segunda-feira, novembro 30, 2009

quinta-feira, novembro 26, 2009

Informações úteis sobre a Dengue

Informações úteis sobre a Dengue, para esclarecer à sociedade civil os principais sintomas, tratamento e maneiras de prevenção da doença


1. O que é?
É uma doença infecciosa febril aguda, que pode se apresentar de forma benigna ou grave, dependendo de diversos factores, entre eles: o vírus e a cepa envolvidos, infecção anterior pelo vírus da Dengue e factores individuais como doenças crónicas (diabetes, asma brônquica, anemia falciforme). São conhecidos quatro sorotipos da Dengue: 1, 2, 3 e 4.


2. Quais os sintomas da doença?
Febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas. Pode mesmo não haver nenhum sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vómitos persistentes são sinais de alarme para dengue hemorrágica.
É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sinais e sintomas da Dengue hemorrágica, pois esta pode ser fatal e pode até ser confundida com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose.


3. Como se transmite?
A doença é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. Não há transmissão pelo contacto direto com um doente ou suas secreções, nem por meio de fontes de água ou alimento.

4. Qual é o tratamento?
Deve-se ingerir muito líquido como: água, sucos, chás, soros caseiros, etc. Não devem ser usados medicamentos à base de ácido acetil salicílico e antiinflamatórios, como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias. Os sintomas podem ser tratados com dipirona ou paracetamol.


5. Como se prevenir?
A melhor forma de se evitar a Dengue é combater os focos de acúmulo de água parada, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d’ água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

Em Cabo Verde a Dengue apareceu pela primeira vez, apesar da existência do mosquito vector, em Setembro de 2009.

Fonte: [http://www.minsaude.gov.cv/index.phpoption=com_content&task=view&id=479&Itemid=2]

segunda-feira, novembro 23, 2009

ANGOLA: Segundo Encontro Nacional de Pessoas Vivendo com VHI/SIDA - 24 a 28 de Novembro

O encontro tem como base a actual expansão dos serviços de referência em VHI/SIDA e o aumento do número de pessoas vivendo com o vírus da imunodeficiência adquirida.

Um dos objetivos é impulsionar a implementação de políticas que promovam o maior envolvimento das pessoas vivendo com o VHI nos esforços para alcançar os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio e discutir a qualidade dos serviços de saúde prestados aos seropositivos em Angola.

Entre os convidados estão seropositivos das 18 províncias de Angola, representantes de igrejas, ONGs, Organizações da Sociedade Civil, Organizações Governamentais, Universidades e agências da Organização das Nações Unidas. Além de representantes de organizações de seropositivos do Brasil e de Moçambique.

Inscrições gratuitas e mais informações:
rnpvvs_angola@yahoo.com.br ou
(244) 222 923/938/430.


sexta-feira, novembro 20, 2009

Terminada a II reunião de Coordenação da Rede BVS ePORTUGUÊSe


Deslocamento de tarefas para o tratamento ART


Permitir que profissionais de saúde de nível médio em vez de médicos prescrevam tratamentos antiretrovirais (ART) é uma estratégia apelidada de deslocamento de tarefas e permitiu que Moçambique triplicasse o número de instalações que disponibilizam a medicação num espaço de 6 meses.

O relatório, publicado na última edição do "Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes", por Kenneth Sherr da Universidade de Washington e o Ministério da Saúde de Moçambique, concluíram que os pacientes de zonas rurais e áreas desfavorecidas também passaram a ter acesso a serviços que oferecem ART como resultado deste deslocamento de tarefas.

Pouco depois da independência em 1974 a maioria dos médicos - principalmente os de nacionalidade Portuguesa - partiram de Moçambique, deixando menos de 80 médicos no país para uma população de 10.6 milhões, à época. Desde então, o país tem dependido largamente dos chamados "técnicos de medicina" - clínicos não médicos, que passam por um treinamento de 30 meses - para desempenharem as tarefas clínicas e de gestão que geralmente seriam desempenhadas por médicos.
O ajuste estrutural dos programas na década de 1980 atingiu fortemente o sistema de saúde de Moçambique, forçando o encerramento de até 50% dos centros de saúde pública. A prevalência do HIV chegou a 15% em 2003, no entanto apenas 1% das pessoas tinham acesso a algum tipo tratamento; o governo mais uma vez olhou para os técnicos de medicina para preencherem esta lacuna.

