segunda-feira, outubro 29, 2007

Pobreza, Desenvolvimento Humano e Saúde

Revista Ciência & Saúde Coletiva
O último número de 2007 da Revista Ciência & Saúde Coletiva já está disponível no site (www.cienciaesaudecoletiva.com.br).
Este número, denominado "Pobreza, desigualdades sociais e saúde" reflete a participação desta publicação da ABRASCO (www.abrasco.org.br) na iniciativa do Council of Science Editors, que escolheu o tema global "Poverty and Human Development" e convocou editores científicos do mundo inteiro para incentivarem pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento a abordarem o assunto.
A Revista traz uma reflexão conceitual e metodológica sobre o tema e também, estudos, analises e avaliação de resultados e impactos de intervenções públicas destinadas à redução da miséria e à expansão da cidadania.


Noticia enviada por:
CCI/EPSJV - cci@epsjv.fiocruz.br

terça-feira, outubro 23, 2007

A ciência terá limites?

Conferência Gulbenkian
25 e 26 de outubro de 2007


A uma pergunta aparentemente tão singela como «a ciência terá limites?», só se pode responder de modo igualmente singelo: − Depende.

Isto é, os limites dependem da maneira como a ciência é encarada, pois a ciência resulta da tentativa de melhor compreender a realidade em que nos encontramos imersos, uma realidade tão multifacetada quanto complexa.

Em primeiro lugar, a ciência pode ser considerada como um domínio do conhecimento. Nesta perspectiva, a ciência dedica-se ao estudo dos fenómenos da natureza e das suas interacções. Sendo o universo infinito, o processo de o apreendermos não pode ser limitado. O progresso da ciência, neste quadro, não conhece limites.

Mas podemos igualmente observar que sendo a ciência um domínio do conhecimento, ela exprime-se e comunica-se de maneira semelhante à dos outros domínios, isto é, usando linguagens especializadas. Nestes termos, a precisão da descrição da realidade e dos seus fenómenos está condicionada à pertinência dessas linguagens e dos seus componentes (a música, por exemplo, não se traduz bem por palavras). Nesta perspectiva, os limites surgem da incapacidade de inventar novas linguagens.

Por outro lado, a especialização crescente acarreta uma progressiva fragmentação das disciplinas científicas e um distanciamento cada vez maior em relação aos outros domínios do conhecimento. Os limites da ciência corresponderão neste caso às fronteiras cognitivas dos outros domínios, que serão tanto mais inultrapassáveis quanto o esforço de comunicação interdisciplinar se tornar desaconselhado, ou mesmo proscrito.

Mas a ciência não se pode fazer, nem praticar, sem cientistas. Nesta medida, poder-se-á afirmar que os limites societais impostos à liberdade de acção das comunidades científicas serão determinantes para o desenvolvimento futuro da ciência. Essas barreiras, resultantes das percepções sobre o valor da ciência para as economias e as sociedades em que essas comunidades se inserem, são uma das mais fortes condicionantes das nossas possibilidades de adaptação e de ajustamento a novas situações e condições de vida.

Espero, com esta enumeração simples de limites, condições, barreiras e constrangimentos, ter despertado o apetite e o interesse para a discussão das várias atitudes e posições que não deixarão de ser apresentadas pelos oradores convidados na Conferência Internacional de 25 e 26 de Outubro próximo. Veremos certamente como as humanidades, as ciências sociais e os diversos ramos da ciência encaram a questão posta consoante as estratégias de descoberta e as visões do mundo de que são portadoras.

Sobretudo, esta oportunidade de diálogo deverá permitir uma reflexão sobre o limite fundamental da nossa aventura como espécie biológica no planeta − a imaginação. Porque é a imaginação que nos faz sonhar. E transformar os sonhos em realidade.

JOÃO CARAÇA


Informação enviada por Rita Rebelo de Andrade
Serviço de Ciência - email - randrade@gulbenkian.pt
Tel. (00351) 21782 3525 /Fax (00351) 21782 3019

quarta-feira, outubro 17, 2007

EPI 2008

A Epidemiologia na Construção da Saúde para Todos:
Métodos para um Mundo em Transformação
EPI 2008
Porto Alegre, de 20 a 24 de setembro de 2008


A organização do XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia e VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia - (EPI 2008) - começa a receber trabalhos científicos.

