domingo, janeiro 18, 2015

Portugal - onde tudo começou para os 8 países de lingua portuguesa

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As origens de Portugal, são na verdade as origens de todos nós que vivemos em um dos países de língua portuguesa.

Vamos entender nossas nossa cultura, os nossos modos de pensar e de agir...


Portugal nem sempre foi o pequeno retângulo de território banhado a ocidente e a sul pelas águas do oceano Atlântico como o conhecemos hoje!


As fronteiras da atual Lusitânia começaram a delinear-se muito cedo no seio da Península Ibérica. Foi aqui que há cerca de 1,2 milhões de anos, chegaram os primeiros homens. 
Eram nómadas e caçadores sempre a procura de alimentos para sua sobrevivência.


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 Se a Península Ibérica se isolava um pouco do Velho Continente (Europa) a norte pelo caráter montanhoso dos Pirineus, isso já não acontecia a sul.

Desde cedo, Portugal se tornou uma espécie de ligação entre a Europa e o norte de África e um centro importante para o comercio do Mediterrâneo, principalmente com a colónia fenícia de Cartago, no norte do continente africano. 


Fenícios e Romanos disputaram na Antiguidade esta zona pelo comércio do Mediterrâneo, durante as três Guerras Púnicas, após as quais a cidade de Cartago ficou destruída.

As Guerras Púnicas foram uma série de três guerras entre Roma e a República de Cartago, cidade-estado fenício, que duraram de 264 a.C a 146 a.C. Ao final das Guerras Púnicas, Cartago foi totalmente destruída.

A derrota dos cartagineses, entretanto, não garantiu a ocupação romana pacífica da Península Ibérica. A partir de 194 a.C. houve vários conflitos entre tribos nativas denominadas, genericamente, como Lusitanos. 

Estes conflitos estenderam-se até 138 a.C.

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Nesse contexto, destaca-se um grupo de Lusitanos liderados por Viriato. 

Este grupo derrotou várias vezes as tropas romanas na região da periferia andaluza, o que fez de Viriato um mito da resistência peninsular.

Após a morte de Viriato, que foi traído por três companheiros, Roma intensificou a luta e marchou para o norte matando e destruindo tudo o que encontrava pela frente.
A península Ibérica ou Hispânia, nome dados pelos antigos romanos à esta região (Portugal, Espanha, Andorra, Gibraltar e uma pequena parte do sul da França) foi então dividida em duas províncias: Hispânia Citerior e Hispânia Ulterior. 


Neste processo de aculturação foram determinantes a expansão do latim e a fundação de várias cidades.

Durante os seis séculos de romanização registraram-se momentos de desenvolvimento mais ou menos acentuado, atenuando, sem dúvida, as diferenças étnicas dos povoamentos.

A língua latina acabou por se impor como língua oficial, funcionando como fator de ligação e de comunicação entre os vários povos. As povoações, até aí predominantemente nas montanhas, passaram a surgir nos vales ou planícies, habitando casas de tijolo cobertas com telha. Como exemplo de cidades que surgiram com os Romanos: Braga Beja, Santiago do Cacém, Coimbra e Chaves.


A indústria desenvolveu-se, sobretudo a olaria, minas, tecelagem, pedreiras, o que ajudou a desenvolver também o comércio com a circulação da moeda apoiado numa extensa rede viária (as famosas “calçadas romanas”, de que ainda há muitos vestígios no presente que ligava os principais centros de todo o Império.


A influência romana fez-se sentir também na religião e nas manifestações artísticas. Tratou-se, pois, de uma influência profunda, sobretudo a sul, zona primeiramente conquistada.





segunda-feira, janeiro 12, 2015

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Será que eles morreram de Ebola?

Saiba como as equipes de enterro digno e seguro trabalham para agilizar a identificação da causa das mortes durante o surto do Ebola que ocorre na África Ocidental

Os corpos das pessoas que morreram de Ebola podem ser muito contagiosos, mas isso não significa que cada pessoa falecida tenha morrido em decorrência da doença. 

A fim de acelerar o processo para descobrir qual foi a causa da morte de cada doente, a OMS tem trabalhando em estreita colaboração com o Instituto de Pesquisa  de Biomédica da Libéria para treinar as equipes de sepultamento sobre como coletar um “swab” bucal de pacientes falecidos com segurança.


