quinta-feira, julho 20, 2017

Novo Patrimônio Mundial da UNESCO, Cais do Valongo marca presença da herança africana no Brasil

 O Cais do Valongo – localizado na região portuária do Rio de Janeiro – marca a presença da herança africana, que construiu e enriqueceu a sociedade brasileira. 
Veja nesse vídeo especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).


Saiba mais em ONU/BRASIL  



 

segunda-feira, julho 17, 2017

Segurança na NET, metade dos países não tem um plano de segurança

De  acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UIT), apenas metade dos países tem uma estratégia de segurança cibernética ou está em processo de desenvolvê-lo.

Foto: UIT
 
O segundo índice de Segurança Cibernética Global (GCI), lançado pela UIT afirmou que cerca de 38% dos países têm uma estratégia de segurança cibernética publicada, enquanto 12% dos governos estão em processo de desenvolver uma.
A agência ressaltou a necessidade de mais esforços nessa área, já que os riscos digitais devem ser considerados como de alta prioridade.
“A segurança cibernética é um ecossistema em que leis, organizações, habilidades, cooperação e implementação técnica precisam estar em harmonia para ter maior efetividade”, indicou o relatório, acrescentando que essa área “está se tornando cada vez mais relevante nas mentes dos responsáveis pelas decisões nos países”.
Segundo o relatório, as dez nações mais comprometidas são, nesta ordem: Cingapura, Estados Unidos, Malásia, Omã, Estônia, Maurícia, Austrália, Geórgia, França e Canadá.
A Rússia ocupa o 11º lugar.
Além de mostrar o compromisso dos 193 Estados-membros da UIT com a segurança cibernética, o índice também mostra a melhoria e o fortalecimento dos cinco pilares da Agenda Global de Segurança Cibernética: jurídico, técnico, organizacional, capacitação e cooperação internacional.
O risco é particularmente preocupante quando, em 2016, cerca de 1% dos e-mail enviados no mundo eram ataques maliciosos, a maior taxa nos últimos anos.
“Enquanto o impacto gerado por ciberataques, como os realizados em 27 de junho de 2017, não pode ser eliminado completamente, medidas de prevenção e redução dos riscos apresentados pelas ameaças cibernéticas devem ser sempre colocadas em primeiro lugar”, disse o secretário-geral da UIT, Houlin Zhao.
Leia a materia completa publicada pela ONU/Brasil.



quinta-feira, julho 13, 2017

Resistência a antibióticos tem tornado alguns casos de gonorreia impossíveis de tratar, afirma a OMS

Mais de 78 milhões de pessoas são infectadas todo ano pela gonorreia, doença que está ficando cada vez mais difícil de tratar. Isso porque, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela tem se tornado mais resistente a antibióticos, o que leva à necessidade de melhores formas prevenção e tratamento.

Testes de gonorreia podem ser feitos com amostras de urina ou de fluidos corporais da ária onde há suspeita de infecção. Foto: OMS/G. Hampton

Mais de 78 milhões de pessoas são infectadas todo ano pela gonorreia, doença que está ficando cada vez mais difícil de tratar. Isso porque, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela tem se tornado mais resistente a antibióticos, o que leva à necessidade de melhores formas prevenção e tratamento.
“A bactéria que causa a gonorreia é particularmente inteligente. Toda vez que usamos uma nova classe de antibióticos para tratar uma infecção, a bactéria evolui para resistir a eles”, disse Teodora Wi, médica assessora da área de Reprodução Humana da OMS.
Dados de 77 países mostraram que “a resistência a antibióticos está tornando a gonorreia – uma infecção sexualmente transmissível comum – muito mais difícil e algumas vezes impossível de tratar”, afirmou a agência da ONU.
A OMS observou que o último recurso de tratamento, a cefalosporina de amplo espectro, apresentou resistência em mais de 50 países. Como resultado, a agência emitiu recomendações atualizadas sobre o tratamento global em 2016, recomendando que os médicos receitem dois antibióticos: ceftriaxona e azitromicina.
O desenvolvimento de um novo antibiótico para a gonorreia “não é tão atrativo para a indústria farmacêutica”, afirmou a OMS, notando que apenas três drogas candidatas estão atualmente em fase de pesquisa e desenvolvimento.
A medicação é feita apenas por curtos períodos de tempo, diferentemente de outros remédios para doenças crônicas, e eles se tornam menos efetivos à medida que a doença desenvolve resistência. Segundo a agência, isso significa a que a oferta de novas drogas precisa sempre ser renovada.
A OMS ressaltou que a gonorreia pode ser prevenida com a prática de sexo seguro. Tem se apontado a diminuição do uso de preservativos, junto com o aumento de urbanização e das viagens, bem como a baixa taxa de detecção das infecções e tratamentos inadequados para estimados 78 milhões de indivíduos infectados a cada ano.
“Esses casos podem ser apenas a ponta do iceberg, uma vez que os sistemas para diagnosticar e relatar infecções intratáveis estão em falta nos países de baixa renda, onde a gonorreia é ainda mais comum”, disse Wi.
A agência alertou também que as mulheres estão em maior risco, já que a doença pode levar à inflamação pélvica, gravidez ectópica e infertilidade, além de aumentar a chance de contrair HIV.
No início do ano, a OMS anunciou uma classificação de antibióticos em três grupos – crítica, alta e média – a fim de preservar a eficácia daqueles utilizados “em último recurso”.
 Notícia publicada na ONU/BRASIL

