domingo, março 08, 2015

OMS - Mulheres que fazem acontecer

Dra. Matshidiso Rebecca Moeti
Dra. Margaret Chan
A Organização Mundial da Saúde (OMS) possui além da sede em Genebra, seis escritórios regionais. 
Pela primeira vez em sua história, quatro regiões são lideradas por mulheres, além é claro da Diretora Geral, Dra. Margaret Chan.

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, destacamos aqui estas personalidades.


 Diretora Regional da OMS para a ÁFRICA 


Dra. Matshidiso Rebecca Moeti
Dra. Matshidiso Rebecca Moeti
A Dra. Matshidiso Rebecca Moeti nasceu em Botswana no sul da África e há mais de 35 anos trabalha com saúde pública. 

Em 1999,  começou a trabalhar no Escritório Regional da OMS para a África.

Em janeiro de 2015, tornou-se a primeira mulher a dirigir o Escritório Regional da OMS para a África, onde começou a trabalhar em 1999.

Sua meta é fortalecer o secretariado regional para impulsionar a região em direção a cobertura Universal em Saúde e contribuir para as metas de desenvolvimento global.


Diretora Regional da OMS para AMÉRICA


Dra. Carissa F. Etienne
A Dra. Carissa F. Etienne 'é médica e original de Dominica, uma pequena ilha no Caribe.

Trabalhou na Organização Panamericana da Saúde antes de liderar o Departamento de Recursos Humanos para a Saúde em Genebra. Em 2012 foi eleita Diretora do Escritório Regional da OMS para as Américas.

A Dra. Etienne tem concentrado seus esforços para fortalecer os sistemas de saúde e a atenção prímaria em saúde com o objetivo de reduzir as desigualdades na região.

Diretora Regional da OMS para
 o Sudeste Asiático


A Dra. Poonam Khetrapal Singh, tornou-se a primeira mulher a assumir o cargo de Diretora Regional da OMS para o Sudeste Asiático, em 2014. 

Estabeleceu como prioridades a Cobertura Universal em Saúde para o desenvolvimento sustentável da Região em consonância com a saúde global.


Diretora Regional da OMS para a Europa


Dra. Zsuzsanna Jakab

Dra Zsusanna Jakab começou sua carreira no Ministério da Saúde e Bem-Estar Social da Hungria em 1975, sendo responsável pelas relações externas, incluindo as relações com a OMS.

A Dra. Jakab assumiu o cargo como Diretora Regional da OMS em 2010 e foi reeleita em 2015.

Desde que assumiu o seu cargo de Diretora Regional da OMS para a Europa, a Dra. Jakab vem trabalhando para desenvolver uma agenda conjunta de saúde para a OMS da zona Europeia.

FONTE: Organização Mundial da Saúde






quinta-feira, março 05, 2015

Dia 8 de março - Dia Internacional da Mulher - em 2015, FAÇA ACONTECER

Fonte da Imagem

Dia Internacional da Mulher é com certeza uma data importante.


No dia 8 de Março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos em Nova York cansadas das condições insalubres e perigosas de suas jornadas de trabalho, decidiram paralizar a fábrica e reivindicar a redução de sua carga horária para 10 horas diárias, ao invés das 16 horas exigidas.

Pediam também uma equiparação salarial aos dos homens, já que recebiam 1/3 do salário para executar a mesma função e acima de tudo pediam por um tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

Em resposta, foram trancadas dentro da fábrica e silenciadas com um enorme incêndio criminoso.
130 mulheres morreram carbonizadas.

53 anos depois, em 1910, numa conferência realizada na Dinamarca,ficou decidido que no dia 8 de março, seria comemorado o Dia Internacional da Mulher em homenagem àquelas que morreram na fábrica em 1857.