Kamal Ait-Ikhlef da OMS
 treinando as equipes
Desde o dia 22 de outubro de 2014, Kamal Ait-Ikhlef da OMS está treinando equipes para que possam realizar um enterro digno e seguro e para que saibam coletar com segurança, amostras orais de uma pessoa falecida.

O procedimento consiste em 5 etapas, incluindo a preparação de todos os materiais necessários desde a colocação do equipamento de proteção individual, coleta das amostras a partir de um swab bucal do paciente falecido, preparo para o transporte, e, finalmente, como realizar a remoção do equipamento de proteção individual com segurança .

Ensino prático
 da Coleta das amostras

Os trainees passam por sessões de ensino prático. Ao fazer as simulações, as equipes de enterro dignos e seguros aprendem a colher com segurança, amostras  de swab bucal do paciente falecido.


Equipes colocando o EPI

Uma equipe de enterro digno e seguro é chamada para recolher um corpo nos arredores da capital da Libéria, Monróvia. 

As equipes de sepultamento treinadas são observadas para verificar se já estão com o domínio de coletar  a amostra de saliva swab da pessoa falecida.



Coleta do Swab

Este membro da equipe de enterro digno e seguro tomou uma amostra de swab da pessoa falecida, e aqui dispõe o tubo com a amostra de swab em um saco plástico.




Coleta para análise


O saco de plástico com a amostra de saliva  é colocado em um recipiente para seu transporte ao Instituto de Pesquisa Biomédica da Libéria, para posterior análise.






Processo de desinfecção

Uma vez que a amostra de saliva de swap tenha sido coletada, a equipe de enterro seguro pode começar seu trabalho de desinfecção da casa e colocar a pessoa falecida em um saco propício para o corpo. O pulverizador garante que a rota que a equipe segue é desinfectada.




Desinfecção da equipes



Quando o trabalho é feito, a equipe enterro fica desinfectada e pode, então, retirar o seu equipamento de proteção individual de forma segura.

terça-feira, janeiro 06, 2015

Dia de Reis - Você lembra a origem?


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Dia 6 de janeiro, ou Dia de Reis, segundo a tradição cristã, é o dia em que o Menino Jesus recebeu a visita dos três Reis Magos.


Belchior (ou Melchior) representava a Europa e os descendentes de Jafé.

Gaspar representava a Ásia e os descendentes de Sem.

Baltasar representava a África e os descendentes de Cam.

Jafé, Sem e Cam são os 3 filhos de Noé, que segundo o Antigo testamento representavam as 3 partes de mundo e as 3 raças conhecidas naquele tempo.

Para além desta simbologia, os Reis Magos representam os poderosos e abastados que devem curvar-se perante os humildes, despojando-se dos seus bens e colocando-os aos pés dos demais seres humanos, ou seja, devem partilhar a sua fortuna com os mais pobres.

Tradições associadas ao dia 6 de janeiro


Na noite de 5 para 6 de janeiro, é costume entre as crianças deixarem seus sapatos na janela com ervas, feno ou capim para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar sua viagem. Em troca, os Reis Magos deixam doces que as crianças encontram ao acordar.

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A tradição também consiste em preparar o Bolo do dia de Reis. Na França, o bolo é conhecido como “Galette de rois”. É costume colocar um brinde no seu interior e quem encontrar o brinde será coroado como o Rei.

Em Portugal e também em outros paises, principalmente nos pequenos vilarejos, é comum que as pessoas cantem de porta em porta em troca de doces e brindes….

No Brasil esta tradição é comemorada com festas onde é servido doces e comidas típicas de cada regiões.

Em alguns países, a troca de presentes ocorre no dia 6 de janeiro ao invés do dia do Natal.

O dia 6 de janeiro marca o encerramento das celebrações de Natal. As pessoas retiram todos os enfeites e desmontam suas árvores de Natal.

Os Reis Magos presentearam o Menino Jesus com:


Ouro (oferecido por Belchior): representando sua nobreza


Incenso (oferecido por Gaspar): representando a divindade de Jesus

Mirra (oferecido por Baltasar): como uma erva amarga, a mirra simbolizava o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, e também simbolizava Jesus enquanto homem.



terça-feira, dezembro 30, 2014

domingo, dezembro 14, 2014