segunda-feira, maio 25, 2009

Dia Mundial sem Tabaco

Em 1987, a Organização Mundial da Saúde instituiu o dia 31 de maio como o DIA MUNDIAL SEM TABACO para chamar a atenção de todas as populações do mundo sobre os danos e efeitos mortais da epidemia do tabagismo.

Desde então, todos os anos destaca-se os perigos do tabagismos para a saúde.

Tendo uma elevada taxa de mortalidade, o tabagismo é considerado como a maior epidemia evitável do mundo.

A Organização Mundial da Saúde estima que 26% das mortes masculinas e 9% das mortes femininas são causadas pelo tabagismo.

Para travar esta epidemia e reduzir o consumo do tabaco, a OMS vem criando políticas de combate ao fumo.

Este ano, o tema é: Advertências sanitárias nos produtos do tabaco.
Serão intensificados os avisos e imagens em cada maço de cigarros com o objectivo de dissuadir as pessoas mas principalmente dissuadir os jovens a experimentar cigarros.

Vale lembrar que os principais riscos à saúde relacionados ao tabaco são:


Ataques cardíacos,
Doenças respiratórias,
Câncer do pulmão, de laringe e de boca, Impotência sexual,
Abortos em certos casos.

Participe desta campanha!
Ajude a combater os problemas graves de saúde não só para os fumadores como também para os que estão ao seu redor (fumadores passivos), dentre eles crianças que acabam por inalar mais de 400 substâncias nocivas à saúde.

Lembre-se que fumar passivamente pode provocar as mesmas doenças que fumar activamente.




terça-feira, maio 19, 2009

CPLP na 62ª Assembléia Mundial da Saúde

Foi realizada 19 de maio de 2009, durante a 62ª Assembléia Mundial da Saúde, a reunião da Rede ePORTUGUÊSe com a presença dos Ministros da Saúde de de Angola, Cabo Verde, Portugal e São Tomé e Príncipe, os vice-ministros da Guiné Bissau e Timor Leste além de representantes dos Ministros da Saúde do Brasil e Moçambique.

O destaque desta reunião que acontece todos os anos no Palais des Nations foi o lançamento do Relatório Mundial da Saúde 2008: Cuidados de Saúde Primários: Agora mais que nunca, traduzido com apoio do Ministério da Saúde de Portugal e apresentado pela Alta Comissária da Saúde, Dra. Maria do Céu Machado.

Este encontro, foi também uma oportunidade para discutir mais profundamente o Plano estratégico de cooperação em saúde da CPLP (Comunidade dos países de língua portuguesa) assinado no dia 15 de maio em Estoril.

A reunião da rede ePORTUGUÊSe vem mantendo sua tradição de ser uma das poucas reuniões durante a Assembléia Mundial da Saúde realizada numa língua que não os seis idiomas oficiais das Nações Unidas e por isso mesmo de grande importância para os oito Estados membros de língua portuguesa, sobretudo por representar os interesses desse bloco em um contexto mundial, que é a Assembléia mundial da saúde.

Ao final, a coordenadora da rede ePORTUGUÊSe convidou todos os presentes para a II Reunião da Coordenação da Rede ePORTUGUESe a ser realizada na terceira semana de novembro em Maputo Moçambique.




segunda-feira, maio 18, 2009

Assembléia Mundial da Saúde

Em seu discurso na 62ª Assembléia Mundial da Saúde que começou hoje, dia 18 de maio, a Diretora Geral da Organização Mundial da Saúde, Dra. Margaret Chan falou dos desequilíbrios no acesso à assistência à saúde em todo o mundo.

Dra Chan ressaltou que a atual crise econômica afetará a riqueza e a saúde dos países, mas o impacto será maior no mundo em desenvolvimento.


Esta Assembléia começou cercada de expectativas em relação à gripe Influenza A (H1N1) e a Dra. Margaret Chan lembrou que a comunidade internacional deve olhar com sagacidade para este período de casos mais leves da Gripe Influenza A (H1N1). “Eu recomendo fortemente que se observe com atenção a tudo o que se pode fazer coletivamente para proteger os países em desenvolvimento de, uma vez mais, carregarem o peso da contaminação mundial”.

Até o momento, a OMS mantém o nível 5 da epidemia.




sexta-feira, maio 15, 2009

Começa nesta segunda-feira dia 18 de maio a
62ª Assembléia Mundial da Saúde


quinta-feira, maio 14, 2009

Gripe H1N1 - ultimas notícias

Hoje, 14 de maio há 33 países que confirmaram casos da gripe Influenza H1N1 com um total de 6494 casos.

Veja no mapa abaixo a distribuição de casos por países.