Expansão rápida

"Como o número de médicos existentes era insuficiente para cobrir o largo número de instalações na época da expansão rápida, o plano nacional de saúde renovou seus esforços para treinar novos técnicos como elementos fundamentais da expansão da força de trabalho para os cuidados dos portadores de HIV", notou o relatório.

Em meados de 2006, a primeira onda de técnicos de medicina recém-formados já estava trabalhando na rede de saúde e cerca de um ano mais tarde, 167 centros em 147 distritos e municípios Moçambicanos já haviam aderido a esta nova forma de atender a população, especialmente voltada para o tratamento ARV.
Esta estratégia possibilitou a integração do tratamento ARV nos cuidados de saúde pública, de modo a aumentar a cobertura de atendimento à população em que médicos e técnicos trabalham juntos contra a infecção do HIV."
A implementação de técnicos de medicina recém-formados cria oportunidades para os trabalhadores de pequenas clínicas rurais que provavelmente continuarão a trabalhar em cuidados de saúde pública. "Além disso, o treinamento, o salário e os benefícios são menores para os técnicos de medicina do que para os médicos" para médicos", disse o autor.
Um esforço contínuo

Moçambique continua também a investir na formação de médicos. A entrada de estudantes na principal escola de medicina do país duplicou e existem duas outras escolas de medicina no país. De acordo com este estudo, a qualidade dos cuidados prestados por técnicos de medicina iguala-se ao serviço prestado por medicos.

Contudo, uma avaliação realizada com os técnicos de medicina concluiu que estes não estão suficientemente preparados para as suas atuais responsabilidades clínicas, especialmente onde os recursos e a força de trabalho em saúde são insuficientes.

Apesar disso, o relatório conclui que "usando um misto de médicos e técnicos de medicona, o sistema de saúde de Moçambique pode manter a expansão do tratamento ART para os portadores do HIV enquanto fortalece o sistema mais amplo de saúde pública".

quinta-feira, novembro 19, 2009

Lançado oficialmente a Campanha Global HIFA-pt

Hoje, 19 de novembro foi lançada a Campanha Global "INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA TODOS até o ano 2015.
Este grupo de discussão é uma parceria entre a Rede ePORTUGUÊSe da Organização Mundial da Saúde e da Rede Global de Informação em Cuidados de Saúde/HIFA2015.


Para aderir: www.hifa2015.org/HIFA-pt

quarta-feira, novembro 18, 2009

Cancro da mama: prevenção e controlo

O cancro da mama é o principal cancer em mulheres, tanto nos países desenvolvidos como nos países em vias de desenvolvimento.

A incidência do cancro da mama está a aumentar no mundo em vias de desenvolvimento devido ao aumento da esperança média de vida, aumento da urbanização e adopção de estilos de vida ocidentais.

Apesar da prevenção ser uma medida que pode diminuir o risco, esta estratégia não podem eliminar a maioria dos cancros da mama que se desenvolvem em países de médios e baixos recursos onde o cancro da mama é diagnosticado em estádios muito tardios.

A detecção precoce como forma de melhorar os resultados no cancro da mama e a sobrevida das pacientes, continua a chave do controlo do cancro da mama.

As estratégias de detecção precoce recomendadas para países de baixos e médios recursos são:
1) Conciencialização dos sinais e sintomas precoces e exame clínico dos seio.
2) A mamografia é cara e recomendado para países com uma boa infrastrutura de serviços de saúde que possam sustentar este programa a longo prazo.

Países de baixos e médios recursos ainda enfrentam a dupla prevalência do cancro do colo do útero e do cancer de mama e precisam implementar intervenções que sejam custo-efetivas para enfrentar estas doenças altamente preveníveis.

