- Publicado em 03/11/2017 pela ONU/BRASIL
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Um novo aplicativo de celular para pessoas vivendo com HIV, o Life4me+, está disponível gratuitamente em 156 países, entre eles o Brasil, e em seis idiomas (armênio, inglês, estoniano, alemão, russo e ucraniano). O aplicativo tem mecanismos especiais para proteger o anonimato e a confidencialidade.Foi criado por um ativista alemão-russo que vive com HIV e sua equipe, e visa simplificar a informação médica e o tratamento para as pessoas que vivem com o HIV na Europa Oriental, Ásia Central e arredores. O aplicativo foi desenvolvido com base na experiência de seus desenvolvedores e ativistas e funciona como um cartão pessoal eletrônico do paciente.A plataforma permite ficar contato com médicos online, acompanhar um calendário de testes sanguíneos, acessar histórico de prescrições e obter alertas para a tomada de medicamentos e para consultas. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).Existem também funções como registrar o próprio peso, volume torácico, pressão sanguínea, histórico de doenças, resistência do HIV a drogas etc.O aplicativo também possui um mapa interativo, que mostra a localização de centros médicos e organizações não governamentais que auxiliem pessoas vivendo com HIV, notícias diárias relacionadas ao HIV, novas informações e artigos científicos populares sobre o tema.Um botão de “ajuda” contém links que redirecionam para linhas direta de tratamento e prevenção do HIV, apoio psicológico e legal para mulheres, adolescentes e usuários de drogas. Atualmente, os links estão disponíveis somente para pessoas vivendo em alguns países do Leste Europeu.Com a permissão do paciente, médicos podem monitorar a ingestão de medicamentos bem como a aderência ao tratamento. O aplicativo tem mecanismos especiais para proteger o anonimato e a confidencialidade.Todos os dados são despersonalizados, para que não haja risco da pessoa ser identificada como vivendo com HIV, mesmo que seu telefone ou computador seja utilizado por outra pessoa. Life4me+ pode ser baixado pelo Google Play e App Store.Uma nova versão do aplicativo será lançada em 1° de dezembro de 2017, e incluirá funções voltadas para a prevenção de novas infecções por HIV, hepatite C e infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis e gonorreia, com lembretes automáticos para fazer o teste dessas doenças.
Informações que sejam de interesse para os países de língua portuguesa. Uma forma de integrar e conhecer a cultura, saúde e os costumes destes países.
quinta-feira, novembro 09, 2017
segunda-feira, novembro 06, 2017
MINISTROS DA EDUCAÇÃO NA ÁFRICA ENDOSSARAM ESTUDO DA UNIÃO AFRICANA SOBRE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
Os
ministros da Educação africanos endossaram o relatório e os achados do Estudo
da União Africana sobre Alimentação Escolar.
Os resultados do estudo foram
apresentados durante a Segunda Sessão Ordinária da Reunião de Ministros da
Educação, Ciência e Tecnologia da África, realizada de 21 a 23 de outubro de
2017 no Cairo, Egito.
O
estudo ainda será apresentado aos chefes de estado da União Africana na cúpula
de janeiro de 2018.
Os achados e recomendações do estudo haviam sido
inicialmente validades em maio de 2017 pelos países membros da União Africana e
por profissionais da alimentação escolar.
O
Centro de Excelência contra a Fome, em colaboração com o Escritório do Programa Mundial de Alimentação (PMA) para
a África, realizou o estudo, após o Departamento da Recursos Humanos, Ciência e
Tecnologia da Comissão da União Africana ter realizado uma visita de estudos ao
Brasil para conhecer a experiência
brasileira de alimentação escolar vinculada à agricultura local.
O
interesse da União Africana na ocasião era conhecer a alimentação escolar como
forma de promoção do acesso, retenção e qualidade da educação.
Esse modelo de alimentação escolar mostrou ter
múltiplo benefícios para o desenvolvimento comunitário, proteção social e
criação de empregos, além de desempenhar um papel crucial no alcance do ODS 2 –
Fome Zero.
Como
resultado dessa visita ao Brasil, a Cúpula da União Africana em janeiro de 2016
decidiu realizar o estudo sobre alimentação escolar e estabeleceu o Dia Africano da Alimentação Escolar a
ser celebrado no dia 1º de março de todos os anos e que já foi celebrado no
continente no Níger e no Congo.
A
próxima celebração continental da alimentação escolar deve ocorrer no Zimbábue.
Os ministros da Educação endossaram o relatório e as
recomendações do estudo da União Africana e demandaram a alocação de recursos
para unidades de gestão da alimentação escolar, como forma de fortalecer a
implementação do estudo e da decisão de 2016. Eles também encorajaram os
estados membros a desenvolver planos de implementação com base nos achados do
estudo, incluindo o fortalecimento do financiamento local para a alimentação
escolar e a identificação de fontes efetivas e inovadoras de financiamento.
As sete
recomendações do estudo da União Africana são:
1. Vincular os programas de alimentação escolar a
agendas internacionais, continentais e nacionais de desenvolvimento.
