Wednesday, December 10, 2014

10 de dezembro: Dia internacional dos Direitos Humanos





Todos com os mesmos diretos

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."

Artigo 1° Declaração Universal dos Direitos do Homem




Neste ano, a Declaração Universal dos Direitos Humanos comemora 66 anos e, para assinalar esta data, as Nações Unidas escolheram como lema a proteção durante os 365 dias do ano. 

“Human Rights 365″ (Direitos Humanos 365) é o lema da campanha com que a organização internacional assinala este ano o dia 10 de dezembro, data em que, em 1948, foi assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos e que, dois anos depois, foi declarada Dia Mundial dos Direitos Humanos. 

Declaração Universal dos Direitos Humanos


Direitos Humanos:prosperidade,igualdade,libertade,justiça
Esta declaração foi assinada por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas.

A ideia é resaltar que “todos os dias são dias de direitos humanos”, explicam as Nações Unidas. “Cada um de nós, esteja onde estiver, em qualquer altura, tem direito aos direitos humanos”.

Imagens ONU 




Reconhecendo que 2014 será recordado como um ano de “assustadores desafios para os direitos humanos”, as Nações Unidas ressaltam que, “apesar de tudo, houve avanços significativos, contínuos e globais”. Porém, também é verdade que, “em certas regiões, onde recentemente tinha havido progressos na realização de direitos humanos, houve agora retrocesso”, reconhece a organização.




 Fonte: 

Monday, December 08, 2014

O futuro da língua em Angola promete

Angola tem uma 
imensurável responsabilidade na preservação, divulgação e valorização da língua portuguesa no mundo, em geral, e, em particular, no continente Africano.




Isso se deve ao fato, não só da sua influência político-econômica-cultural na região, à sua posição geo-estratégica, mas também pela força e projeção de desenvolvimento que a tem tornado num país de destino de emigrantes de várias latitudes do planeta.Tudo isso propicia um dinamismo invisível na necessidade de aprendizagem.

Não está em causa o poder de Moçambique nesse processo, porque também existe tal responsabilidade, embora em proporções desiguais; nem o do Brasil pelo mundo, pois atualmente é o maior "embaixador" dessa língua pelas organizações internacionais.

Angola faz parte da CPLP
Portanto, vemos populações inteiras de expatriados cuja finalidade é a socialização com a língua portuguesa, que hoje é tão nossa quanto dos cidadãos portugueses. Aprender português torna-se um indicador de permanência e integração dos que se querem fixar no país.

Se esses elementos representam, em si, uma verdadeira motivação para que se possa pôr a andar um processo melhorado de ensino na mesma carruagem do da aprendizagem por comunidades que a assumem como língua segunda, infelizmente um certo conservadorismo tem vindo a funcionar como travão.

Por exemplo, não faz muito tempo, que um jovem cidadão português, além do imponente emprego que lhe ofereceram, estando pela primeira vez em Angola, mostrou-se maravilhado com a forma viva que acha estar a língua portuguesa a ser utilizada em Angola, com as palavras a ganharem novas nuances semânticas, construções inovadoras, o enriquecimento lexical, a mobilidade dos conectores nas frases, etc.Segundo este cidadão português, essa vivacidade da língua portuguesa só a sentia no Brasil, pois, para ele, em Portugal, a língua andava mofa, sisuda e quase sem crescimento.

A língua portuguesa em Angola tem o futuro garantido. A coabitação com outras línguas num mesmo espaço territorial é uma valia que só o tempo permitirá avaliar. Nada indica que ela venha a perder terreno. Pelo contrário. A criatividade dos falantes angolanos, associada às vivências e experiências das desafiantes décadas de instabilidade, coloca(ra)m na boca do angolano um produto linguístico bastante fértil; uma língua em potencial crescimento nos seus mais diversos aspectos.

Gráfico Língua Portuguesa

Entretanto, é necessário que essa inovação seja acompanhada para que se respeite um instrumento regulador de qualidade (não à fala, mas à língua), para se criar referências e referentes, com base nas normas que felizmente existem. E, nesse aspecto, a escola não tem ajudado muito.