Promovido pela ABRASCO (http://www.abrasco.org.br) e pela Associação Internacional de Epidemiologia (http://www.dundee.ac.uk/iea), com o apoio da Universidade Federal de Pelotas (http://www.ufpel.tche.br) , da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (http://www.ufrgs.br/ufrgs), da Universidade Luterana do Brasil (http://www.ulbra.br) e da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (http://www.unisinos.br/principal) .

terça-feira, outubro 09, 2007

Mestrado Profissional Enfermagem Assistencial

Fiquem atentos ao edital 2008
Mestrado Profissional
Enfermagem Assistencial
40 vagas


O Programa de Mestrado Profissional Enfermagem Assistencial da Universidade Federal Fluminense tem por objetivo fortalecer e aprofundar a formação do/a enfermeiro/a na área específica do cuidado à clientela.
O programa visa fortalecer a base de conhecimentos da prática de enfermagem profissional, elevando a qualificação profissional do/a aluno/a, além de motivá-lo/a a pesquisar soluções inovadoras e criativas para os problemas da prática de atenção à saúde, em seus diversos níveis.

Período de inscrição: de 14 de janeiro a 22 de fevereiro de 2008
Entrevista sobre projeto e avaliação do currículo: 29/02 e 01/03 de 2008.

Seleção: 06/03/2008. Prova de proeficiência em inglês, conhecimentos e prova de redação.

Início do curso: 14 de março (sexta). Dias e horários de aulas teóricas: sextas e/ou sábados de 9 às 17 horas.
Valor do investimento da pesquisa: R$ 12.500,00 (doze mil e quinhentos reais) em 25 parcelas de R$ 500,00
Maiores Informações:

www.uff.br/mpea
(+ 55 21) 2629-9468/9484

Noticia enviada por Isabel Cruz
(BNN) - www.uff.br/nepaewww.uff.br/nepae/NESEN.htmhttp://nepae-nesen.zip.net
(OBJN) www.uff.br/objnursing
(+ 55 21) 9958-9948

segunda-feira, outubro 08, 2007

Estratégias de Prevenção da Transmissão Vertical do HIV

Denomina-se transmissão vertical do HIV quando o recém nascido é infectado pelo vírus da AIDS durante a gestação, o parto ou depois do nascimento através da amamentação.
Este video produzido pela Direção Provincial de Luanda tem por objetivo divulgar a estratégia de prevenção da transmissão vertical do HIV em seis Unidades de Saúde de Luanda.
Deve-se ressaltar que quanto mais precoce o diagnóstico da infecção pelo HIV na gestante, maiores serão as chances de evitar a transmissão para o bebê.
Video dirigido e produzido pelo Dr. Nando Campanella
Programa de HIV/SIDA
Representação da OMS em Angola
E-mail: campanellan@ao.afro.who.int
Tel: +244-222-332398
Fax: +244-222-332314


Centro Nacional de Oncologia de Angola

Prezados colegas,
Este vídeo foi produzido pelo Ministério de Saúde de Angola em colaboração com a OMS local e pretende mostrar a relação entre o cancer e as infeções pelo HIV e a Hepatite B.

O objectivo é disseminar a informação para outros profissionais de saúde e para outros países de expressão portuguesa e desenvolver atividades de aconselhamento e testagem voluntária nos doentes com diagnostico de neoplasia que poderiam estar relacionadas com estas infeções.

Comentários e sugestões serão benvindos.
Video encaminhado pelo Dr Nando Campanella
Representação da OMS em Angola
Programa em HIV/AIDS
E-mail: campanellan@ao.afro.who.int
Tel: +244-222-332398
Fax: +244-222-332314


terça-feira, outubro 02, 2007

Rede Internacional de Educação de Técnicos em Saúde (RETS)

A Rede Internacional de Educação de Técnicos em Saúde (RETS) é uma estratégia de articulação e cooperação técnica entre instituições de caráter público, vinculadas direta ou indiretamente, à educação de técnicos em saúde.

O objetivo da Rede é fortalecer os sistemas de saúde dos países membros, promovendo interação entre as instituições integrantes, agregando e sistematizando conhecimentos que possam subsidiar a elaboração de políticas de cooperação internacional, promovendo a discussão e o intercâmbio de experiências e demandas relativas à formação de trabalhadores técnicos em saúde.
A RETS baseia suas ações no pressuposto de que a qualificação dos trabalhadores é uma dimensão fundamental para a implementação de políticas públicas que atendam às necessidades de saúde da população.

Atualmente a Rede reúne 98 entidades de 20 países, entre representações da Organização Mundial da Saúde (OMS), órgãos de governo, instituições de ensino técnico e associações de profissionais técnicos.
Entre os países de lingua portuguesa, Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e São Tomé e Principe fazem parte da rede. Guiné Bissau está em fase de formalização.

Para maiores informações:
Secretaria Executiva da RETS
Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
http://www.epsjv.fiocruz.br/
Fundação Oswaldo Cruz