sábado, outubro 06, 2018

Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças

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Atualmente, 1,8 milhão de crianças de até 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão delas estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (OAFLA), com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e parceiros, lançaram a campanha “Livres para Brilhar”.

Foto UNAIDS

Atualmente, 1,8 milhão de crianças de até 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão delas estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (OAFLA), com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e parceiros, lançaram a campanha “Livres para Brilhar”.
Agora a campanha está pronta para ser implementada em 42 países africanos, mas precisa urgentemente de financiamento. Para tornar o lançamento possível, a União Africana e a OAFLA realizaram um evento paralelo à 73ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas para ajudar na arrecadação dos recursos necessários.
O lançamento da campanha permitirá que membros da OAFLA se envolvam em atividades comunitárias para ajudar a reduzir o estigma e a discriminação em casa e na comunidade, conscientizar sobre a importância da adesão ao tratamento e retenção no cuidado de mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando e promover o envolvimento masculino.
Como parte da campanha, as primeiras-damas também irão potencializar sua posição única para afetar os formuladores de políticas e agendas. O objetivo é atender melhor às necessidades das mulheres vivendo com HIV — defendendo políticas e leis que desestimulem o estigma e a discriminação com base no estado sorológico e remover taxas financeiras para mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando, bem como outras barreiras que limitam o acesso aos serviços de saúde.
“Estamos em um estágio crítico na eliminação de novas infecções entre crianças, particularmente em áreas de emergência, especialmente na África Central e Ocidental. Agradeço ao nosso parceiro fundador, UNAIDS, por seu compromisso inabalável em acabar com a AIDS na África e em todo o mundo”, disse Adjoavi Sika Kabore, primeira-dama de Burkina Faso e presidente interina da Organização de Primeiras-damas Africanas Contra HIV/AIDS
“A AIDS ainda não acabou. Estamos na reta final, que não é fácil de percorrer. Precisamos ser fortes e assegurar que essa parceria com a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra o HIV/AIDS vai acabar com a transmissão vertical do HIV de mãe para filho. Seus esforços serão essenciais”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.
 Noticia veiculada pela ONU/BR

sexta-feira, setembro 28, 2018

O uso nocivo de álcool mata mais de 3 milhões de pessoas a cada ano, a maioria deles homens


 
  • Em todo o mundo, 3 milhões de mortes por ano resultam do uso nocivo do álcool, representando 5,3% de todas as mortes.
    O uso nocivo do álcool é um fator causal em mais de 200 doenças e transtornos de saúde.
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    Globalmente, 5,1% da carga global de doenças e transtornos é atribuível ao álcool, medido em anos de vida ajustados por incapacidade (DALYs).
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    O consumo de álcool causa morte e incapacidade relativamente cedo na vida. Na faixa etária de 20 a 39 anos, aproximadamente 13,5% do total de mortes são atribuíveis ao álcool.
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    Existe uma relação causal entre o uso nocivo do álcool e uma gama de transtornos mentais e comportamentais e outras condições não transmissíveis, bem como outros transtornos.
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    As mais recentes relações causais foram estabelecidas entre o consumo prejudicial e a incidência de doenças infecciosas, como a tuberculose, bem como o curso do HIV / AIDS.
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    Além das consequências para a saúde, o uso nocivo do álcool traz prejuízos sociais e econômicos significativos para os indivíduos e para a sociedade como um todo. 


Saiba mais: Organização Mundial da Saúde


terça-feira, setembro 18, 2018

Representante da ONU na Guiné-Bissau mostra otimismo com futuro do país



O serviço de informação das Nações Unidas em português – ONU News – entrevistou o representante especial do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, o brasileiro José Viegas Filho.
Veja o vídeo. 





 

segunda-feira, setembro 10, 2018

12 de setembro - Dia Internacional para a Cooperação Sul-Sul




A data marca o 40 aniversário da adoção do Plano de Ação de Buenos Aires para a promoção e implementação da Cooperação Técnica entre os países em desenvolvimento.


See more: UNOSSC









domingo, agosto 12, 2018

12 de agosto - Dia Internacional da Juventude

Em mensagem para o Dia Internacional da Juventude, comemorado pela ONU em 12 de agosto, o secretário-geral António Guterres defendeu a criação de espaços seguros para os jovens, onde crianças e adolescentes tenham seus direitos protegidos e suas vozes, ouvidas.

Atualmente, existem no mundo 1,8 bilhão de pessoas de dez a 24 anos de idade — o maior contingente nessa faixa etária já registrado em toda a história.




Para o dirigente máximo das Nações Unidas, “paz, o dinamismo econômico, justiça social, tolerância e muito mais” dependem do poder da juventude. “No entanto, mais de 400 milhões de mulheres e homens jovens vivem em meio ao conflito armado ou violência organizada. Milhares enfrentam privações, assédio, bullying e outras violações de direitos”, alertou o chefe máximo da Organização.
Guterres acrescentou que lugares públicos, civis, físicos e digitais devem oferecer segurança para os jovens. Nesses espaços, a juventude deve poder expressar livremente suas opiniões e seguir seus sonhos, completou o secretário-geral.
 



quinta-feira, junho 07, 2018

Diretrizes: Quimioterapia preventiva para o controle de infecções por helmintos transmitidos pelo contato com o solo em grupos de risco

 Notícia publicada no site da OPAS
http://iris.paho.org/xmlui/handle/123456789/49072



A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que infecções com os principais helmintos transmitidos pelo contato com o solo – ascaridídeos (Ascaris lumbricoides), tricocéfalos (Trichuris trichiura) e os ancilostomídeos (Ancylostoma duodenale e Necator americanus) – contribuíram com 5,18 milhões de AVAI em 2010. 

No nível mundial, estima-se que 820 milhões de pessoas estejam infectadas com ascaridídeos, 460 milhões com tricocéfalos e 440 milhões com ancilostomídeos. 

Apesar de cada uma das espécies ter características específicas, essas helmintíases transmitidas pelo contato com o solo são agrupadas para fins de controle devido (i) à similaridade da endemicidade geográfica e dos grupos de risco afetados; (ii) ao tratamento ser feito com os mesmos medicamentos; (iii) ao diagnóstico ser feito com os mesmos instrumentos; e (iv) aos mecanismos similares de impacto negativo sobre a saúde humana (ligados à intensidade da infecção).

Baixe o documento em português.