A OMS promove o controlo do cancro da mama no contexto de programas nacionais de controlo do cancer integrados na prevenção e controlo de doenças não transmissíveis.

http://www.who.int/cancer/detection/breastcancer/en/index.html

segunda-feira, novembro 16, 2009

Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

16 de Novembro de 2009


Os acidentes nas estradas matam cerca de 1,3 milhões de pessoas por ano e ferem ou incapacitam mais de 50 milhões. São a principal causa de morte entre jovens entre os 10 e os 24 anos.

Em Outubro de 2005 a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou uma resolução que apela aos governos para marcarem todos os anos, o terceiro domingo de novembro como o Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada.
O dia foi criado como meio de reconhecimento das vítimas de acidentes de viação e da situação de seus parentes que devem lidar com as consequências emocionais e práticas destes trágicos acontecimentos.

A OMS e o Grupo de Colaboração das Nações Unidas para a Segurança Rodoviária encorajam os governos e organizações não governamentais em todo o mundo a comemorarem este dia como forma de chamar a atenção do público para os acidentes de viação, suas consequências, custos e as medidas que podem ser tomadas para evitá-los.

sábado, novembro 14, 2009

sexta-feira, novembro 13, 2009

Relatório da OMS discute: Mulher e Saúde

O relatório da OMS Mulheres e saúde: evidências de hoje, agenda de amanhã, concluiu que apesar dos progressos consideráveis das últimas décadas, as sociedades continuam a falhar às mulheres em momentos chave das suas vidas, particularmente na adolescência e terceira idade.
A Diretora Geral da OMS, Dra. Margaret Chan apelou para que uma ação urgente tanto do setor saúde quanto de outros setores da sociedade, se empenhem para melhorar a saúde e a condição de vida de mulheres e meninas em todo o mundo, desde o nascimento até à terceira idade.

"Ao se negar às mulheres a oportunidade de desenvolverem todo o seu potencial humano, incluindo o seu direito de viver uma vida mais saudáveis e, portanto mais feliz, poderemos considerar a sociedade como um todo realmente saudável? O que isso diz a cerca do progresso social no século 21?" questionou a Dra. Chan.

Mundialmente, as mulheres são as responsáveis pela maior parte dos cuidados de saúde - quer em casa, na comunidade ou no sistema de saúde. No entanto, durante toda sua vida, lhes é negado os cuidados de saúde adequados às suas necessidades especificas.

Cerca de 80% de todos os cuidados de saúde e 90% dos atendimentos relacionados com HIV/SIDA são prestados em casa, quase sempre por mulheres. Todavia, estas mulheres não recebem apoio, reconhecimento ou remuneração por desempenharem este papel essencial.

Os serviços de saúde voltados ao universo feminino estão mais capacitados a oferecer atendimento pré-natal do que atendimento à saúde mental, violência sexual ou rastreio e tratamento do cancro do colo do útero. É também mais fácil encontrar serviços de saúde sexual e reprodutiva que se dediquem exclusivamente às mulheres casadas ignorando o atendimento às mulheres solteiras e às adolescentes. Há menos serviços ainda para as trabalhadoras do sexo, usuárias de drogas intravenosas, as minorias étnicas e mulheres que vivem em zonas rurais.

"Esta na hora de oferecer às mulheres e meninas o atendimento e apoio necessários para que gozem de seu direito humano fundamental, que é o seu direito à saúde," disse a Dra. Chan.

As mulheres vivem mais que os homens, mas esses anos extras nem sempre são saudáveis

HIV, doenças relacionadas com a gravidez, parto e
puerpério e a tuberculose continuam a ser as maiores causas de morte em mulheres entre os 15 e 45 anos. Contudo, à medida que as mulheres envelhecem, as doenças não transmissíveis tornam-se as maiores causas de morte e incapacidade, particularmente após os 45 anos.

