equipes de sepultamento sobre como coletar um “swab” bucal de pacientes falecidos com segurança.
A fim de acelerar o processo para descobrir qual foi a causa da morte de cada doente, a OMS tem trabalhando em estreita colaboração com o Instituto de Pesquisa de Biomédica da Libéria para treinar as equipes de sepultamento sobre como coletar um “swab” bucal de pacientes falecidos com segurança.
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| Kamal Ait-Ikhlef da OMS treinando as equipes |
O procedimento consiste em 5 etapas, incluindo a preparação de todos os materiais necessários desde a colocação do equipamento de proteção individual, coleta das amostras a partir de um swab bucal do paciente falecido, preparo para o transporte, e, finalmente, como realizar a remoção do equipamento de proteção individual com segurança .
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| Equipes colocando o EPI |
Uma equipe de enterro digno e seguro é chamada para
recolher um corpo nos arredores da capital da Libéria, Monróvia.
As equipes de sepultamento treinadas são observadas para verificar se já estão com o domínio de coletar a amostra de saliva swab da pessoa falecida.
As equipes de sepultamento treinadas são observadas para verificar se já estão com o domínio de coletar a amostra de saliva swab da pessoa falecida.
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| Coleta do Swab |
Este membro da equipe de enterro digno e seguro tomou uma amostra de swab da pessoa falecida, e aqui dispõe o tubo com a amostra de swab em um saco plástico.
O saco de plástico com a amostra de saliva é colocado em um recipiente para seu transporte
ao Instituto de Pesquisa Biomédica da Libéria, para posterior análise.
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| Processo de desinfecção |
Uma vez que a amostra de saliva de swap
tenha sido coletada, a equipe de enterro seguro pode começar seu trabalho de
desinfecção da casa e colocar a pessoa falecida em um saco propício para o
corpo. O pulverizador garante que a rota que a equipe segue é desinfectada.
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| Desinfecção da equipes |
Quando o trabalho é feito, a equipe enterro fica desinfectada e pode, então, retirar o seu equipamento de proteção individual de forma segura.
terça-feira, janeiro 06, 2015
Dia de Reis - Você lembra a origem?
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| fonte da imagem |
Belchior (ou Melchior) representava a Europa e os descendentes de Jafé.
Gaspar representava a Ásia e os descendentes de Sem.
Baltasar representava a África e os descendentes de Cam.
Jafé, Sem e Cam são os 3 filhos de Noé, que segundo o Antigo testamento representavam as 3 partes de mundo e as 3 raças conhecidas naquele tempo.
Para além desta simbologia, os Reis Magos representam os poderosos e abastados que devem curvar-se perante os humildes, despojando-se dos seus bens e colocando-os aos pés dos demais seres humanos, ou seja, devem partilhar a sua fortuna com os mais pobres.
Tradições associadas ao dia 6 de janeiro
Na noite de 5 para 6 de janeiro, é costume entre as crianças deixarem seus sapatos na janela com ervas, feno ou capim para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar sua viagem. Em troca, os Reis Magos deixam doces que as crianças encontram ao acordar.
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| Fonte da imagem |
Em Portugal e também em outros paises, principalmente nos pequenos vilarejos, é comum que as pessoas cantem de porta em porta em troca de doces e brindes….
No Brasil esta tradição é comemorada com festas onde é servido doces e comidas típicas de cada regiões.
Os Reis Magos presentearam o Menino Jesus com:
• Ouro (oferecido por Belchior): representando sua nobreza
• Incenso (oferecido por Gaspar): representando a divindade de Jesus
• Mirra (oferecido por Baltasar): como uma erva amarga, a mirra simbolizava o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, e também simbolizava Jesus enquanto homem.
terça-feira, dezembro 30, 2014
domingo, dezembro 14, 2014
quarta-feira, dezembro 10, 2014
10 de dezembro: Dia internacional dos Direitos Humanos
Neste ano,
a Declaração Universal dos Direitos Humanos comemora 66 anos e, para assinalar
esta data, as Nações Unidas escolheram como lema a proteção durante os 365 dias
do ano.
“Human Rights 365″ (Direitos Humanos 365) é o lema da campanha com
que a organização internacional assinala este ano o dia 10 de dezembro, data em
que, em 1948, foi assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos e
que, dois anos depois, foi declarada Dia Mundial dos Direitos Humanos.
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| Declaração Universal dos Direitos Humanos |
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| Direitos Humanos:prosperidade,igualdade,libertade,justiça |
Esta
declaração foi assinada por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a
preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram
milhões de pessoas.