Escolas em Angola
Na minha experiência de docente angolano, o modelo  desde o ensino de base à universidade, e mesmo como utente da língua, defendo que se deve revigorar o modelo de ensino/ aprendizagem da língua portuguesa em Angola.

O papel do ensino da língua portuguesa nas nossas escolas em Angola deve valorizar cada vez mais a leitura, interpretação e a produção de textos na língua portuguesa, devendo permitir que o aluno aprenda no mínimo, a ler e a escrever com proficiência e evitar-se os chamados analfabetos funcionais.

Distribuição étnica em angola
As línguas originalmente faladas em Angola, como em qualquer país africano, são as dos povos africanos residentes na região. A implantação geográfica destes povos, hoje designados como etnias, no fim da era colonial fez surgir diversas linguas; apesar das vicissitudes das décadas pós-coloniais, esta distribuição espacial continua no essencial inalterada. Em termos globais, a esmagadora maioria dos angolanos – perto de 90% – é de origem bantu.

Fonte: 

Thursday, December 04, 2014

AIDS e Homossexualidade


Na sequência do Dia Mundial da AIDS cabe
relembrar que o combate a discriminação contra pacientes HIV positivos não deve ser esquecido. 

Em particular pacientes de minorias sexuais. Não é novidade para ninguem que a comunidade homossexual foi das primeiras a ser afetada pela pandemia da AIDS, na época do seu aparecimento. 

combata o preconceito
Apesar de nao ser uma doença que atinja toda a população independentemente de gênero, idade, estatuto social ou orientação sexual, a comunidade LGBT (Lesbicas Gays Transgender e Bondage) continua associada à uma imagem de risco associado a HIV. 

As Nações Unidas, através da agência UNAIDS unem-se neste esforço pelo combate a discriminação e sensibilização para alguns problemas que a comunidade LGBT enfrenta.






Fontes:

www.unaids.org
www.who.int
wikipedia.org


Monday, December 01, 2014

1 de dezembro - Dia Mundial de Combate à AIDS

Vamos acabar com a epidemia de AIDS em 2030

35.3 milhões de pessoas vivem com o HIV
9.7 milhões tem acesso aos ARV




O mundo está iniciando uma nova estratégia para acabar com a epidemia de AIDS em 2030. 
Para alcançar este objetivo, um novo conjunto de metas foi criado para a realização dos 90-90-90: 


  • 90% das pessoas que vivem com HIV devem conhecer o seu estado sorológico;
  • 90% das pessoas que conhecem o seu estado HIV-positivo devem ter acesso a um tratamento adequado; 
  • 90% das pessoas em tratamento devem ter a carga viral suprimida.

A UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) estimava que até junho de 2014, cerca de 13,6 milhões de pessoas teriam acesso à terapia antirretroviral, o que representaria um enorme passo no sentido de garantir que 15 milhões de pessoas tenham acesso em 2015. 

Porém, ainda estamos muito longe de atingir as metas 90-90-90. São necessários muitos esforços para fechar a lacuna para o tratamento das crianças.


Outras metas incluem a redução de 75% ou mais do número anual de novas infecções pelo HIV. A meta tem como objetivo reduzir para 500 000 casos em 2020, e alcançar a discriminação zero

Estas metas são baseadas em uma abordagem global, para todos tenham acesso à informação sobre a doença e que os estigmas sejam abolidos para garantir que pessoas com HIV tenham os mesmos direitos e possam ter uma melhor qualidade de vida.


Fonte: UNAIDS





Thursday, November 27, 2014

Vulcão da Ilha do Fogo entra em erupção


Ilha do Fogo
Entrou em erupção o vulcão da Ilha do Fogo, em Cabo Verde. Aconteceu durante a madrugada de dia 24 para 25 de novembro, o que obrigou a um plano de evacuação em vários pontos da ilha. De acordo com informações recolhidas pela rádio nacional de Cabo Verde já há entretanto sinais de um segundo ponto de saída de lava. Os quase mil habitantes de Chã das Caldeiras estão a ser retirados por agentes da Polícia Nacional e voluntários da Cruz Vermelha. 