Mundialmente, os ataques cardíacos e enfartos do miocárdio vistos muitas vezes como problemas "masculinos", são as principais causas de morte nas mulheres acima dos 45 anos de idade. Os sintomas das mulheres são frequentemente distintos dos sintomas dos homens, o que contribui para o sub-diagnóstico de doença cardíaca em mulheres.

Porque as mulheres tendem a viver em média 6 a 8 anos a mais que os homens, elas representam uma fração crescente de todas as pessoas idosas. As sociedades devem preparar-se para lidar com os problemas de saúde e custos associados com a terceira idade e investir em mudanças sociais que reflitam na organização do trabalho, família e ofereçam suporte social.

Apesar das vantagens biológicas, a saúde das mulheres continua a sofrer devido ao seu baixo status socioeconômico.

A falta de acesso à educação, posições de liderança e recursos financeiros limitam sua capacidade para proteger sua saúde e a de sua família. Apesar de existirem grandes diferenças na saúde de mulheres nas diferentes regiões, países e classes socioeconômicas, mulheres e meninas enfrentam desafios semelhantes, particularmente a discriminação, violência e a pobreza, o que aumenta seus problemas de saúde.

Por exemplo, no caso do HIV/SIDA o risco representado pela diferença biológica é agravado em culturas que limitam o acesso à informação e ao conhecimento de mulheres sobre os riscos do HIV e sua capacidade de negociar sexo seguro.

"Não veremos progresso significativo enquanto mulheres forem vistas como cidadãs de segunda classe como acontece em várias partes do mundo", disse a Dra. Chan.
"Em muitas sociedades, os homens exercem controle político, social e econômico. O setor saúde tem de preocupar-se. Estas relações desiguais de poder traduzem-se em desigualdades no acesso a cuidados de saúde, e em desigualdades no controle dos recursos de saúde", acrescentou.

São necessárias alterações nas políticas e ações do setor saúde e outros setores sociais

O relatório procura identificar áreas chave para investir, tanto dentro como fora do setor saúde. Isto inclui identificar mecanismos para construir uma liderança forte com a completa participação de organizações de mulheres, fortalecendo os sistemas de saúde para melhor suprirem suas necessidades ao longo das suas vidas.

É necessário também fomentar mudanças nas políticas públicas que considerem como os determinantes sociais e econômicos da saúde impactam negativamente a saúde das mulheres para construir uma base de conhecimentos que permita um melhor acompanhamento dos progressos realizados.

As estratégias para melhorar a saúde das mulheres devem ressaltar a desigualdade de gêneros e eliminar as barreiras socioeconômicas e culturais específicas que impedem as mulheres de protegerem e melhorarem a sua saúde.

http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2009/women_health_report_20091109/en/index.html


segunda-feira, novembro 09, 2009

O que é eHealth - Você sabe?

De acordo com Guilherme S. Hummel do BLOG eHealth Summit, a palavra eHealth é uma dessas expressões que circulam pela área de saúde, gerando uma enorme quantidade de dúvidas e simbolismos. http://www.ehealth-summit.com/

O termo pode ser traduzido como "saúde eletrônica" ou "saúde digital". Todavia seu significado é muito mais amplo, e vem revolucionands o a Saúde em todo o mundo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde OMS, eHealth é o uso de tecnologias de comunicação e informação para a saúde.

De acordo com a Healthcare Information and Management Systems Society HIMSS, eHealth é qualquer aplicação de Internet, utilizada em conjunto com outras tecnologias de informação, focada na melhoraria do acesso, da eficiência, da efetividade e da qualidadedos processos clínicos e assistenciais necessários a toda a cadeia de prestação de serviços de saúde.

O conceito de eHealth inclui muitas dimensões e dentro do modelo encontra-se um conjunto de ferramentas e serviços capazes de sustentar o atendimento de forma integrada e através da WEB. Entre elas podemos citar algumas: Electronic Health Records (Prontuário Digital), Hospital Information Systems (Gestão Hospitalar), National Electronic Registries (Registro Nacional de Saúde), National Drug Registries (Controle Nacional de Medicamentos), Decision Support Systems (Suporte a Tomada de Decisão), Community Health Management (Gestão da Comunidades de Saúde), Telehealth (Telessaude), entre tantos outros.

Hoje em dia, eHealth é uma das áreas que mais cresce e mesmo países com baixa conectividade caminham para ampliar suas redes. As tecnologias de informação e comunicação (TIC) se expandem e se multiplicam de forma exponencial e o setor saúde tem que seguir a tendência. TIC tem a possibilidade de reduzirem os custos e melhorarem a eficiencia dos serviços além de serem capazes de atingir maiores grupos populacionais e profissionais.
Leia mais sobre eHealth!

quarta-feira, novembro 04, 2009

ANGOLA: Novela de rádio ensina, informa e diverte gente de todo o tipo

O que uma médica da cidade, um motorista do interior, uma costureira e uma empregada doméstica têm em comum? Em Angola, não só eles, mas muitos outros angolanos e estrangeiros de todas as classes sociais sintonizam nas manhãs de segundas e quintas-feiras nas aventuras e desventuras de um povoado chamado Camatondo.

A novela de rádio está no ar há quatro anos e tem um público fiel. Criada em co-produção entre a Rádio Nacional de Angola e a Rádio IRIN, que faz parte da agência de notícias humanitárias das Nações Unidas, a novela se passa em uma aldeia onde a realidade e a ficção se misturam. Tudo o que acontece em Angola, acontece também lá.

A novela tem muito humor, mas trata de assuntos sérios. Agora, numa nova fase, totalmente produzida e financiada por instituições angolanas, Camatondo também foi atingida pelo SIDA.

O casal romântico formado por Belita e Epalanga, que são as principais personagens de Camatondo, foi infectado pelo HIV. E depois de uma separação que deixou os ouvintes aflitos, estão novamente juntos e saudáveis, fazendo o tratamento com os antiretrovirais.

A produtora-executiva e autora da saga, Inês Filipa José, contou ao PlusNews que ela tenta levar para a novela Camatondo o que
está acontecendo na vida real. Além do HIV, a novela está a tratar ultimamente da gripe A e do novo bilhete de identidade lançado no país.

Novas parcerias estão a ser negociadas para a novela passar a ser transmitida em cinco línguas nacionais para poder ser acompanhada por angolanos de zonas rurais que não entendem bem o português.

Noticia veiculada no: http://www.plusnews.org/pt/Report.aspx?ReportId=86839


segunda-feira, novembro 02, 2009

HIFA2015 e HIFA-pt

O que é o HIFA2015?
É uma rede de conhecimento global que reúne mais de 2800 profissionais de saúde, bibliotecários, editores, formuladores de políticas e gestores em mais de 150 países em todo o mundo.

Objetivo:
Até 2015, todas as pessoas deverão ter acesso a um profissional de saúde ou cuidador bem informado.

Porque?
Falta de acesso à informação em saúde relevante e confiável contribui o elevado número de mortes evitáveis, principalmente nos países em desenvolvimento.

O que é HIFA-pt?
HIFA-pt nasceu da necessidade de expandir a discussão do grupo HIFA2015 para outros idiomas além do inglês.

HIFA-pt é uma parceria entre o Programa ePORTUGUÊSe da Organização Mundial da Saúde e a Rede Global de Informação em Cuidados de Saúde.

Vários parceiros tem enfatizado a importância de se criar fóruns de discussão em outros idiomas que possam estar interligados. Graças à colaboração com a rede ePORTUGUÊSe da OMS, o português será a segunda língua do HIFA2015.

Em conjunto por um objetivo:
É importante que profissionais de saúde de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste participem ativamente deste fórum e desta maneira possam contribuir para alcançar os objetivos de desenvolvimento do milênio.

Hifa-pt será lançado oficialmente no dia 19 de novembro de 2009 em Maputo, durante a II Reunião de Coordenação da Rede BVS e ePORTUGUÊSe.

Para mais informações: www.hifa2015.org/hifa-pt/