domingo, agosto 16, 2020

Médica sul-africana é nova relatora para o direito à saúde física e mental nas Nações Unidas

Tlaleng Mofokeng, médica sul-africana e ativista dos direitos das mulheres e dos direitos de saúde sexual e reprodutiva, foi nomeada nova relatora especial das Nações Unidas sobre o direito de todas as pessoas de usufruto do mais alto padrão possível de saúde física e mental.

 Notícia publicada pela ONU Brasil em

 

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segunda-feira, fevereiro 03, 2020

OPAS/OMS lança versão em português do curso de autoaprendizagem sobre recursos humanos para a saúde universal


A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS)lançou a versão em português do Curso de Autoaprendizagem sobre Recursos Humanos para a Saúde Universal. Para acessar o curso, o interessado deve se registrar no site acima.

Dirigido a qualquer pessoa com interesse no tema, a capacitação tem como objetivo apresentar as linhas da Estratégia de Recursos Humanos para a Saúde Universal, aprovada pelos Estados Membros da OPAS em setembro de 2017, e traçar um panorama geral dos desafios do campo de recursos humanos para a saúde na Região das Américas.

O curso, que também está disponível em espanhol e inglês, pode ser feito inteiramente online no Campus Virtual de Saúde Pública. 

Por se tratar de uma iniciativa de autoaprendizagem (ou seja, sem tutoria), cada participante é responsável por regular seu tempo de dedicação e navegação na plataforma. 

A carga total é de 10 horas, incluindo o tempo voltado para a avaliação. 

Ao fim da capacitação, os participantes que cumprirem com os requisitos para a aprovação poderão fazer o download de certificado emitido pela OPAS.

A capacitação é fruto de um esforço regional para fortalecer as ações no campo de recursos humanos para a saúde na Região das Américas, considerando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e o Plano de Ação até 2023

Trata-se de uma estratégia com objetivo de concretizar ações entre países, para fortalecer a cooperação e o diálogo, de modo a enfrentar esses desafios de maneira conjunta e mais adequada às demandas impostas. 

Este curso será pré-requisito para outros dois a serem lançados em 2020: 
(1) Curso de Gestão de Políticas e Regulação de Recursos Humanos em Saúde e; 
(2) Curso de Planejamento de Recursos Humanos em Saúde - ambos com o acompanhamento e tutoria de especialistas internacionais no tema.




Mais informações em: OPAS/OMS 







 

segunda-feira, janeiro 13, 2020

2020 - Ano Internacional da Enfermeira e Parteira


Enfermeiras e parteiras desempenham um papel importantíssimo na prestação de serviços de saúde. 

Elas dedicam suas vidas a cuidar de mães e filhos; idosos; adminstram vacinas e aconselhamentos e, em geral, atendem às necessidades diárias de saúde.

Enfermeiras costumam ser o primeiro e, muitas vezes, único ponto de atendimento em suas comunidades. 

O mundo precisa de mais 9 milhões de enfermeiras e parteiras para alcançar a cobertura universal de saúde até 2030.

É por isso que a OMS designou 2020 o Ano Internacional da Enfermeira e da Parteira

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sexta-feira, setembro 13, 2019

Assembleia Geral da ONU aprova resolução sobre cooperação com os países da CPLP

 Notícia veiculada por Nações Unidas Brasil
 A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou na quinta-feira, dia 12 de setembro de 2019, por aclamação, uma resolução sobre cooperação com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Na resolução, os Estados-membros reconhecem a relevância da língua portuguesa nas relações internacionais, dizendo que esta “unifica mais de 278 milhões de pessoas em nove países e quatro continentes”.
O documento destaca o compromisso da CPLP em resolver questões universais como segurança alimentar, promoção e proteção dos direitos humanos e igualdade de gênero.
Bandeiras dos países-membros da CPLP na sede da ONU, em Nova Iorque. Foto: ONU News/Alexandre Soares
A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta quinta-feira (12), por aclamação, uma resolução sobre cooperação com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O documento foi apresentado por 17 países. Além dos Estados-membros da CPLP, Espanha, França e Venezuela assinaram a proposta.
A resolução foi apresentada pelo representante permanente de Cabo Verde junto à ONU, José Luís Rocha. Em entrevista à ONU News, o embaixador explicou a importância da iniciativa.
“É reafirmar a importância da cooperação regional, do capitulo 8º da Carta das Nações Unidas, através da qual as Nações Unidas estabelecem relações com organizações regionais com os mesmos objetivos, neste caso, estamos falando de direitos humanos, desenvolvimento sustentável, erradicação da pobreza, paz.”
Em seu discurso, o embaixador lembrou que a CPLP oficializou sua relação com a ONU há 20 anos, quando a Assembleia Geral aprovou seu estatuto de observador em 18 de novembro de 1999.
O representante de Cabo Verde, país que tem nesse momento a presidência da CPLP, afirmou que a língua portuguesa contribui para o reforço do multilinguismo à escala planetária, um tema acolhido pelas Nações Unidas.
Na resolução, os Estados-membros reconhecem a relevância da língua portuguesa nas relações internacionais, dizendo que esta “unifica mais de 278 milhões de pessoas em nove países e quatro continentes”.
O documento destaca o compromisso da CPLP em resolver questões universais como segurança alimentar, promoção e proteção dos direitos humanos e igualdade de gênero.
A resolução também lembra a 12ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Portuguesa, que aconteceu em Santa Maria, Cabo Verde, em julho de 2018. O tema do evento foi “O povo, a cultura e os oceanos”.
Durante o encontro, a CPLP deu o estatuto de observador a oito novos países e instituições, como Andorra, Argentina, Chile, França, Itália, Luxemburgo, Sérvia, Reino Unido e Organização dos Estados Ibero-americanos de Educação, Ciência e Cultura.
A resolução reconhece “o impacto de eventos climáticos extremos e a importância da assistência humanitária prestada recentemente a países da comunidade”. O texto dá o exemplo de Moçambique, que foi afetado por dois ciclones no início do ano, e Cabo Verde, que está sendo atingido por secas extremas.
A esse respeito, o documento “enfatiza a necessidade de uma abordagem articulada e multidisciplinar em resposta a esses fenômenos, a fim de fortalecer as capacidades nacionais e abordar suas consequências de maneira rápida e eficaz.”