Em 1975, a data foi oficializada pelas Nações Unidas.



saiba o que acontecerá neste dia ao redor do mundo:
http://www.internationalwomensday.com/theme.asp#.VPijO_nF_-o 


Veja posts anteriores sobre o DIA INTERNACIONAL DA MULHER

2014 - http://eportuguese.blogspot.ch/2014/03/dia-internacional-da-mulher-8-de-marco.html
2013 - http://eportuguese.blogspot.ch/2013/03/dia-8-de-marco-dia-internacional-da.html
2012 - http://eportuguese.blogspot.ch/2012/03/8-de-marco-dia-internacional-da-mulher.html
2011 - http://eportuguese.blogspot.ch/2011/03/100-anos-do-dia-internacional-da-mulher.html
2010 - http://eportuguese.blogspot.ch/2010/02/8-de-marco-dia-internacional-da-mulher.html

domingo, março 01, 2015

3 de março - Dia Mundial do Cuidado Auditivo


Quantas vezes você sentiu uma coceira tão grande nos ouvidos que teve vontade de subir pelas paredes?

Quantas vezes você inseriu um cotonete no seu canal auditivo?

Dia 3 de março é o Dia Mundial do Cuidado Auditivo e o tema deste ano é: 

O cuidado com o seu ouvido pode
evitar a perda auditiva.

A perda auditiva é uma das deficiências mais comuns e silenciosas.

Em geral, a magnitude é desconhecida, mas uma das grandes causas são as infecções do ouvido.

Sabe-se também que o ruido excessivo também contribui para a perda da audição assim como algumas doenças imunológicas.

Vários países juntaram-se à campanha e têm várias atividades planejadas.

Angola, pela primeira vez promove o dia mundial do cuidado auditivo.


Cuidados com os ouvidos

A perfuração dos tímpanos decorrente de infecção dos ouvidos é uma das maiores causas de perda auditiva.

Todos os anos , milhares de crianças desenvolvem infeções e outras doenças dos ouvidos que resultam na diminuição da acuidade auditiva . 

Segundo estimativas da OMS, 360 milhões de pessoas em todo o mundo vivem com surdez incapacitante. Isso representa 5,3% da população mundial.

Destes, 32 milhões são crianças.

Muitas condições que levam à perda de audição podem ser evitadas com medidas simples e cuidados com os ouvidos.

"Cuidar bem de nossos ouvidos é um investimento que garante a saúde deste canal de comunicação ao longo de nossas vidas" diz o Dr. Shelly Chadha , Diretor Técnico do Departamento de Prevenção da Cegueira e da Surdez na OMS.

Alguns cuidados diários simples:

1) Nunca insira nenhum objeto, até mesmo fones de ouvido , ou introduza quaisquer líquidos nos ouvidos

2) Os ouvidos não precisam ser lavados internamente. Apenas a parte externa da orelhas (o pavilhão auricular) deve ser limpo delicadamente com um pano macio para remover a sujeira

3) É essencial proteger os ouvidos de ruídos muito altos

4) O uso de remédios caseiros , como óleo aquecido para tratar doenças do ouvido é potencialmente nocivo e deve ser fortemente desencorajada







quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Museu do Descobrimento no Porto - PORTUGAL


Saiba mais:
https://www.worldofdiscoveries.com/

domingo, fevereiro 22, 2015

Os 7 Grandes Mitos da Língua Portuguesa

Vamos falar sobre alguns fatos pouco ou nada sustentáveis que se propagam como verdades sobre a língua portuguesa e a expressão humana. 


Fonte da imagem
Mito Número 1:

'Saudade' só existe na língua portuguesa

A palavra "saudade" não é particularidade da língua portuguesa. Porque derivada do latim, existe em outras línguas românicas. O espanhol tem soledad. O catalão soledat. O sentido, no entanto, não é o do português, está mais próximo da "nostalgia de casa", a vontade de voltar ao lar.

A originalidade portuguesa foi a ampliação do termo a situações que não a solidão sentida pela falta do lar: saudade é a dor de uma ausência que temos prazer em sentir. Mesmo no campo semântico, no entanto, há correspondente, no romeno, mas em outra palavra: dor (diz-se "durere"). 


É um sentimento que existe em árabe, na expressão alistiyáqu ''ilal watani. O árabe pode, até, ter colaborado para a forma e o sentido do nosso "saudade", tanto quanto o latim.


Mito Número 2:


A língua portuguesa está em decadência

A ideia de que todo idioma empobrece e degenera com o tempo ganhou apelo no século 19, quando cientistas passaram a crer que línguas antigas estavam num estágio avançado de desenvolvimento se comparadas às modernas. O estudo da estrutura das línguas mostrou que tal ideia não tem fundamento. 