No site http://www.who.int/csr/don/2009_05_14/en/index.html
podem-se encontrar informações diárias e atualizada sobre a gripe Influenza H1N1.

quarta-feira, maio 13, 2009

Não à Violência contra a Mulher

Seminário realizado em São Paulo para discutir a feminização da SIDA

A SIDA ou AIDS continua a ter um rosto feminino. Isso é uma violência contra a mulher.
Este foi um dos temas discutidos no seminário realizado em fevereiro de 2009 em São Paulo, Brasil.
Esta realidade, é ainda mais visível nos países em desenvolvimento, onde as mulheres tem pouca voz no que concerne sua saúde e seus corpos.
Pobreza, analfabetismo e falta de oportunidades, deixam as mulheres mais expostas à contaminação tornando-as presas fáceis para o HIV. E a triste realidade é que em Moçambique, Cabo Verde e Angola, as mulheres já são a maioria entre os soropositivos. Segundo elas: "Não há como exigir que os homens usem preservativos".
De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA - http://www.unfpa.org) , em 2007, foram registrados cerca de dois mil novos casos de infecção em mulheres entre 20 e 40 anos em Angola. Um número bem maior que o de homens na mesma idade.

Em 2005, havia em Moçambique 800 mil mulheres infectadas, contra 570 mil homens e 80 mil crianças.

Em Cabo Verde, as mulheres representam 51 por cento da população infectada entre 1987 e 2006.



segunda-feira, maio 11, 2009

terça-feira, maio 05, 2009

O QUE O PÚBLICO DEVE SABER SOBRE A PREVENÇÃO DA GRIPE A (H1N1)

1. Introdução

Considerando que a gripe A (H1N1) foi assinalada em vários países de outras regiões, é possível que se propague em breve a países da Região Africana.

A Sede Regional Africana da Organização Mundial da Saúde (OMS/AFRO) compilou as informações que se apresentam abaixo para facilitar a elaboração, divulgação e utilização de mensagens-chave sobre a gripe A (H1N1) ao nível dos países.

Estas informações devem servir de complemento a outros documentos da OMS que estão a ser utilizados para apoiar os países a responderem eficazmente à gripe A (H1N1).

O presente documento foi concebido para servir de referência a todos quantos desenvolvam actividades de Promoção da Saúde relacionadas com a prevenção e o controlo da doença.

2. Aspectos a ter em consideração na elaboração de mensagens sobre a gripe A (H1N1) destinadas ao público

As informações devem ser transmitidas ao público com a maior brevidade possível, para facilitar a preparação e resposta à gripe A (H1N1).

As informações devem ser adaptadas a circunstâncias socioeconómicas específicas, em especial a cultura e língua local.

As mensagens devem ser precisas e simples e devem ser testadas previamente no que se refere à sua facilidade de compreensão e pertinência.

3. O que é a gripe A (H1N1)?

A gripe A (H1N1) é uma doença causada por um vírus que afecta o sistema respiratório.

Os sintomas da gripe A (H1N1) são:
Ø Febre alta
Ø Tosse e/ou dores de garganta
Ø Dores no corpo
Ø Dores de cabeça, calafrios e cansaço
Ø Vómitos e diarreia, em alguns casos

Entre as complicações da doença referem-se pneumonia e dificuldade em respirar

4. Como se espalha a gripe A (H1N1)?

Os vírus da gripe propagam-se sobretudo de pessoa a pessoa, através de pequenas gotas que são projectadas ao tossir ou espirrar.
Por vezes, as pessoas contraem a infecção quando tocam em superfícies ou pegam em objectos contaminados com os vírus da gripe (por exp., mãos, maçanetas das portas, lenços de tecido e de papel) e depois tocam na boca ou no nariz.

5. Como se trata a gripe A (H1N1)?

De momento não há uma vacina disponível. Está em curso investigação com vista à produção de uma vacina.

A administração de antivirais (medicamentos utilizados para tratar as infecções virais) pode atenuar a doença e permitir uma recuperação mais rápida. Tamiflu é um dos medicamentos eficazes.

Os antivirais também são eficazes na prevenção de complicações graves da gripe.

Os medicamentos antivirais são mais eficazes se começarem a ser tomados pouco tempo depois de se ficar doente (nos primeiros dois dias a seguir ao aparecimento dos sintomas).

Os doentes tratados com antivirais normalmente recuperam completamente, não se tendo documentado resistência aos medicamentos recomendados para o tratamento da gripe A (H1N1).

Os agentes da saúde devem tomar decisões sobre o tratamento com base na análise clínica e epidemiológica. Devem dedicar especial atenção aos doentes com complicações.

6. Como pode uma pessoa que está em contacto com um doente ou que tem grandes probabilidades de vir a estar exposto a uma pessoa doente evitar ficar infectada?

Recomenda-se vivamente que se lave regularmente as mãos com água e sabão (ou esfregue as mãos com um líquido antiséptico à base de álcool, se houver).

Deve-se manter uma distância de pelo menos dois metros (seis pés) da pessoa infectada, de forma a não entrar em contacto com pequenas gotas das secreções dessa pessoa.

No caso de se ter estado em contacto com uma pessoa doente ou com superfícies ou objectos que podem estar contaminados, não se deve tocar nos olhos, nariz ou boca sem lavar primeiro as mãos.