segunda-feira, julho 10, 2017

10 de julho - Dia Nacional da PIZZA no Brasil

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A PIZZA é uma comida preparada com massa fermentada de farinha de trigo, molho de tomate e outros ingredientes, variando de acordo com o sabor escolhido. 
Segundo os historiadores, a pizza remonta aos tempos dos egípcios,que misturavam a  farinha e água, como uma espécie de pão.
Mas também existem relatos de que os gregos foram os primeiros a fazer a pizza, usando uma massa à base de farinha de trigo, arroz, ou grão-de-bico, que eles assavam em tijolos quentes. 
Através das cruzadas, essa prática chegou na Itália e foi então disseminada para o resto do mundo.
Atualmente a pizza é saboreada na maior parte do mundo e foi por meio dos imigrantes italianos que chegaram ao Brasil no final do século XIX que ela chegou no país. 
Dia da Pizza é comemorado o dia 10 de julho desde 1985, quando a data foi instituída pelo então secretário de turismo de São Paulo, Caio Luís de Carvalho

Origem do Dia da Pizza no Brasil

Foi realizado um concurso estadual para eleger as 10 melhores receitas de pizza margherita em São Paulo. Empolgado com o sucesso do concurso, o secretário escolheu a data do encerramento como a data oficial da comemoração.

Saiba mais: https://www.calendariobr.com.br/dia-da-pizza
https://www.calendarr.com/brasil/dia-da-pizza/
http://educamais.com/dia-internacional-da-pizza/ 




 

sexta-feira, junho 30, 2017

O nascimento das Nações Unidas

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Em 1899, realizou-se na cidade de Haia na Holanda, a Conferência Internacional da Paz que teve como objetivo elaborar instrumentos que pudessem resolver pacificamente crises, evitar guerras e desenvolver regras internacionais de convivência entre os países.

Com objetivos semelhantes, foi estabelecida em 1919 a Liga das Nações. Considerada a precursora das Nações Unidas tinha a missão de “Promover a Cooperação Internacional e alcançar a Paz e a Segurança”.
No entanto a entidade foi desfeita depois de falhar em evitar a Segunda Guerra Mundial.

A expressão “Nações Unidas”, cunhada pelo presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), foi utilizada pela primeira vez na “Declaração das Nações Unidas” no 1º dia de Janeiro de 1942 durante a Segunda Guerra Mundial, quando representantes de 26 nações expressaram a intenção de continuar lutando contra os países do Eixo (Alemanha, Japão e Itália).

Dois anos depois, líderes da China, da União Soviética, do Reino Unido e dos Estados Unidos esboçaram uma proposta de estatuto para uma organização internacional de países. A Organização das Nações Unidas (ONU) nasceu oficialmente em 24 de outubro de 1945 e foi assinada por 51 países.
 
Criada logo após a 2ª Guerra Mundial, o foco da atuação da ONU é a manutenção da paz e do desenvolvimento em todos os países do mundo.
Antes mesmo de ser constituída oficialmente já havia sido realizada a Conferência Monetária e Financeira das Nações Unidas em 01/07/1944, com o intuito de discutir as questões económicas relacionadas com o final da Segunda Guerra Mundial e com o pós-guerra.

Na mesma linha, realizou-se em Washington, em 21/08/1944, a Conferência para a Organização da Paz no Mundo do Pós-Guerra.
Atualmente, as Nações Unidas e suas agências investem, em forma de empréstimo ou doações, cerca de US$ 25 bilhões por ano em países em desenvolvimento. Esses recursos destinam-se a proteção de refugiados, auxílio de alimentação, superação de efeitos causados por catástrofes naturais, combate a doenças, aumento da produção de alimentos e da longevidade, recuperação económica e estabilização dos mercados financeiros.

Além disso, a ONU ajuda a reforçar o regime democrático em várias regiões, e já apoiou mais de 70 eleições nacionais. As Nações Unidas foram catalisadoras e promotoras de um grande movimento de descolonização, que levou à independência de mais de 80 países.

   Desde 2006, as Nações Unidas são representadas por 192 Estados Membros


terça-feira, junho 27, 2017

OMS lança curso sobre problemas relacionados ao uso de álcool por gestantes

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) promove o curso virtual “Uso de Álcool e Saúde da Mulher e Gestante”, que oferece capacitação e informações atualizadas a profissionais de saúde sobre os problemas relacionados ao uso de álcool por mulheres em idade reprodutiva e gestantes, apresentando abordagens integrais para detecção precoce, motivação para mudança e promoção de saúde desta população.

