"A 28 de Março de cada ano, a classe Médica Moçambicana, celebra o seu dia, ꞌꞌo dia do Médico moçambicanoꞌꞌ que coincide com o aniversário da fundação da Associação Médica de Moçambique, criada á 28 de Março de 1992.
Já lá vão 25 anos desde a instituição desta data. Este ano, esta efeméride celebra-se sob o Lema: “Exercício regular da medicina em Moçambique: um imperativo nacional”.
A comemoração desta data regista-se num momento em que o rácio de médicos nacionais e estrangeiros é de 8.7 por 100.000 habitantes.
No Serviço Nacional de Saúde existem 2.151 médicos, dos quais 1722 são moçambicanos e 429 estrangeiros.
Deste total, 1446 são médicos de clínica geral e 705 são especialistas.
Dos nacionais; 1393 são de clínica geral e 329 são especilistas.
52% dos médicos moçambicanos são do sexo feminino e 2/3 encontram-se nas provincias da zona sul.
Em termos de idade, 58% dos médicos encontram-se na faixa etária entre 26 e 37 anos de idade. (Dados até 31 de Dezembro de 2016, do Serviço Nacional de Saúde).
Este dia é dedicado a todos Médicos, que diariamente empreendem esforços na consolidação do Sistema Nacional de Saúde. Através da prestação da assistência preventiva, curativa e reabilitativa, lutando afincadamente para o alívio do sofrimento e para a melhoria da saúde dos moçambicanos.
DESEJAMOS A TODOS MÉDICOS DE MOÇAMBIQUE E EM ESPECIAL AOS 1.722 MÉDICOS NACIONAIS DO SNS, SUCESSOS E DESENVOLVIMENTO NA CARREIRA PROFISSIONAL.
Observatório dos Recursos Humanos para Saúde de Moçambique
Aurora Glesy
Assistam ao vídeo: https://youtu.be/NZDZ_LLW2Sg
Informações que sejam de interesse para os países de língua portuguesa. Uma forma de integrar e conhecer a cultura, saúde e os costumes destes países.
quinta-feira, março 30, 2017
segunda-feira, março 27, 2017
sexta-feira, março 24, 2017
PRÉMIO FERNÃO
MENDES PINTO 2017
Candidaturas até 31 de julho de 2017.
A Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) anuncia a abertura de candidaturas ao Prémio Fernão Mendes Pinto 2017.
Este prémio, atribuído anualmente pela AULP, tem como objetivo galardoar uma dissertação de mestrado ou de doutoramento que contribua para a aproximação das Comunidades de Língua Portuguesa, explicitando relações entre comunidades de, pelo menos, dois países.
O valor do Prémio Fernão Mendes Pinto é de 8.000€ (oito mil euros) a atribuir numa parceria conjunta entre a AULP e a CPLP ao autor premiado e cuja publicação será da responsabilidade do Instituto Camões.
Só se poderão candidatar ao PFMP2017 as instituições membros da AULP que tenham as quotas em dia.
Só se poderão candidatar ao PFMP2017 as instituições membros da AULP que tenham as quotas em dia.
quinta-feira, março 23, 2017
filosofia africana
Notícia divulgada em http://www.jornaldebrasilia.com.br/clica-brasilia/professor-da-unb-cria-site-que-disponibiliza-obras-em-portugues-de-filosofos-africanos/
Professor da UNB cria site que disponibiliza obras em português de filósofos africanos
Ícaro Andrade
icaro.andrade@jornaldebrasilia.com.br
icaro.andrade@jornaldebrasilia.com.br
O objetivo deste espaço é disponibilizar materiais em língua portuguesa que possam subsidiar pesquisas sobre a filosofia africana e afro-brasileira, assim como auxiliar na tarefa de professoras/es do ensino fundamental e médio em acessar recursos ainda pouco conhecidos em nossa língua. Afirmam-se aqui diversas perspectivas distintas, sem a intenção de preterir nenhum material que fosse encontrado sobre o tema em nossa língua, cuja publicação virtual não fosse impossibilitada em virtude de restrições por direitos autorais.
Alguns destes textos dialogam com outras áreas do conhecimento, como educação, sociologia, antropologia, história, artes, entre outras, atendendo ao aspecto multidisciplinar que muitas vezes permeia o debate filosófico e que, também, auxilia a tarefa docente interdisciplinar. Esperamos que este material sirva para difundir outras imagens sobre as populações africanas e afro-brasileiras, múltiplas, plurais e que não se reduzam ao imaginário inferiorizante tão comum em nosso cotidiano, ainda marcado pelas feridas coloniais.
Este site é parte da pesquisa "Colaborações entre os estudos das africanidades e o ensino de filosofia", desenvolvido pelo prof. Wanderson Flor do Nascimento, na Universidade de Brasília e em interação com o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Raça, Gênero e Sexualidades Audre Lorde - GEPERGES Audre Lorde (UFRPE/UnB-CNPq). O site encontra-se ativo desde agosto de 2015 e em constante atualização.
Contato: wandersonflor@hotmail.com
Agradeço ao Flaésio Pereira da Silva Júnior, pela elaboração das artes que estão aqui no site.
quarta-feira, março 22, 2017
2 anos se passaram
O tempo passou....
e mesmo assim, este Blog continuou vivo e recebendo visitantes de todas as partes.
Menos, é claro... afinal de contas, já não estava sendo atualizado...
Passaram-se 2 anos e me deu vontade de voltar a editar este Blog. Não mais como uma ferramenta da Rede ePORTUGUÊSe da OMS, mas como um veículo de informação para os países de língua portuguesa, que ainda estão muito presentes no meu pensamento e a cada vez que me deparo com uma informação, artigo ou fato relacionado aos países... digo para mim mesma.... "Ah se eu pudesse colocar isso no Blog".....