A ideia é resaltar que “todos os dias são dias de direitos humanos”, explicam as Nações
Unidas. “Cada um de nós, esteja onde estiver, em qualquer altura, tem direito
aos direitos humanos”.
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| Imagens ONU |
Reconhecendo
que 2014 será recordado como um ano de “assustadores desafios para os direitos
humanos”, as Nações Unidas ressaltam que, “apesar de tudo, houve avanços
significativos, contínuos e globais”. Porém, também é verdade que, “em
certas regiões, onde recentemente tinha havido progressos na realização de
direitos humanos, houve agora retrocesso”, reconhece a organização.
Fonte:
segunda-feira, dezembro 08, 2014
O futuro da língua em Angola promete
Angola tem uma
imensurável responsabilidade na preservação,
divulgação e valorização da língua portuguesa no mundo, em geral, e, em
particular, no continente Africano.
Isso se deve ao fato, não só da sua influência político-econômica-cultural na região, à sua posição geo-estratégica, mas também pela força e
projeção de desenvolvimento que a tem tornado num país de destino de
emigrantes de várias latitudes do planeta.Tudo isso propicia um dinamismo invisível na necessidade de
aprendizagem.
Não está em causa o poder de Moçambique nesse processo,
porque também existe tal responsabilidade, embora em proporções desiguais; nem
o do Brasil pelo mundo, pois atualmente é o maior "embaixador" dessa língua
pelas organizações internacionais.
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| Angola faz parte da CPLP |
Portanto, vemos populações inteiras de expatriados cuja
finalidade é a socialização com a língua portuguesa, que hoje é tão nossa
quanto dos cidadãos portugueses. Aprender português torna-se um indicador de
permanência e integração dos que se querem fixar no país.
Se esses elementos representam, em si, uma verdadeira
motivação para que se possa pôr a andar um processo melhorado de ensino na
mesma carruagem do da aprendizagem por comunidades que a assumem como língua
segunda, infelizmente um certo conservadorismo tem vindo a funcionar como
travão.
Por exemplo, não faz muito tempo, que um jovem
cidadão português, além do imponente emprego que lhe ofereceram, estando pela
primeira vez em Angola, mostrou-se maravilhado com a forma viva que acha estar
a língua portuguesa a ser utilizada em Angola, com as palavras a ganharem novas
nuances semânticas, construções inovadoras, o
enriquecimento lexical, a mobilidade dos conectores nas frases, etc.Segundo este cidadão português, essa vivacidade da língua
portuguesa só a sentia no Brasil, pois, para ele, em Portugal, a língua andava
mofa, sisuda e quase sem crescimento.
A língua
portuguesa em Angola tem o futuro garantido. A coabitação com outras línguas
num mesmo espaço territorial é uma valia que só o tempo permitirá avaliar. Nada
indica que ela venha a perder terreno. Pelo contrário. A criatividade dos falantes angolanos, associada às
vivências e experiências das desafiantes décadas de instabilidade, coloca(ra)m
na boca do angolano um produto linguístico bastante fértil; uma língua em
potencial crescimento nos seus mais diversos aspectos.
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| Gráfico Língua Portuguesa |
Entretanto, é necessário que essa inovação seja acompanhada para que se respeite um instrumento regulador de qualidade (não à fala, mas à língua), para se criar referências e referentes, com
base nas normas que felizmente existem. E, nesse aspecto, a escola não tem
ajudado muito.
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| Escolas em Angola |
Na minha experiência de docente angolano, o modelo desde o ensino de base à
universidade, e mesmo como utente da língua, defendo que se deve revigorar o
modelo de ensino/ aprendizagem da língua portuguesa em Angola.
O papel do ensino da língua
portuguesa nas nossas escolas em Angola deve valorizar cada vez mais a leitura,
interpretação e a produção de textos na língua portuguesa, devendo permitir que o aluno aprenda no mínimo, a ler e a escrever com proficiência e evitar-se os chamados analfabetos funcionais.
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| Distribuição étnica em angola |
As línguas originalmente faladas em Angola, como em qualquer país africano, são as dos povos africanos residentes na região. A implantação geográfica destes povos, hoje designados como etnias, no fim da era colonial fez surgir diversas linguas; apesar das vicissitudes das décadas pós-coloniais, esta distribuição espacial continua no essencial inalterada. Em termos globais, a esmagadora maioria dos angolanos – perto de 90% – é de origem bantu.
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