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) promove o curso virtual “Uso de Álcool e Saúde da Mulher e Gestante”, que oferece capacitação e informações atualizadas a profissionais de saúde sobre os problemas relacionados ao uso de álcool por mulheres em idade reprodutiva e gestantes, apresentando abordagens integrais para detecção precoce, motivação para mudança e promoção de saúde desta população.
Um dos materiais de referência mais importantes e atualizados na área é o guia da OMS publicado em 2014, intitulado “Diretrizes para a identificação e manejo do uso de substâncias psicoativas e transtornos por uso de substâncias na gestação”.
O documento será citado em vários momentos ao longo do curso. Ele foi desenvolvido por um extenso grupo de trabalho envolvendo especialistas de várias instituições e países, que através de uma revisão sistemática da literatura, identificou as evidências mais relevantes disponíveis atualmente sobre o tema.
 Notícia publicada em ONU Brasil

sexta-feira, junho 23, 2017

De acordo com as Nações Unidas, o mundo terá 9,8 bilhões de pessoas em 2050

A população mundial tem atualmente quase 7,6 bilhões, em comparação com as 7,4 bilhões em 2015. 

Esse número é estimulado pelas taxas de fertilidade relativamente altas nos países em desenvolvimento – apesar de uma queda geral no número do nascimento de crianças em todo o mundo. 

Os dados estão em um documento publicado pela ONU nessa semana.




A concentração do crescimento da população mundial está nos países mais pobres, segundo o relatório “Perspectivas da População Mundial: Revisão de 2017”, o que representa um desafio enquanto a comunidade internacional busca implementar a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável cujo objetivo é acabar com a pobreza e preservar o planeta.
“Com quase 83 milhões de pessoas que a população mundial aumenta a cada ano, espera-se que a tendência ascendente em tamanho da população continue, inclusive supondo que as taxas de fertilidade continuarão diminuindo”, afirmam os autores do relatório produzido pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU.
Nesse ritmo, espera-se que a população mundial chegue a 8,6 bilhões em 2030, 9,8 bilhões em 2050 e que supere os 11,2 bilhões em 2100.
Espera-se que o crescimento venha, em parte, dos 47 países menos desenvolvidos, onde a taxa de fertilidade é em torno de 4,3 nascimentos por mulher, e onde se espera que a população chegue a 1,9 bilhão em 2050 em comparação ao atual estimado de um bilhão.
Além disso, populações de 26 países africanos são propensas a “pelo menos dobrar” até 2050, segundo o relatório.
Essa tendência surge apesar das baixas taxas de fertilidade em quase todas as regiões do mundo, incluindo a África, onde as taxas caíram de 5,1 nascimentos por mulher de 2000 a 2005 a 4,7 nascimentos de 2010 a 2015.
Em contraste, a taxa de natalidade em Europa era de 1,6 nascimento por mulher entre 2010 e 2015, em comparação aos 1,4 entre 2000 e 2005.
“Entre 2010 e 2015, a fertilidade esteve abaixo do nível de substituição em 83 países, compreendendo 46% da população mundial”, afirma o relatório.
As baixas taxas de fertilidade estão resultando em um envelhecimento da população, com a expectativa de que o número de pessoas com 60 anos ou mais podendo duplicar (ou mais que duplicar) em 2050, e triplicar 2100, dos atuais 962 milhões a 3,1 bilhões.
É projetado que a África, que detém a distribuição mais jovem que qualquer outra região, passe por um envelhecimento rápido de sua população, aponta o relatório.
“Embora a população africana se mantenha relativamente jovem durante várias décadas mais, é esperado que a porcentagem da população com 60 anos ou mais aumente de 5% em 2017 a cerca de 9% em 2050, e a quase 20% até o final do século”, escrevem os autores.
Entre outras tendências populacionais retratadas no relatório, a população da Índia, que atualmente aparece no ranking como o segundo país mais populoso do mundo com 1,3 bilhão de habitantes, superará os 1,4 bilhão de cidadãos chineses em 2024.
Em 2050, o terceiro país mais populoso será a Nigéria, que aparece hoje no sétimo lugar e que deve ocupar o lugar dos Estados Unidos.
O relatório também aponta para o impacto dos fluxos de imigrantes e refugiados entre países, particularmente o impacto da crise de refugiados da Síria e da saída estimada de 4,2 milhões de pessoas entre 2010 e 2015.
O documento diz ainda que, embora a migração internacional nos níveis atuais ou aproximados seja insuficiente para compensar totalmente a perda esperada de população ligada aos baixos níveis de fertilidade, especialmente na região europeia, “o deslocamento de pessoas entre países pode ajudar a atenuar algumas das consequências adversas do envelhecimento populacional”, escrevem os autores.
Acesse o relatório clicando aqui 
Notícia publicada por ONU/Brasil