Paz e segurança

Em relação à cooperação na área da construção e manutenção da paz, a resolução destaca que é importante “aumentar sinergias e garantir a coerência e complementaridade desses esforços”.
Sobre Guiné-Bissau, a resolução defende ser necessário “continuar a tomar medidas concretas rumo a paz, segurança e estabilidade política”, segundo o Acordo de Conacri, assinado em 14 de outubro de 2016. O documento também enfatiza o “apoio contínuo da comunidade internacional” a esse país.
Segundo a resolução, o Escritório Integrado de Construção da Paz das Nações Unidas na Guiné-Bissau tem tido um papel importante na promoção do diálogo, na consolidação da ordem constitucional, na implementação de reformas e no combate ao narcotráfico e à impunidade.

quinta-feira, julho 18, 2019

OMS declara surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC) emergência internacional de saúde pública


Funcionários limpam equipamento de proteção contra ebola em Beni, na República Democrática do Congo, em 31 de maio de 2019. Foto: Cruz Vermelha
 Notícia veiculada no site ONU/Brasil em 17/07/2019

Está sendo considerado como pior surto de ebola de todos os tempos.
Este surto que ocorre na República Democrática do Congo (RDC), foi declarado oficialmente pela OMS como "emergência de saúde pública e de preocupação internacional".
O Diretor Geral da OMS, Dr Tedros Adhanom Ghebreyesus pediu que os países redobrem seus esforços de atenção e trabalhem juntos em solidariedade com o RDC para acabar com este surto que já completa um ano.

Até agora, houve mais de 2.500 casos de infecção, e quase 1.670 mortes nas províncias de Ituri e Kivu do Norte, onde há muita dificuldade para controlar o surto.

O que significa a declaração de emergência?

De acordo com o Regulamento Sanitário Internacional da OMS, que é um acordo legal vinculativo envolvendo 196 países em todo o mundo, uma Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (PHEIC) é definida como “um evento extraordinário determinado que constitui um risco de saúde pública para outros Estados por meio da disseminação internacional de doenças e por potencialmente exigir uma resposta internacional coordenada”.

Esta definição significa uma situação séria, repentina, incomum ou inesperada; traz implicações para a saúde pública além da fronteira nacional do Estado afetado e pode requerer ação internacional imediata.

Foi considerado decepcionante que houvesse atrasos na obtenção de fundos internacionais para combater a doença, o que tem limitado a resposta ao Ebola.

Especialistas reforçaram a necessidade de proteger os meios de subsistência das pessoas mais afetadas pelo surto, mantendo as rotas de transporte e as fronteiras abertas. Reforçaram  a importância de evitar as consequências econômicas que acompanham as restrições de viagem e comércio das comunidades afetadas.

Na segunda-feira (15 de julho de 2019), o responsável pela assistência humanitária da ONU, Mark Lowcock, disse que o surto não seria adequadamente contido sem um “grande aumento na resposta”. No mês passado, os primeiros casos apareceram na vizinha Uganda, embora a família infectada tenha atravessado a fronteira da RDC.

Desde que foi declarado há quase um ano, o surto foi classificado como uma emergência de nível 3 — a mais grave — pela OMS, provocando o mais alto nível de mobilização. A ONU em geral também reconheceu a gravidade da emergência, ativando o “Escala Humanitária em Todo o Sistema” para apoiar a resposta ao ebola.



 




sexta-feira, novembro 30, 2018

1º de dezembro de 2018 marca o 30º aniversário do Dia Mundial da AIDS


WHO

O dia primeiro de dezembro marca a conscientização sobre o HIV e a consequente epidemia de AIDS.


Desde o início da epidemia, mais de 70 milhões de pessoas adquiriram a infecção e cerca de 35 milhões de pessoas morreram. 

Hoje, cerca de 37 milhões de pessoas no mundo vivem com o HIV, dos quais 22 milhões estão em tratamento.