2. Desenhar e implementar programas de alimentação
escolar de modo a atingir objetivos intersetoriais de políticas públicas.
3. Investir em e empoderar respostas multi-setoriais e
mecanismos de coordenação.
4. Se comprometer com estratégias de compras que
promovam o desenvolvimento e o fortalecimento de capacidades locais de
produção.
5. Inovar os arranjos financeiros por meio da
diversificação das fontes de financiamento ou da adoção de mecanismos de co-financiamento.
6. Dedicar recursos para a construção de bons sistemas
de monitoramento e avaliação e processos de retorno automatizados para
aprimorar as políticas.
7. Aprofundar e aprender com a cooperação Sul-Sul e
pan-africana para otimizar os impactos das políticas públicas.
terça-feira, outubro 31, 2017
Origem do dia das bruxas
Há séculos atrás, os CELTAS viviam na Grã-Bretanha e norte da França.
Todos os anos, eles celebravam o fim “da estação do sol” no dia 31 de outubro e o começo da “estação da escuridão e do frio” no dia 1º de novembro.
Naturalmente, quem estava vivo, não queria ser possuído e por isso no dia 31 de outubro, eles extinguiam o fogo de suas casas para que estas se tornassem frias e indesejadas. Eles também se vestiam com roupas macabras e desfilavam pelas vilas emitindo sons assustadores para espantar os espíritos que buscavam seus corpos.
Durante o século I, os romanos invadiram a Grã-Bretanha e adotaram muitos de seus costumes.
A difusão do cristianismo na Europa, não fez com que as pessoas esquecessem seus ritos mais arraigados e assim a Igreja Católica adotou o dia 1º de novembro, como o dia de todos os santos (all hallow) que quer dizer tudo o que é consagrado.
Anos mais tarde, a Igreja determinou que no dia 2 de novembro seria celebrado o dia de todas as almas, para então honrar os mortos. Neste dia, acendiam-se grandes fogueiras e as pessoas vestiam-se de santos ou anjos ou diabos.
Ao longo dos séculos, todos estes costumes misturaram-se e o dia 31 de outubro passou a ser conhecido como dia de All Hallow Eve, Hallow's Eve, Hallowe'en para então tornar-se Halloween.
Este é um costume bastante conhecido e comemorado nos Estados Unidos que foi levado pelos imigrantes irlandeses por volta de 1840
Doce ou travessura
Já a história de "Trick'O'Treating" (bater de porta em porta solicitando guloseimas), muito comum nos países de língua inglesa, pode ser rastreada desde as primeiras celebrações do dia de finados na Grã-Bretanha.
Por isso as crianças gritam "trick' or treating" ou "um doce ou uma travessura".
Todos os anos, eles celebravam o fim “da estação do sol” no dia 31 de outubro e o começo da “estação da escuridão e do frio” no dia 1º de novembro.
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| Fonte da Imagem |
Segundo a lenda, nestes dias os espíritos desencarnados de todos os haviam morrido no ano anterior, voltavam a procura de corpos para retornarem à vida. Sua única chance de vida após a morte.
Naturalmente, quem estava vivo, não queria ser possuído e por isso no dia 31 de outubro, eles extinguiam o fogo de suas casas para que estas se tornassem frias e indesejadas. Eles também se vestiam com roupas macabras e desfilavam pelas vilas emitindo sons assustadores para espantar os espíritos que buscavam seus corpos.
Durante o século I, os romanos invadiram a Grã-Bretanha e adotaram muitos de seus costumes.
A difusão do cristianismo na Europa, não fez com que as pessoas esquecessem seus ritos mais arraigados e assim a Igreja Católica adotou o dia 1º de novembro, como o dia de todos os santos (all hallow) que quer dizer tudo o que é consagrado.
Anos mais tarde, a Igreja determinou que no dia 2 de novembro seria celebrado o dia de todas as almas, para então honrar os mortos. Neste dia, acendiam-se grandes fogueiras e as pessoas vestiam-se de santos ou anjos ou diabos.
Ao longo dos séculos, todos estes costumes misturaram-se e o dia 31 de outubro passou a ser conhecido como dia de All Hallow Eve, Hallow's Eve, Hallowe'en para então tornar-se Halloween.
Doce ou travessura
As pessoas mais pobres batiam às portas dos mais abastados solicitando algo para comer.
Neste dia, preparava-se um "bolos para as almas", em que os pedintes comprometiam-se a fazer uma oração para os mortos em troca do alimento.
Com o tempo, o costume mudou e as crianças pobres das cidades iam de porta em porta a procura de maçãs, bolos e dinheiro.
Durante os dias da conquista do oeste americano, as donas de casa, em tom de brincadeira, davam doces, balas e frutas às crianças para que não fossem “enganadas”.
Fontes:
segunda-feira, outubro 30, 2017
SDG - 2 - Fome zero e agricultura sustentável
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 2: “Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”.
Mais sobre este ODS em https://nacoesunidas.org/pos2015/ods2
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