Deve ser evitado o contacto directo com uma pessoa doente; aconselha-se a evitar apertar a mão, dar beijos e abraços enquanto durar o surto de uma doença.
Se cuidar de uma pessoa doente, ponha uma máscara, de acordo com os procedimentos recomendados pelas autoridades sanitárias nacionais.

Para reforçar o sistema imunitário, as pessoas devem desenvolver actividade física, beber muitos líquidos, comer bem, reduzir o nível de stress e dormir bem.

7. O que podem fazer as pessoas com a gripe A (H1N1) para evitar contagiar outras pessoas?

Devem cobrir a boca com um pano ou lenço de papel ao espirrar ou tossir; o lenço de papel deve ser descartado com as devidas precauções e o pano ou lenço de tecido deve ser lavado com sabão, posto a secar e substituído com a necessária frequência.

A pessoa infectada deve pôr uma máscara quando estiver em contacto com outras pessoas.

Os lenços de papel, panos, lenços de tecido e outros materiais usados pela pessoa que está doente para limpar o nariz e a boca não devem ser usados por outras pessoas.

Se não tiver um lenço de papel ou de tecido, a pessoa doente deve espirrar ou tossir para a dobra do braço oposta ao cotovelo e não para as mãos, que podem contaminar superfícies ou objectos aos serem tocados.

As pessoas que estão doentes devem permanecer em casa e limitar o contacto com os outros, tanto quanto possível.

As pessoas devem procurar assistência médica imediatamente se suspeitarem de infecção, notem sintomas ou quando sejam aconselhadas a fazê-lo por um agente da saúde.

8. O que devem fazer as comunidades para ajudar a prevenir a propagação da gripe A (H1N1)?

Certificar-se que os membros da comunidade sabem como prevenir a propagação da gripe, quais os sintomas da doença e o que fazer no caso de infecção.

Assegurar a prestação de cuidados às pessoas que estiverem infectadas com o vírus.

Aplicar a distância social, isolamento ou quarentena quando os agentes da saúde assim o determinarem (segundo as autoridades sanitárias).

Estabelecer contacto com a unidade de saúde mais próxima que deverá prestar apoio para o tratamento da doença.

Notificar casos suspeitos e óbitos às autoridades sanitárias ou outras autoridades competentes.

9. Caso tenha algum dos sintomas acima mencionados devem contactar a unidade de saúde mais próxima ou ligar para os números que forem anunciados pelas autoridades sanitárias a nível da sua localidade.



Informação enviada por José Caetano
Escritório de representação da OMS em Angola

segunda-feira, maio 04, 2009

Infecções pela gripe influenza A (H1N1) confirmadas em 20 países

Um boletim divulgado hoje, 04 de maio, pela OMS, revela a presença de 985 casos de infecções pelo vírus influenza A (H1N1) em 20 países.
O México já possui 590 casos confirmados por exames laboratoriais, incluindo 25 mortes.
Nos EUA, foram confirmados 226 casos, sendo um deles fatal.

Segundo este boletim oficial da OMS, os seguintes países possuem casos confirmados por exames laboratoriais mas sem mortes relacionadas: Áustria (1), Canadá (85), China - Hong Kong (1), Costa Rica (1), Colômbia (1), Dinamarca (1), El Salvador (2), França (2), Alemanha (8), Irlanda (1), Israel (3), Itália (1), Holanda (1), Nova Zelândia (4), República da Koréia (1), Espanha (40), Suíça (1) e Reino Unido (15).

Nenhum caso confirmado nos países da CPLP, mas o Ministro da Saúde do Brasil, José Gomes Temporão, preparou uma apresentação sobre a gripe, que pode ser acessada a partir do seguinte link:
http://www.slideshare.net/eportuguese/apresentacao-gripe-influenza-a-h1-n1

Continuaremos a manter este site atualizado com informações oficiais da OMS e principalmente sobre os paises da Comunidade dos Paises de Lingua Portuguesa.



domingo, maio 03, 2009

Últimas notícias sobre o H1N1

Hoje, 3 de maio, 18 países confirmaram oficialmente 898 casos da gripe influenza A (H1N1).
Nenhum caso confimado em países da CPLP.




sexta-feira, maio 01, 2009

Vírus H1N1 a expandir-se rapidamente

A situação continua a evoluir rapidamente. O vírus H1N1 causador da gripe suína continua a disseminar-se e o risco de pandemia não está afastado.
Ontem, dia 30 de abril, 11 países somavam 257 casos de gripe suína.

A recomendação principal da OMS é manter a calma, lavar as mãos com frequência e evitar locais com grande concentração de pessoas.

A OMS também não recomenda limitação ou restrições de viagens pois o efeito na disseminação do vírus, seria muito pequeno. As autoridades devem concentrar-se na identificação rápida dos casos e oferecer tratamento e atenção médica o mais rápido possível.

Vários páises já colocaram em prática medidas preventivas e várias campanhas informativas estão sendo veiculadas pela mídia.

Nos países da CPLP, não há casos confirmados, mas sim casos suspeitos e sendo monitorados.

Continuaremos a manter este BLOG atualizado.