A Proteção civil e as forças armadas estão, entretanto, a preparar a deslocação de efetivos para o local.


Vulcão Ilha do Fogo
Entretanto, foram suspensas as ligações aéreas com a Ilha do Fogo por causa do vulcão. A Organização Internacional de Aviação Civil elevou o nível de segurança para alerta vermelho. Significa que por questões de segurança todos os aviões são obrigados ao desvio da rota para evitar o fumo do vulcão. A ligação regular à ilha do Fogo fica também limitada ao acesso por via marítima.


Com 2829 metros de altitude e localizado no grupo de Sotavento do arquipélago, o Pico do Fogo e o ponto mais alto de Cabo Verde.

Fonte: www.wikipedia.org
           www.rtp.pt

Monday, November 24, 2014

Dia Internacional para a Não Violência Contra as Mulheres

Campanha


25 de novembro é o Dia Internacional pelo fim da Violência contra as Mulheres, foi instituído pelas Nações Unidas em 1999.A data foi escolhida para homenagear as "Las Mariposas", irmãs Mirabal assassinadas na República Dominicana. 







Em 25 de Novembro de 1991 teve início a Campanha Mundial pelos Direitos Humanos das Mulheres, sob a coordenação do Centro de Liderança Global da Mulher, que propôs 16 Dias de Ativismo contra a Violência sobre as Mulheres para que as pessoas ao redor do mundo reúnam-se para sensibilizar o público para o problema e dizer não à violência contra mulheres.


16 dias de ativismo

Este ano, a Campanha UNiTE do Secretário-Geral das Nações Unidas pelo Fim da Violência contra as Mulheres convida você para "Laranja em sua vizinhança." em seus próprios bairros entre 25 de novembro e 10 de Dezembro de 2014.







Estenda a mão para seus vizinhos, lojas locais, vendedores de comida na esquina da sua rua, postos de gasolina, cinemas locais, barbeiros, escolas, bibliotecas e os correios! Projete luzes laranja  e pendure bandeiras laranja em e organize uma "marcha de laranja" para sensibilização as pessoas em relação sobre violência contra as mulheres e discutir soluções que iria trabalhar para a sua comunidade.



Estima-se que 1 em cada 3 mulheres  vítimas de violência em sua vida.

Violência contra a mulher pode ser assumida de várias formas - física, sexual, psicológica e econômica. Isso faz com que as mulheres vítimas de abuso sofram uma série de problemas de saúde, que prejudica suas famílias e suas comunidades ao longo de gerações e reforça outros tipos de violência predominantes na sociedade.

Violência Conjugal

A violência conjugal tem forte impacto sobre a saúde física e mental das mulheres. Os atos ou ameaças de violência, infundem medo e insegurança. As mulheres têm medo por causa do poder dos homens, em particular dos maridos, e este próprio medo serve para justificar o poder.




A violência doméstica, nas suas manifestações física, sexual e psicológica, é um problema de saúde pública, relevante pela magnitude do número de vítimas, bem como pela enorme quantidade de recursos despendidos.

Não silêncio: denuncie
As mulheres agredidas tendem a ser menos produtivas. Faltam mais, apresentam dificuldade de concentração e desenvolvem uma baixa auto-estima. Estão também mais propensas à depressão e ao “stress”.

Diga NÃO a violência
O combate à violência contra a mulher, exige ações integradas em diversos níveis, áreas e instâncias. Como problema público, exige políticas públicas, decididas e apoiadas.


A violência contra a mulher é um 
problema complexo, que não se resolverá de forma simplista. Encontrar soluções, representa um enorme desafio para para todos os segmentos da sociedade.




A violência contra a mulher é, também, um problema de saúde pública. O  reconhecimento deste fato, implica a qualificação e formação dos profissionais de saúde, para enfrentarem este problema.

As mulheres têm de continuar a trabalhar para conquistarem espaços de cidadania, fazendo valer os seus direitos e ter uma maior participação nas políticas públicas.

Fonte: