segunda-feira, novembro 05, 2018

1 de novembro - Dia Mundial da Gripe



2018 marca o 100º aniversário de uma das maiores crises de saúde pública da história moderna, a pandemia de gripe de 1918 conhecida coloquialmente como "gripe espanhola". 

New Contributed Photographs Collection/Otis Historical Archives/National Museum of Health and Medicine

A intensidade e velocidade com que atingiu a população mundial eram quase inimagináveis - infectando um terço da população da Terra, que na época era de cerca de 500 milhões de pessoas. 

Não havia nada de “espanhol” sobre a epidemia de gripe de 1918, que começou durante a Primeira Guerra Mundial e afetou países em todo o mundo. 

O custo na vida humana superou o da Primeira Guerra Mundial: mais tropas americanas, por exemplo, morreram de gripe do que no campo de batalha.


O dia 1° de novembro de 2018 marca o primeiro Dia Mundial da Gripe e foi formalmente lançado no simpósio Ásia-Pacífico em Shenzhen, China para celebrar o centenário da “gripe espanhola” de 1918.

O Dia Mundial da Gripe tem quatro objetivos principais:
1)                Comemorar o centenário da pandemia de influenza de 1918-19;
2)                Sensibilizar a polulação para os riscos da gripe;
3)                Acelerar a inovação científica e os esforços de pesquisa básica para os desafios remanescentes da gripe, particularmente o desenvolvimento de uma vacina universal contra a gripe;
4)                Incentivar a determinação política global em continuar apoiando a prevenção e o controle da gripe.





 

quarta-feira, outubro 31, 2018

Conferência Global sobre Poluição do Ar e Saúde

Flickr/John Westrock
A poluição do ar mata em torno de 7 milhões de pessoas por ano. 
Em todo o mundo, 9 em cada 10 pessoas respiram ar poluído por emissões de tráfego, agricultura, indústria e incineração de resíduos. 
Ao mesmo tempo, cerca de 3 bilhões de pessoas continuam a usar fogões e combustíveis poluentes dentro de suas casas.

Esta semana, líderes governamentais, organizações intergovernamentais, cientistas e interessados se reuniram na sede da OMS em Genebra para a primeira Conferência Global sobre Poluição do Ar e Saúde. 

A conferência tem como objetivo aumentar a conscientização sobre este crescente desafio de saúde pública e trocar informações e ferramentas sobre os riscos para a saúde da poluição do ar e discutir soluções para enfrentar este problema.

Saiba mais.



 

 

sábado, outubro 06, 2018

Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças

 Publicado em 

Atualmente, 1,8 milhão de crianças de até 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão delas estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (OAFLA), com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e parceiros, lançaram a campanha “Livres para Brilhar”.

Foto UNAIDS

Atualmente, 1,8 milhão de crianças de até 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão delas estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (OAFLA), com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e parceiros, lançaram a campanha “Livres para Brilhar”.
Agora a campanha está pronta para ser implementada em 42 países africanos, mas precisa urgentemente de financiamento. Para tornar o lançamento possível, a União Africana e a OAFLA realizaram um evento paralelo à 73ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas para ajudar na arrecadação dos recursos necessários.
O lançamento da campanha permitirá que membros da OAFLA se envolvam em atividades comunitárias para ajudar a reduzir o estigma e a discriminação em casa e na comunidade, conscientizar sobre a importância da adesão ao tratamento e retenção no cuidado de mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando e promover o envolvimento masculino.
Como parte da campanha, as primeiras-damas também irão potencializar sua posição única para afetar os formuladores de políticas e agendas. O objetivo é atender melhor às necessidades das mulheres vivendo com HIV — defendendo políticas e leis que desestimulem o estigma e a discriminação com base no estado sorológico e remover taxas financeiras para mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando, bem como outras barreiras que limitam o acesso aos serviços de saúde.
“Estamos em um estágio crítico na eliminação de novas infecções entre crianças, particularmente em áreas de emergência, especialmente na África Central e Ocidental. Agradeço ao nosso parceiro fundador, UNAIDS, por seu compromisso inabalável em acabar com a AIDS na África e em todo o mundo”, disse Adjoavi Sika Kabore, primeira-dama de Burkina Faso e presidente interina da Organização de Primeiras-damas Africanas Contra HIV/AIDS
“A AIDS ainda não acabou. Estamos na reta final, que não é fácil de percorrer. Precisamos ser fortes e assegurar que essa parceria com a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra o HIV/AIDS vai acabar com a transmissão vertical do HIV de mãe para filho. Seus esforços serão essenciais”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.
 Noticia veiculada pela ONU/BR

sexta-feira, setembro 28, 2018

O uso nocivo de álcool mata mais de 3 milhões de pessoas a cada ano, a maioria deles homens


 
  • Em todo o mundo, 3 milhões de mortes por ano resultam do uso nocivo do álcool, representando 5,3% de todas as mortes.
    O uso nocivo do álcool é um fator causal em mais de 200 doenças e transtornos de saúde.
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    Globalmente, 5,1% da carga global de doenças e transtornos é atribuível ao álcool, medido em anos de vida ajustados por incapacidade (DALYs).
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    O consumo de álcool causa morte e incapacidade relativamente cedo na vida. Na faixa etária de 20 a 39 anos, aproximadamente 13,5% do total de mortes são atribuíveis ao álcool.
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    Existe uma relação causal entre o uso nocivo do álcool e uma gama de transtornos mentais e comportamentais e outras condições não transmissíveis, bem como outros transtornos.
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    As mais recentes relações causais foram estabelecidas entre o consumo prejudicial e a incidência de doenças infecciosas, como a tuberculose, bem como o curso do HIV / AIDS.
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    Além das consequências para a saúde, o uso nocivo do álcool traz prejuízos sociais e econômicos significativos para os indivíduos e para a sociedade como um todo. 


Saiba mais: Organização Mundial da Saúde