Mas eu também ainda estava muito triste com o fim da Rede ePORTUGUÊSe e com a falta de visão da OMS em manter esta Rede que foi muito importante para os profissionais dos países. E portato não estava preparada para voltar a escrever neste Blog...
Mas até hoje, recebo muitas mensagens de profissionais que conheci e que participavam da rede... pedindo informações, solicitando documentos e dizendo o quanto a Rede foi importante para o seu trabalho....
Então, e como eu disse no início, o tempo passou e agora estou mais disposta e com vontade de reativar este Blog.
Talvez não com tanta frequencia como antigamente, mas vou estar aqui disseminando o que eu achar importante para ser disseminado...
Vamso ver como vai ser....
Um abraço em todos...
Regina Ungerer
quinta-feira, maio 28, 2015
FIM DA REDE ePORTUGUÊSe
Caros Colegas,
Este Blog começou em setembro de 2007 como mais uma ferramenta da Rede ePORTUGUÊSe para disseminar informações em saúde para os países de língua portuguesa.
Desde desde então vêm publicando, três vezes por semana, notícias, fotos, destaques de assuntos saúde e ressaltando fatos importantes relacionados com cada país.
Publicamos mais de 1000 posts e o BLOG foi acessado por mais de 1.200 milhões de pessoas.
Um fato importante considerando a conectividade limitada dos países de língua portuguesa.
Esta história é de todos nós e devido à internet este registro é para sempre.
No entanto, depois de 10 anos de Rede ePORTUGUÊSe, esta plataforma chega ao seu fim como um programa da Organização Mundial da Saúde.
Neste sentido, este BLOG fecha também as suas portas.....
Um abraço carinhoso,
Este Blog começou em setembro de 2007 como mais uma ferramenta da Rede ePORTUGUÊSe para disseminar informações em saúde para os países de língua portuguesa.
Desde desde então vêm publicando, três vezes por semana, notícias, fotos, destaques de assuntos saúde e ressaltando fatos importantes relacionados com cada país.
Publicamos mais de 1000 posts e o BLOG foi acessado por mais de 1.200 milhões de pessoas.
Um fato importante considerando a conectividade limitada dos países de língua portuguesa.
Esta história é de todos nós e devido à internet este registro é para sempre.
No entanto, depois de 10 anos de Rede ePORTUGUÊSe, esta plataforma chega ao seu fim como um programa da Organização Mundial da Saúde.
Neste sentido, este BLOG fecha também as suas portas.....
Um abraço carinhoso,
Regina Ungerer
Coordenadora da Rede ePORTUGUÊSe
2005 - 2015
quarta-feira, maio 27, 2015
Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher
comemorada desde 1987, demonstrando desde então, ser crucial na construção do movimento em torno da saúde sexual e reprodutiva e dos direitos da mulher.
Este dia é uma oportunidade para lembrar aos nossos governantes a importância da saúde da mulher!
A campanha deste ano tem como objetivo assegurar que a saúde sexual e reprodutiva e direitos das meninas, adolescentes e mulheres, seja abordado de forma abrangente na agenda do desenvolvimento após 2015, chamando a atenção para as consequências para a saúde das mulheres, que resultam de uma abordagem estreita através da negação de direitos e de serviços de saúde sexual e reprodutiva.
Chamada para Ação!
"A nossa Saúde, os nossos Direitos, as nossas Vidas!"
FIM da Violência contra as Mulheres em todas as suas formas
No momento em que os Governos de todo o mundo estão na fase final da elaboração da Agenda de Desenvolvimento pós-2015, com um conjunto de Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis que incluem prioridades e financiamento para os próximos 15 anos, a violência contra as mulheres tem sido ressaltada como uma das formas mais comuns de violações dos Direitos Humanos em todo o mundo.
EXEMPLOS DE VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL
A negação sistemática do direito das mulheres para aceder a serviços de aborto seguro e legal, e / ou a criminalização do aborto é um dos exemplos mais graves de violência institucional no que diz respeito à saúde e direitos sexuais e reprodutivos.
Esterilizações forçadas ou coagidasAs esterilizações forçadas e coagidas são graves violações dos direitos humanos e da ética médica e constituem atos de tortura e tratamentos cruéis, desumanos e degradantes, tal como reconhecido pelo organismos de direitos humanos. No entanto, as mulheres estão sendo forçadas ou coagidas por médicos a se submeterm a procedimentos de esterilização permanente e irreversíveis.
Violência Obstétrica
A
violência obstétrica é um tipo específico de violação dos direitos das mulheres,
incluindo o direito à igualdade, à liberdade de discriminação, informação,
integridade, saúde e autonomia reprodutiva. Ela ocorre tanto na prática médica
pública e privada durante cuidados de saúde relacionados com a gravidez, parto
e pós-parto e é um contexto multi-fatorial de violência institucional e de
gênero.
A negação ao
acesso a contraceptivos, incluindo a contracepção de emergência
As restrições ao acesso a meios contraceptivos e aborto ameaçam os direitos humanos fundamentais das mulheres à vida, à saúde e à igualdade. Toda mulher tem o direito de decidir quando e se ela quer ter um filho. Acesso negado à contracepção, contracepção de emergência e a serviços de aborto seguro são exemplos sólidos de violência institucional.
As restrições ao acesso a meios contraceptivos e aborto ameaçam os direitos humanos fundamentais das mulheres à vida, à saúde e à igualdade. Toda mulher tem o direito de decidir quando e se ela quer ter um filho. Acesso negado à contracepção, contracepção de emergência e a serviços de aborto seguro são exemplos sólidos de violência institucional.
Assista aqui ao vídeo da Campanha deste ano:
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