A mudança linguística não representa degeneração ou melhoria, mas um processo pelo qual as línguas passam de um estado de organização a outro. 

Altera-se o modo como o sistema se configura, mas a organização não deixa de existir. As línguas não decaem nem progridem. Mudam.


Mito Número 3:

O português é difícil


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Nenhum idioma é complicado para o falante nativo. A "dificuldade" depende de muitas variáveis. 
Primeiro, podemos dizer que uma língua é mais fácil a um dado falante se o idioma a ser aprendido é mais próximo linguisticamente de seu idioma nativo. Os holandeses entendem e chegam a falar alemão e inglês devido à semelhança. 

Outro fator na "dificuldade" de um idioma é o sistema ortográfico. O russo é baseado no alfabeto cirílico, por sua vez baseado no grego, o que dificulta sua leitura. 


O polonês é mais "fácil" porque tem um alfabeto latino com algumas modificações, o que permite a decifração. O basco, o húngaro e o finlandês são todos difíceis devido à complexidade gramatical deles. Mas há línguas indígenas (brasileiras) e africanas muito complexas, com sutilezas e riqueza de expressão. 

A ideia de que o português é um dos idiomas mais difíceis não passa de mito. Tudo depende de contexto e interlocutor.

Mito Número 4:

Há línguas perfeitas

Um grande mito em relação às línguas é que, em algum momento, teria havido línguas perfeitas. Sua tradução quase diária é que teria havido, para cada língua, uma época em que ela foi melhor, em que se falava mais corretamente. 

A forma mais comum deste mito, no dia a dia, é a tese da decadência da língua. Os que defendem esta tese não sabem que ela é brandida desde sempre. 


Mito Número 5:

O português europeu é o mais correto


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Mito de origem colonialista. 
Torna fato que o português em outros países é corrompido, e a variedade original - portanto, de referência - é a de Portugal. 

Há diferenças de uso de país a país - e diferença não é deficiência ou inferioridade. O efeito prático dessa ideia é fazer os outros povos que usam a língua portuguesa sentirem-se em dívida ou desvantagem para com a tradição gramatical.



Mito Número 6:

Há línguas melhores do que outras

Cada situação de comunicação exige a sua variedade do idioma. Apesar disso, há a crença de que há variedades melhores que outras. A razão para que certas variantes de uma língua tenham mais prestígio é social, não tem relação com motivações linguísticas. Os grupos com maior domínio social impõem os seus valores e a sua forma de falar, defendendo que esta é a mais correta.

Mito Número 7:


A geração atual não sabe falar e escrever direito

A ideia de que os jovens já não sabem falar nem escrever de forma correta se intensificou com o receio disseminado pela propagação da internet. Mas não há constatação científica de que as crianças e os jovens não sejam tão bons em escrever comparados às gerações anteriores. Na verdade, é um equívoco confundir a transformação da língua com 'não saber escrever bem'.


Fonte da imagem

O avanço da pesquisa tem mostrado que muitas dessas verdades são de ouvir falar. Tome cuidado para não congestionar seu olhar sobre nossa língua portuguesa!


Bibliografia:

http://revistalingua.uol.com.br/textos/100/artigo304522-1.asp



quinta-feira, fevereiro 19, 2015

21 de fevereiro - Dia Mundial da Língua Materna - A Origem da Língua Portuguesa

                    Você sabe qual a origem da língua portuguesa?
         
A trajetória da língua portuguesa


































Tudo começou no início do século III, por volta do ano 218 a.C., durante a expansão do Império Romano no oeste da Península Ibérica. Com a invasão da península, os romanos impuseram sua cultura, religião, filosofia, suas políticas administrativas e educacionais aos povos conquistados. E, claro, que a sua língua, o latim, não ficou de fora.

O latim passou, então, a exercer uma grande influência na região, sendo disseminado tanta pelas camadas mais altas da sociedade, já que tinham de lidar com a administração romana, quanto pelas 'pessoas do povo', como os soldados, camponeses e mercadores vindos de várias províncias e colônias romanas.

No entanto, coexistiam, nesse período, duas 'modalidades' do latim: o sermo cultus ("língua culta") e o sermo vulgaris ("língua vulgar"); sendo a primeira, uma modalidade mais estilizada e polida, utilizada geralmente por pessoas escolarizadas e o segundo, uma variedade mais coloquial, utilizada por camponeses e soldados. 

O então chamado latim vulgar, por ter sido mais livre e disposto a aceitar mudança, deixou-se misturar com as línguas locais nativas dos povos ibéricos, propiciando a transformação gradativa desta variedade linguística ao longo do Império Romano - sem perder, no entanto, o seu papel de lingua franca, isto é, de elo de ligação entre os povos existentes naquele território.

Já modificado, o latim vulgar ainda recebeu a influência das línguas germânicas, eslávicas e iranianas durante a invasão dos 'povos bárbaros', no ano 409 d.C., quando o Império Romano estava em declínio. E, mais tarde, com o rompimento total da unidade do império, esta variedade linguística sofreu outras transformações...

O fechamento das escolas e da administração romana ocasionou o isolamento das comunidades e o latim vulgar perdeu a sua uniformidade e passou a regionalizar-se. Foi a partir daí que surgiram as línguas ibero-românicas, como o catalão, o castelhano e o galego-português.

O galego-português, também referido como português arcaico, foi a língua falada nas regiões de Portugal e Galizia durante a Idade Média e dela descendem as atuais línguas portuguesa e galega.

É importante mencionar que, com a invasão islâmica da Pensísula Ibérica, a partir do ano 711 d. C., o árabe acabou deixando a sua marca na língua que se tornaria, no futuro, o português; já que ele foi utilizado como língua administrativa enquanto o território estava sob o poder dos muçulmanos. A influência árabe deu origem, inclusive, aos dialetos moçárabes no sul da península. 

Por fim, em 1143, o reino de Portugal, anteriormente denominado O Condado Portucalense (1093-1139) - um ducado integrante do reino da Galiza – foi formalmente reconhecido. Com o advento do novo reino, surgiu também a necessidade de se ter uma língua oficial que traria uma identidade nacional, pois o latim culto ainda era a língua utilizada em documentos oficiais, tanto do Estado quando da Igreja, pela literatura e pela ciência.


Textos dos trovadores medievais
Primeiro movimento literário da língua portuguesa
Assim, em 1290, o galego-português foi nomeado português, passando a ser usado na redação das leis e na produção literária, de 
uma forma geral. Inicialmente, os dialetos galaico-portugueses falados na região de Lisboa, Centro do Reino, foram usados como base para norma culta da nova língua. 

Ocorre que o português, assim constituído, foi submetido a regras e normas gramaticais mais fixas e recebeu, ao longo do tempo, um caráter de uniformidade. Foram incorporadas expressões novas, que em grande parte se baseavam no latim culto ou até em outros idiomas. Essas inovações eram pronunciadas com terminações e formas similares às que já andavam em voga. Dessa forma, a língua oficial do reino de Portugal pôde aos poucos emacipar-se do falar regional que lhe deu origem e adquirir uma feição mais erudita e nobre.

Consolidando a normatização da língua, Fernão de Oliveira publicou a primeira gramática da língua portuguesa, a Grammatica da lingoagem portuguesa, em 1536, em Lisboa. A obra do heterodoxo frade dominicano, diplomata, escritor, filólogo e tratadista naval em breve seria seguida.

Em 1540, João de Barros, funcionário da coroa e tesoureiro da Casa da Índia - uma organização portuguesa criada por volta de 1503 para administrar os territórios portugueses além mar e todos os aspectos do comércio externo, navegação, desembarque e venda de mercadorias - publicou a Gramática da Língua Portuguesa e diversos diálogos morais a acompanhá-la, para ajudar ao ensino da língua. Considerada a primeira obra didática ilustrada no mundo, dedicada a informar aos jovens aristocratas, a quem se dirigia, incluia também fundamentos básicos da Igraja Católica.


As primeiras rotas das grandes navegações
Depois de um longo período de mudanças correspondentes a todo o final da Idade Média, o português foi difundido em diversas regiões do mundo, como nos continentes americano, africano e asiático, no momento das grandes navegações portuguesas entre os séculos XV e XVI.


Pelo fato de ter alcançado vários continentes, a língua portuguesa se tornou uma língua franca durante a expansão do império marítimo português, usada por diversos povos, inclusive por outros reinos europeus, para manter as relações comerciais e a administração de rotas, colônias e feitorias.

Hoje, o português é a sexta língua nativa mais falada no mundo, a quinta língua mais usada na internet e é celebrada no dia 5 de maio pela comunidade dos países de língua portuguesa.




Bibliografia:

http://www.letras.ufg.br/pages/1844
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/imperio-portugues---origens-a-formacao-de-portugal-e-da-lingua-portuguesa.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_l%C3%ADngua_portuguesa
http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_portuguesa
http://www.linguaportuguesa.biz/ptportuguese/history.asp
http://www.infopedia.pt/$romanizacao-da-peninsula-iberica
http://www.academia.edu/3615075/BREVE_HISTORIA_LINGUISTICA_DA_LINGUA_PORTUGUESA
www.funag.gov.br (Estudos da língua portuguesa)
https://www.ethnologue.com/statistics/status
http://www.infoescola.com/linguistica/galego-portugues/

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Dia dos namorados: 14 de fevereiro ou 12 de junho?

A origem do dia dos namorados é cercada de controvérsias.......

Existem várias teorias para explicar porque razão o dia 14 de fevereiro (no hemisfério norte) se tornou sinônimo de romance.....

Escolhemos três!
JUNO
Desde o início dos tempos, que os homens celebram a fertilidade da terra na primavera...

Os romanos homengeavam Juno, filha de Saturno e mulher de Júpiter.

Juno era conhecida por ser a protetora das mulheres de Roma e por isso mesmo considerada a Deusa das mulheres e do casamento.

Entre os dias 13 e 15 de fevereiro, os Romanos celebravam a Festa de Lupercália em que clamavam por saúde e fertilidade.
Vermeer

Lupercália depois fundiu-se com o festival da purificação dos espíritos chamado Februa ou Februatio e por isso o nome do mês de fevereiro.



Durante este festival, as mulheres escreviam cartas de amor, ou bilhetes e as deixavam em uma urna.
Ao passar pela urna, os homens retiravam um bilhete ao acaso e iam atrás da mulher que o havia escrito.

Esta tradição continuou até o século XVIII quando a sociedade passou a valorizar mais a escolha de seus parceiros ao invés de confiar
simplesmente na casualidade. 

Acasalamento
Outra teoria para o dia dos namorados ou Dia de São Valentim é fundamentada no fato de que na idade média, acreditava-se que os passaros e os insetos se acasalavam no dia 14 de fevereiro......

um pouco antes do inicio da primavera no hemisfério norte....
Vale dizer, que desconhecia-se terras no hemisfério sul... e consequentemente diferenças nas estações do ano.....

E finalmente selecionamos para a origem do dia de São Valentim

Ao escavarem uma antiga catacumba romana, os arqueologistas encontraram a ruína de uma igreja dedicada a São Valentim.

A igreja católica reconhece pelo menos três santos diferentes chamados Valentine ou Valentinus... e todos os três foram martirizados no dia 14 de fevereiro.

O candidato mais popular para São Valentim (patrono dos enamorados) era um padre romano do século III que praticava o cristianismo e celebrava secretamente casamentos. 

Naquela época, o imperador Claudius II havia proíbido os casamentos sem sua expressa autorização, pois ele  acreditava que os soldados solteiros eram mais propensos a alistarem-se no exercito e lutarem em suas guerras.



Ao ser preso sob a ira do imperador, que o considerava um traidor, Valentim  acabou por apaixonar-se pela filha de seu carcereiro. 

Segundo a lenda, um pouco antes de sua execução, no dia 14 de fevereiro do ano 270 A.D, Valentim escreveu uma carta apaixonada à sua amada assinando "do seu Valentine”.


Os primeiros cristãos preferiam homenagear um santo dedicado às causas românticas de que celebrar um festival pagão...


Em 496 A.D., o Papa Gelasius designou o dia 14 de fevereiro em homenagem a St Valentine, o patrono dos enamorados.....



Em 1969, o Papa Paulo VI retirou este feriado do calendário por não haver provas de sua existência.

No entanto, a mescla entre festivais pagãs e o cristianismo já deu lugar a inúmeros festivais.

No Brasil, o dia dos namorados é comemorado em 12 de junho, na véspera do dia de Santo António, o santo casamenteiro de origem portuguesa.






Qual teoria você prefere???